Saiba quais nutrientes são cruciais durante os meses mais frios e como uma alimentação balanceada é a sua principal aliada.
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O inverno chega e, com ele, os dias mais curtos e a vontade de ficar em um ambiente mais aquecido. Nessa época, é comum que a incidência de gripes e resfriados aumente. Para fortalecer a imunidade contra infecções, a alimentação equilibrada é a forma ideal de garantir nutrientes essenciais como as vitaminas D e C e o zinco. Muitas pessoas se perguntam se existe uma forma de preparar o corpo para enfrentar a estação, e a resposta pode estar nos nutrientes que consumimos.
Clínicos gerais são os médicos que podem atender esse tipo de demanda a nível primário. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Durante o inverno, alguns hábitos e fatores ambientais se modificam. Passamos mais tempo em locais fechados, o que facilita a circulação de vírus respiratórios.
A falta de vitaminas e minerais pode comprometer a imunidade, tornando a alimentação saudável e equilibrada importante para proteger o organismo. Além disso, a exposição à luz solar, principal responsável pela produção de um nutriente vital, diminui consideravelmente.
Esses fatores, combinados, podem exigir mais do nosso sistema imunológico. Por isso, garantir uma ingestão adequada de vitaminas e minerais é uma estratégia fundamental para manter o corpo funcionando de maneira otimizada e com as defesas em alerta.
A vitamina D é, talvez, a mais comentada quando o assunto é inverno. Sua função no organismo vai muito além da saúde óssea, sendo um componente chave na modulação do sistema imunológico. Níveis adequados de vitamina D estão associados a uma melhor resposta do corpo contra infecções.
Cerca de 80% a 90% da vitamina D que nosso corpo utiliza é produzida na pele a partir da exposição aos raios ultravioleta B (UVB) do sol. No inverno, a inclinação da Terra faz com que a incidência desses raios seja menor, e o uso de mais roupas também funciona como uma barreira física, dificultando a produção natural.
Essa redução na produção endógena pode levar a uma deficiência do nutriente, tornando importante buscar fontes alternativas.
Apesar de a alimentação não suprir totalmente a necessidade diária, ela é uma importante aliada. Alguns alimentos podem ajudar a complementar os níveis de vitamina D:
A avaliação dos níveis de vitamina D por meio de exames de sangue e a eventual necessidade de suplementação devem ser sempre discutidas com um médico.
Leia também: Veja quais são as frutas que são ricas em vitamina D
A vitamina C, ou ácido ascórbico, é um dos antioxidantes mais conhecidos. Estudos indicam que vitaminas antioxidantes, como a vitamina C, fortalecem as defesas do corpo e combatem os radicais livres, contribuindo para proteger a saúde, ainda mais no inverno.
Ela atua neutralizando radicais livres e é fundamental para o funcionamento de diversas células do sistema de defesa, como os leucócitos. Sua fama na prevenção e alívio de sintomas de resfriados tem base científica, ainda que não seja uma cura milagrosa.
A imunonutrição reforça que antioxidantes provenientes de uma alimentação equilibrada são a melhor forma de fortalecer a imunidade e obter vitaminas essenciais durante o inverno. Este nutriente também é essencial para a produção de colágeno, importante para a saúde da pele, que funciona como nossa primeira barreira física contra patógenos.
As frutas cítricas são famosas por seu teor de vitamina C, mas existem outras fontes igualmente ricas. Diversificar o cardápio garante um aporte completo de nutrientes.
Embora as vitaminas D e C ganhem destaque, um sistema imunológico robusto depende da sinergia de múltiplos nutrientes. Outras vitaminas e minerais desempenham papéis coadjuvantes, mas igualmente cruciais.
O zinco é um mineral que participa de centenas de reações enzimáticas no corpo, incluindo muitas ligadas à função imune. Ele atua em conjunto com a vitamina C, auxiliando na maturação e na ação das células de defesa.
A deficiência de zinco pode comprometer a capacidade do organismo de combater infecções. Boas fontes incluem carnes, feijão e nozes.
A fadiga e a falta de energia são queixas comuns no inverno. As vitaminas do complexo B, como a B12 e a B6, são essenciais para o metabolismo energético.
Elas ajudam o corpo a converter os alimentos que comemos em energia utilizável. Uma deficiência, principalmente de B12, pode levar à sensação de frio e cansaço persistente. Estão presentes em carnes, ovos, laticínios e vegetais de folhas escuras.
A vitamina A é vital para a manutenção da integridade das mucosas, como as do sistema respiratório. Essas mucosas são barreiras físicas que impedem a entrada de microrganismos. A vitamina A ajuda a mantê-las saudáveis e funcionais. Pode ser encontrada em alimentos como cenoura, abóbora, manga e espinafre.
A base para um corpo saudável em qualquer estação do ano é uma alimentação variada e equilibrada. Obter vitaminas essenciais para o inverno, como C, D e zinco, diretamente de uma alimentação saudável fortalece a imunidade de forma mais segura e eficaz do que por meio de suplementos isolados.
Na maioria dos casos, uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras fornece a quantidade necessária de vitaminas e minerais. A suplementação só deve ser considerada quando há uma deficiência diagnosticada por exames laboratoriais ou uma indicação clínica específica.
O uso indiscriminado de suplementos pode ser ineficaz e, em alguns casos, prejudicial à saúde, podendo levar à toxicidade. Portanto, a consulta com um médico ou nutricionista é indispensável antes de iniciar qualquer tipo de suplementação.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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