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Entenda como a carência de ácido ascórbico afeta o corpo, desde a fadiga até problemas de cicatrização, e qual a sua relação com o colágeno.

Uma pequena batida na quina do móvel e, horas depois, uma mancha roxa aparece na pele. Ao escovar os dentes, um leve sangramento na gengiva se torna recorrente. Essas situações, muitas vezes ignoradas na correria do dia a dia, podem ser os primeiros sinais de que seu corpo precisa de mais atenção nutricional, especificamente de vitamina C.
A carência dessa vitamina pode se manifestar com cansaço, manchas roxas na pele e sangramento nas gengivas. Em situações mais avançadas, a falta grave pode até causar dores e dificuldades para se mover.
Clínicos gerais são os médicos que podem acompanhar de maneira primária esse tipo de deficiência. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A deficiência de vitamina C, também conhecida como hipovitaminose C, ocorre quando a ingestão ou a absorção de ácido ascórbico é insuficiente para atender às necessidades do corpo. Este nutriente é fundamental para diversas funções biológicas vitais.
Sua função mais conhecida é na síntese de colágeno, uma proteína que funciona como a "cola" do nosso corpo, dando estrutura à pele, ossos, cartilagens e vasos sanguíneos. A falta de vitamina C prejudica essa produção de colágeno, o que pode tornar os ossos mais frágeis e aumentar o risco de fraturas e osteoporose precoce.
Além disso, a vitamina C é um potente antioxidante, auxilia na absorção de ferro de fontes vegetais e contribui para o bom funcionamento do sistema imunológico. A dificuldade na absorção de ferro, causada pela deficiência, também pode levar à anemia.
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Os sintomas iniciais da carência de vitamina C podem ser vagos e facilmente confundidos com estresse ou outras condições. É importante estar atento a um conjunto de sinais que podem indicar o problema.
Um dos primeiros impactos da baixa de vitamina C é sentido na disposição geral. Cansaço persistente sem causa aparente, fraqueza muscular e uma sensação de mal-estar ou irritabilidade são comuns.
A deficiência de vitamina C é uma causa conhecida de cansaço excessivo, impactando diretamente o nível de energia do corpo. Isso ocorre, em parte, pela importância da vitamina na produção de carnitina, uma molécula essencial para a geração de energia nas células.
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Como a produção de colágeno é diretamente afetada, a pele pode se tornar áspera, seca e apresentar pequenas "bolinhas", uma condição chamada hiperceratose folicular. Manchas vermelhas ao redor dos folículos pilosos também podem surgir, indicando uma falta mais grave de vitamina C.
Outros sinais incluem:
A gengiva é um dos locais onde os sintomas se manifestam de forma mais evidente. Gengivas inchadas, avermelhadas e que sangram com facilidade durante a escovação são um sinal clássico, pois a falta de vitamina C prejudica a produção de colágeno essencial para os tecidos.
A deficiência de vitamina C também pode provocar dores e sangramentos na gengiva, além de afetar a absorção de ferro. A saúde bucal fica comprometida pela debilidade do tecido conjuntivo que sustenta os dentes.
A deficiência severa e crônica de vitamina C causa uma doença conhecida como escorbuto. Embora rara hoje em dia, ela ainda pode ocorrer em populações com desnutrição grave.
Os sintomas do escorbuto são uma intensificação dos sinais iniciais, incluindo sangramentos na gengiva, cansaço extremo e manchas roxas na pele. Em casos avançados, podem surgir dores e dificuldades de locomoção.
A causa mais comum para a deficiência de vitamina C é uma dieta inadequada, com baixo consumo de alimentos frescos, principalmente frutas e vegetais.
É essencial consumir frutas e vegetais diariamente para manter os níveis adequados da vitamina e a saúde geral do corpo. O corpo humano não produz nem armazena grandes quantidades de vitamina C, sendo necessário um consumo regular.
Outros fatores de risco incluem:
O diagnóstico da deficiência de vitamina C é primariamente clínico. O médico ou nutricionista irá avaliar os sinais e sintomas, além de investigar detalhadamente os hábitos alimentares e o histórico de saúde do paciente. Exames de sangue que medem os níveis de ácido ascórbico podem ser solicitados para confirmar a suspeita.
É fundamental não iniciar a suplementação por conta própria. Apenas um profissional de saúde pode determinar a necessidade, a forma e a quantidade adequadas para corrigir a deficiência com segurança.
A base do tratamento é, na maioria das vezes, a readequação da dieta, com foco no aumento da ingestão de alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, acerola, kiwi, morango, brócolis e pimentão.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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