A crise de asma dificulta a entrada e saída de ar nos pulmões; o quadro pode causar tosse, chiado no peito e falta de ar, podendo piorar rápido e exigir atendimento médico
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Uma crise de asma é a piora dos sintomas da doença causada pela inflamação e pelo estreitamento das vias aéreas, o que dificulta a passagem de ar para os pulmões e pode afetar a respiração, prejudicando a qualidade de vida do paciente.
Durante uma crise, podem aparecer falta de ar, chiado no peito, tosse e sensação de aperto no peito. No geral, a intensidade varia de pessoa para pessoa e de acordo com o controle da asma no dia a dia.
Pneumologistas são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pacientes com asma. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Uma crise de asma pode começar aos poucos ou de repente, com piora da respiração, incluindo a sensação de ar insuficiente mesmo quando o paciente não está se esforçando fisicamente.
No começo de uma crise de asma, os sinais costumam ser mais leves e nem sempre são percebidos na hora. Mesmo assim, já indicam que existe uma inflamação e podem incluir:
Em alguns casos, os sintomas podem piorar com o tempo, principalmente quando a inflamação não é controlada do jeito certo, levando a uma dificuldade maior para respirar.
Uma crise de asma pode evoluir rápido e, em alguns casos, o quadro pode ser grave e precisar de atendimento em um pronto-socorro. Nessas situações, existem sintomas como:
Nesses casos, a falta de oxigênio pode piorar e afetar o funcionamento de todo o corpo, com risco de insuficiência respiratória, parada respiratória e outras complicações graves.
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Ao aparecerem os primeiros sintomas de crise, o paciente deve tentar estabilizar a respiração e usar os remédios de resgate do jeito certo, conforme a orientação médica. Além disso, o estresse pode aumentar o broncoespasmo e piorar a dificuldade respiratória, então o controle da ansiedade também faz parte do manejo inicial do quadro.
Assim, é importante:
O acompanhamento da evolução dos sintomas depois dessas medidas ajuda a identificar se há melhora ou se a crise continua. Quando não existe uma melhora da respiração ou há piora rápida, é preciso buscar atendimento médico na hora.
A eficácia dos remédios para tratar a crise de asma depende do uso certo.
Nos inaladores dosimetrados, chamados de bombinhas, o uso de espaçador é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para melhorar a chegada do medicamento aos pulmões e reduzir perdas na orofaringe.
Sendo assim, é importante:
Mesmo com essas dicas, o paciente deve saber que o tratamento da crise de asma precisa seguir o plano de ação definido pelo pneumologista, que orienta a quantidade de doses da medicação de resgate e o intervalo entre as aplicações conforme a gravidade dos sintomas.
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Nem toda crise de asma pode ser controlada em casa. Por isso, o paciente deve procurar um atendimento de emergência quando percebe sinais de gravidade na crise, quando a medicação de resgate não tem efeito ou quando a falta de ar continua piorando.
Também é um alerta importante a dificuldade extrema para falar frases completas sem precisar parar para respirar. Em pessoas com histórico de asma, crises frequentes e mal controladas aumentam o risco de complicações graves.
Nessas situações, a orientação é acionar o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), pelo 192, ou procurar o hospital mais próximo na hora, já que o atraso na avaliação pode agravar o quadro.
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Uma crise de asma sem o medicamento de resgate é uma situação de emergência que exige atendimento médico. Durante a espera por ajuda, existem algumas medidas que podem ajudar a reduzir o desconforto e manter a respiração mais estável, como:
É importante dizer que nenhuma técnica caseira substitui o tratamento médico da crise de asma. Assim, a medida mais importante é acionar o socorro profissional o quanto antes, já que o atendimento de emergência é o que permite avaliação certa e tratamento seguro.
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Na maioria dos casos, o controle da asma tem como principal objetivo evitar as crises. Para isso, é importante fazer o acompanhamento médico e adotar alguns cuidados na rotina.
Um dos pontos é identificar e evitar os gatilhos que causam os sintomas, como poeira, mofo, pelos de animais e poluição. Também é importante manter o uso dos remédios de controle todos os dias, como os corticoides inalatórios, mesmo quando não há sintomas.
Outro fator é ter um plano de ação definido com o pneumologista, com orientações sobre quais medicamentos usar e quando procurar atendimento. A observação dos sintomas também faz parte do controle. Então, quando a bombinha de resgate passa a ser usada com mais frequência, isso pode indicar que a asma não está bem controlada.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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