A crise de asma acontece quando as vias respiratórias reagem a fatores como poeira, fumaça, cheiros ou mudanças de temperatura; o quadro pode causar falta de ar e tosse
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A crise de asma acontece quando as vias aéreas ficam mais estreitas e dificultam a passagem de ar para os pulmões, o que pode causar chiado no peito, tosse que não melhora e sensação de aperto no peito, deixando a respiração mais curta e acelerada.
Nos casos mais graves, a pessoa pode ter dificuldade para falar frases completas, sentir muito cansaço e “forçar” a respiração usando os músculos do pescoço e da região das costelas. Essa piora pode acontecer rápido e precisa de atendimento na hora.
Pneumologistas são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pacientes com asma. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Uma crise de asma acontece quando os brônquios, que são os canais que levam o ar até os pulmões, ficam inflamados e mais estreitos, o que dificulta a respiração. Nesse quadro, os sintomas podem aparecer aos poucos ou de repente.
A falta de ar é o sintoma mais comum de uma crise de asma. No geral, a pessoa sente que não consegue encher os pulmões de ar ou que precisa fazer muito esforço para respirar. A respiração pode ficar rápida e curta, como se estivesse ofegante mesmo parada.
Quando a falta de ar piora, isso indica crises mais fortes da asma. Se essas crises acontecem com frequência, pode existir um risco maior de complicações e a necessidade de mais controle da doença.
O chiado no peito é um som agudo, parecido com assobio, que aparece sobretudo quando o paciente solta o ar. Esse som acontece porque as vias respiratórias ficam mais estreitas por causa da inflamação e da contração dos músculos ao redor dos brônquios. Pode ter também acúmulo de muco, o que dificulta ainda mais a passagem do ar nos pulmões.
Geralmente, a tosse da asma é seca e irritativa. Ela pode ser o primeiro sintoma a aparecer ou até o único, e costuma piorar à noite, no início da manhã ou depois da atividade física. Em alguns casos, pode vir com catarro claro e espesso, que é difícil de eliminar ao tossir.
Muitas pessoas sentem uma sensação de aperto no peito, como se algo estivesse pressionando a região, o que acontece porque os músculos ao redor dos brônquios se contraem e a respiração exige mais esforço para tentar vencer a obstrução das vias aéreas.
O esforço para respirar durante a crise consome muita energia do corpo, o que pode causar cansaço pesado. Em crises mais fortes, a falta de ar pode ficar tão forte que a pessoa não consegue falar frases completas sem parar para recuperar o fôlego.
Leia também: Quanto tempo dura uma crise de asma? Veja o que fazer para controlar
A crise de asma pode variar entre leve e grave, e essa diferença muda a forma de tratar o paciente. A crise grave costuma aparecer de repente, com piora da falta de ar, tosse que não melhora e chiado no peito mais forte.
Já nos casos mais leves, a medicação de resgate indicada pelo médico costuma aliviar os sintomas. Quando há sinais de gravidade, a situação exige atendimento em pronto-socorro sem demora:
A identificação rápida dessas diferenças ajuda a evitar demora no atendimento e diminui o risco de complicações. Em casos graves, a pessoa precisa de avaliação médica na hora em um pronto-socorro próximo de onde está.
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Diversos fatores, conhecidos como “gatilhos”, podem irritar as vias aéreas e desencadear uma crise em pessoas com asma. O reconhecimento e a evitação desses gatilhos fazem parte do controle da doença, e os mais comuns incluem:
A frequência e a intensidade do contato com esses gatilhos podem influenciar o aparecimento das crises, e isso varia de pessoa para pessoa. Assim o controle da asma depende do acompanhamento médico e de ajustes no tratamento conforme os sintomas.
Quando o paciente percebe os primeiros sintomas, precisa agir rápido para evitar que a crise de asma piore. Além disso, ficar calmo é um ponto que ajuda a não piorar a falta de ar e facilita seguir as orientações do tratamento. Por isso:
Se os sintomas não melhorarem depois de seguir o plano de ação indicado pelo médico ou se aparecerem sinais de gravidade, o paciente precisa procurar atendimento de urgência.
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A asma é uma doença crônica que não tem cura, mas que pode ser controlada com o tratamento certo. O acompanhamento com um pneumologista ou com um alergologista é o que ajuda a definir a melhor forma de cuidado em cada caso.
No geral, o tratamento costuma ter dois tipos de medicamentos. Os remédios de controle são usados todos os dias para reduzir a inflamação e evitar crises, enquanto os de resgate são indicados quando os sintomas aparecem, para aliviar a falta de ar e o chiado.
Quando o tratamento é bem seguido, a maioria das pessoas consegue ter uma vida normal.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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