Colírios, laser e cirurgia fazem parte das opções de tratamento para glaucoma; a escolha depende do tipo da doença, do estágio em que ela está e da resposta de cada paciente
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O tratamento do glaucoma serve para reduzir a pressão dentro dos olhos para proteger o nervo óptico e evitar que a doença avance. Colírios costumam ser a primeira opção, mas procedimentos a laser e cirurgias também podem ser indicados, dependendo do caso.
Durante o tratamento, o especialista acompanha a pressão dos olhos e verifica se a doença está sob controle. Segundo o Ministério da Saúde, o glaucoma não tem cura, mas o tratamento ajuda a preservar a visão e diminuir o risco de perda permanente da visão.
Oftalmologistas são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pessoas com glaucoma. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
O glaucoma é uma doença que danifica o nervo óptico, responsável por levar as informações que os olhos captam até o cérebro. Na maioria dos casos, isso acontece porque a pressão dentro dos olhos fica alta e, com o tempo, causa lesões nessa estrutura.
Como a doença costuma não provocar sintomas no começo, ela é conhecida como o "ladrão silencioso da visão". Dessa forma, sem tratamento, o glaucoma pode avançar e causar perda permanente da visão.
O controle da pressão dentro dos olhos é a principal forma de retardar a progressão do quadro e, para isso, o oftalmologista pode indicar colírios, procedimentos a laser ou cirurgias, como a trabeculectomia, de acordo com as necessidades de cada paciente.
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O principal objetivo do tratamento para glaucoma é diminuir e controlar a pressão dentro dos olhos, já que manter essa medida em um nível seguro para o nervo óptico ajuda a evitar que a doença avance e reduz o risco de perda da visão.
No geral, os danos que o glaucoma já causou ao nervo óptico não podem ser revertidos. Por isso, o tratamento busca impedir que novas lesões aconteçam e preservar a visão que a pessoa ainda tem, sendo que a escolha do tratamento deve ser feita com um médico.
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O tratamento para o glaucoma inclui várias opções. Na maioria dos casos, o cuidado começa com colírios e, se eles não forem suficientes para controlar a doença, o oftalmologista pode indicar procedimentos a laser ou uma cirurgia.
Os colírios costumam ser a primeira opção para tratar o glaucoma, por serem uma abordagem menos invasiva. Assim, esses remédios ajudam a reduzir a pressão dentro dos olhos, que depende do equilíbrio entre a produção e a saída do humor aquoso.
Esse líquido é produzido naturalmente pelo olho e contribui para a nutrição da córnea e do cristalino. Quando há um desequilíbrio e o líquido se acumula, a pressão dentro do olho pode aumentar. Por isso, os colírios agem de duas formas principais:
O resultado dessa linha de tratamento depende da continuidade do uso dos colírios. Dessa forma, é importante aplicar o medicamento todos os dias, nos horários indicados pelo oftalmologista e sem interromper o uso.
Quando os colírios não conseguem controlar a pressão dentro dos olhos, causam efeitos colaterais ou o paciente tem dificuldade para manter o uso diário, o tratamento a laser pode ser indicado. Uma das técnicas mais utilizadas é a Trabeculoplastia Seletiva a Laser (SLT).
A SLT é um procedimento feito no consultório, que usa pulsos de laser de baixa energia para estimular as células da região responsável pela drenagem do humor aquoso. Com isso, o olho consegue eliminar melhor esse líquido e reduzir a pressão intraocular.
O efeito pode durar anos e, em alguns casos, diminuir a necessidade de uso de colírios.
Além da SLT, existem outras técnicas a laser que podem ser utilizadas no tratamento do glaucoma. O laser micropulsado é uma dessas alternativas e pode ajudar a reduzir a pressão ocular em alguns casos, conforme a avaliação do oftalmologista.
Em casos mais avançados, quando a pressão dentro dos olhos continua alta mesmo com o uso de colírios e tratamentos a laser, a cirurgia pode ser indicada pelo oftalmologista, o que inclui procedimentos tradicionais e opções menos invasivas.
A trabeculectomia é uma das cirurgias mais usadas no tratamento do glaucoma e, nesse caso, o procedimento cria uma nova passagem para a saída do humor aquoso, ajudando a reduzir a pressão dentro dos olhos.
Outra opção são os implantes de drenagem, pequenos dispositivos com tubos de silicone que criam um caminho alternativo para a saída do humor aquoso. Em geral, essa abordagem é indicada em casos mais graves para ajudar a controlar a pressão ocular.
As cirurgias de glaucoma minimamente invasivas (MIGS) são técnicas mais recentes que usam dispositivos pequenos e cortes menores para melhorar a drenagem natural do olho. Esses procedimentos costumam ter uma recuperação mais rápida e um perfil de segurança favorável quando comparados a algumas cirurgias tradicionais.
Um exemplo é a GATT (Gonioscopy-Assisted Transluminal Trabeculotomy), uma técnica que atua na região de drenagem do olho para facilitar a saída do humor aquoso. Mesmo com os benefícios, a indicação depende do tipo de glaucoma, do estágio da doença e da avaliação do oftalmologista.
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Com o diagnóstico precoce e o acompanhamento certo, dá para controlar o avanço do glaucoma e preservar a visão por mais tempo. As consultas regulares com o oftalmologista e exames como a medição da pressão ocular, a avaliação do nervo óptico e o campo visual ajudam a acompanhar a evolução da doença e ajustar o tratamento quando necessário.
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O tratamento do glaucoma é definido de acordo com as necessidades de cada paciente. Para isso, o oftalmologista costuma avaliar fatores como:
Uma boa relação entre o médico e o paciente permite compreender melhor o tratamento e participar das decisões sobre a saúde ocular. A troca de informações e o acompanhamento certo são fatores importantes para o controle do glaucoma.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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