A vortioxetina é um remédio usado para tratar a depressão maior em adultos; ela pode ajudar na melhora do humor, da concentração e de outras funções ligadas ao pensamento
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A vortioxetina é um antidepressivo usado para tratar o transtorno depressivo maior em adultos. O remédio age no sistema nervoso central e influencia a ação de substâncias como a serotonina, que participam da comunicação entre os neurônios, as células do cérebro.
A depressão é uma condição de saúde mental comum e atinge cerca de 5,7% dos adultos no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que 15,5% dos brasileiros podem ter depressão ao longo da vida.
Psiquiatras são os médicos que atendem pacientes com transtorno depressivo maior e outros quadros psiquiátricos, fazendo o diagnóstico e indicando o tratamento certo. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A vortioxetina é um medicamento de uso oral que pertence ao grupo dos antidepressivos multimodais e só deve ser usado com receita, seguindo a orientação de um médico, conforme a bula aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O antidepressivo é encontrado em comprimidos revestidos nas concentrações de 5 mg, 10 mg, 15 mg e 20 mg. A bula orienta que o produto seja armazenado em temperatura ambiente, entre 15 °C e 30 °C, protegido da umidade e mantido na embalagem original.
O tratamento com vortioxetina deve sempre ser acompanhado por um profissional de saúde, que avalia as orientações da bula e a resposta do organismo de cada pessoa ao remédio, ajudando a definir a forma mais adequada de uso com o passar do tempo.
De acordo com a bula da vortioxetina, o remédio é indicado para o tratamento do transtorno depressivo maior em adultos, a depressão. Assim, antes de prescrever o medicamento, o médico avalia os sintomas, o histórico de saúde e as necessidades de cada paciente.
Em geral, o transtorno depressivo maior pode causar sintomas como:
Os sinais desse quadro podem variar de uma pessoa para outra e nem sempre aparecem ao mesmo tempo. Por isso, a avaliação médica é necessária para confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento certo para cada caso.
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A vortioxetina age no cérebro ao diminuir a recaptação da serotonina e atuar em diferentes receptores desse neurotransmissor. Nesse sentido, a recaptação é o processo em que essa substância é reabsorvida pela célula que a liberou.
A serotonina, por sua vez, funciona como um mensageiro químico que ajuda as células do cérebro a se comunicarem. Ela participa de funções como humor, memória, aprendizado e sono e, em pessoas com transtorno depressivo, esse sistema pode ficar desequilibrado.
Quando isso acontece, a serotonina pode não agir certo, o que favorece o surgimento dos sintomas da depressão. Para cumprir sua função, a substância se liga a receptores, estruturas das células do cérebro que recebem e transmitem mensagens entre neurônios.
Ao atuar nesses receptores e reduzir a recaptação da serotonina, a vortioxetina ajuda a regular a comunicação entre os neurônios, que são as células responsáveis por transmitir informações no cérebro. Por isso, ela é classificada como um antidepressivo multimodal.
O tempo para a vortioxetina começar a fazer efeito varia de uma pessoa para outra e depende da resposta do organismo. Por isso, a melhora nem sempre aparece nos primeiros dias de uso e o remédio deve ser tomado conforme a orientação do médico.
Isso acontece porque a vortioxetina muda a forma como a serotonina atua no cérebro, mas o sistema nervoso precisa de um tempo para se acostumar com essas mudanças. Por esse motivo, os sintomas da depressão costumam melhorar aos poucos.
Em geral, as melhoras podem aparecer depois de cerca de duas semanas, enquanto o efeito completo costuma aparecer depois de quatro semanas ou mais. Mesmo que os resultados demorem, o tratamento não deve ser interrompido sem orientação médica.
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A vortioxetina pode causar efeitos colaterais, principalmente no começo do tratamento. De acordo com a bula, nem todas as pessoas apresentam essas reações e, em muitos casos, elas diminuem à medida que o organismo se adapta ao remédio.
Sendo assim, os ensaios clínicos apontam como efeitos colaterais mais comuns:
Esses efeitos costumam ser leves ou moderados e podem diminuir com o passar do tempo. Caso persistam, causem muito desconforto ou apareçam outras reações, o médico responsável pelo paciente deve ser informado para avaliar o tratamento.
Em qualquer caso, a interrupção do medicamento por conta própria não é recomendada.
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A vortioxetina deve ser usada exatamente como o psiquiatra orienta e conforme a bula, uma vez que a dose e o horário podem mudar de acordo com cada caso. Em geral, o remédio é tomado por via oral, uma vez ao dia, seguindo:
O acompanhamento com o psiquiatra é importante durante todo o uso da vortioxetina, pois permite avaliar a resposta do corpo e fazer mudanças quando preciso. A bula orienta que qualquer mudança na dose ou suspensão do remédio seja feita só com orientação médica.
A hora de procurar um psiquiatra está ligada à presença de sintomas de depressão que afetam a rotina e o bem-estar. A bula da vortioxetina reforça que o diagnóstico e a indicação de tratamento devem ser feitos por esse médico, depois de uma avaliação clínica.
A busca por atendimento é indicada quando aparecem sinais como tristeza que não melhora, cansaço constante ou alterações no sono. Esses sintomas podem indicar um quadro de depressão que precisa de avaliação profissional para entender a gravidade.
Também é importante procurar ajuda quando esses sintomas começam a atrapalhar o trabalho, os estudos, os relacionamentos ou outras atividades da rotina. A consulta com o psiquiatra permite identificar o problema e definir o tratamento mais adequado, que pode envolver remédios, psicoterapia ou outras formas de acompanhamento.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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