O melanoma na gengiva é um tipo raro de câncer que pode aparecer na boca sem causar dor no começo; manchas escuras e feridas costumam ser os primeiros sintomas visíveis
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

O melanoma na gengiva é um tipo de câncer que aparece nos tecidos da boca, sobretudo na gengiva. A doença pode causar manchas escuras, feridas, sangramentos e inchaço na região. Em muitos casos, os sinais aparecem aos poucos e sem dor no começo.
No geral, esse câncer que afeta os tecidos da boca é considerado raro, mas pode crescer e se espalhar para outras partes do corpo. Além da gengiva, a doença pode atingir o céu da boca, os lábios e a parte interna das bochechas.
Os sintomas podem incluir manchas pretas, marrons ou azuladas na boca, feridas que não cicatrizam, sangramentos e dor. Em alguns casos, a pessoa também pode sentir dificuldade para mastigar, falar ou engolir.
Oncologistas são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pacientes com melanoma na gengiva. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
O melanoma na gengiva é um tipo de câncer que se desenvolve nas células responsáveis pela produção de melanina, substância que dá cor à pele, aos olhos e aos cabelos. Diferente do melanoma de pele, que costuma estar relacionado à exposição ao Sol, o melanoma oral aparece nos tecidos da boca e é considerado raro.
A doença costuma afetar principalmente a gengiva e o céu da boca. Mesmo sendo incomum, esse tipo de câncer exige atenção por causa da capacidade de crescer e se espalhar para outras partes do corpo.
Um dos principais desafios do melanoma oral é o diagnóstico tardio. Nos estágios iniciais, a doença pode não causar dor nem sintomas específicos, o que faz muitas pessoas demorarem para procurar avaliação médica.
Leia também: Melanoma na boca: o que é, sintomas, diagnósticos e tratamentos
O diagnóstico precoce do melanoma oral pode ser difícil, porque os primeiros sinais da doença nem sempre chamam atenção. Por isso, alterações na boca que não somem em até duas semanas merecem avaliação médica, o que pode incluir:
Nem toda mancha, ferida ou alteração na gengiva significa câncer, mas mudanças que não melhoram com o tempo precisam de avaliação profissional. Dentistas e médicos podem analisar a região da boca e indicar exames quando tiver sinais sem uma causa aparente.
Leia também: Quais são os tipos de melanoma e como diferenciá-los? Veja sinais
Nem toda mancha escura na gengiva significa melanoma. Algumas alterações na cor da boca podem acontecer por causas menos graves e sem relação com câncer. Mesmo assim, mudanças na gengiva precisam de avaliação profissional para identificar a causa certa:
O principal sinal de alerta é o aparecimento de uma nova mancha escura na boca ou qualquer mudança em uma lesão que já existia. Alterações no tamanho, na cor, no formato ou o aparecimento de sangramentos e feridas precisam de avaliação profissional.
Leia também: Melanoma inicial no rosto: veja o que é, quais os sintomas e como tratar
A confirmação do melanoma oral acontece por meio da biópsia, exame que retira uma pequena parte da lesão para análise em laboratório. Quando existe suspeita desse tipo de câncer, a realização do exame costuma ser rápida por causa do risco de avanço da doença.
Sendo assim, o diagnóstico geralmente envolve:
Os exames ajudam os médicos a entender o estágio da doença e escolher o tratamento certo para cada paciente. A avaliação também mostra o tamanho do tumor, as áreas da boca atingidas e a necessidade de outros cuidados durante o acompanhamento do câncer.
Leia também: Melanoma amelanótico: o que é o câncer de pele que não tem cor?
O tratamento do melanoma na gengiva varia conforme o estágio da doença e o estado de saúde do paciente. Como esse tipo de câncer pode avançar rápido, o acompanhamento costuma envolver profissionais de diferentes áreas, como oncologista e dentista.
A cirurgia é uma opção comum nesse quadro. O procedimento busca remover todo o tumor e parte do tecido ao redor para diminuir o risco de a doença continuar na região. Em alguns casos, também pode ser preciso tirar áreas da gengiva e partes do osso da boca.
Além da operação, outros tratamentos podem fazer parte do cuidado contra o câncer, como radioterapia, quimioterapia e imunoterapia. Essas abordagens ajudam no controle da doença, na destruição de células cancerígenas e na redução do risco de novos tumores.
Diferente do melanoma de pele, o melanoma oral não costuma estar ligado à exposição ao Sol. As causas desse tipo de câncer ainda não são totalmente conhecidas, o que dificulta a definição de formas específicas de prevenção.
Por isso, o diagnóstico precoce tem papel importante no tratamento da doença. Durante consultas de rotina, os dentistas podem avaliar toda a boca, incluindo gengiva, língua e céu da boca, em busca de manchas, feridas e outras alterações suspeitas.
Manchas escuras, feridas que não cicatrizam e mudanças na gengiva precisam de investigação rápida. Quando existe suspeita de melanoma, a biópsia ajuda a confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento o quanto antes.
Depois da confirmação do diagnóstico, o oncologista é um dos profissionais responsáveis por definir o tratamento mais adequado e acompanhar a evolução do paciente ao longo dos cuidados contra o câncer.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES