A perda involuntária de urina é um sintoma tratável que afeta homens de várias idades, com causas que vão desde cirurgias até o envelhecimento.
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Acontece de repente. Uma tosse mais forte, uma risada espontânea ou o esforço para levantar um objeto pesado e, sem aviso, um escape de urina acontece. Essa situação, que pode causar constrangimento e limitar atividades sociais, é uma realidade para muitos homens e tem nome: incontinência urinária.
Urologistas são os médicos indicados para esse tipo de quadro e acompanhar o tratamento. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A incontinência urinária masculina é definida como qualquer perda involuntária de urina. Ela pode se manifestar principalmente por uma vontade súbita de urinar, escapes durante esforço físico ou gotejamento contínuo. É importante entender que ela não é uma doença, mas sim um sintoma de uma condição subjacente que afeta o sistema urinário, especialmente a bexiga ou o esfíncter uretral, o músculo que controla a saída da urina.
Embora seja mais associada às mulheres, a condição também afeta a população masculina, impactando significativamente a qualidade de vida, a autoestima e o bem-estar emocional. A boa notícia é que, com o diagnóstico correto, a incontinência é tratável.
As causas da incontinência urinária em homens são variadas e frequentemente ligadas a condições que afetam a próstata, os nervos ou os músculos do assoalho pélvico.
A incontinência urinária masculina, nesses casos, é frequentemente causada por alterações mecânicas decorrentes da cirurgia na próstata, que podem afetar a estrutura ou a inervação do esfíncter urinário.
Nesses casos, a incontinência urinária pode estar relacionada a essas condições neurológicas, resultando em bexiga hiperativa ou dificuldade de esvaziamento.
Além disso, problemas circulatórios na bexiga que surgem com a idade também podem frequentemente desencadear a perda involuntária de urina.
Compreender o tipo de incontinência é o primeiro passo para um tratamento eficaz. As manifestações variam conforme o mecanismo que causa a perda de urina. Os tipos mais comuns são:
Este é o tipo mais frequente após cirurgias de próstata. Nele, a perda de urina ocorre em forma de vazamentos ao tossir, espirrar, rir, levantar peso ou praticar exercícios, ou seja, durante atividades que aumentam a pressão dentro do abdômen. Isso acontece por uma falha no mecanismo de fechamento do esfíncter urinário, que não consegue conter a urina sob pressão.
Caracteriza-se por uma vontade súbita e intensa de urinar, difícil de controlar, que pode resultar em perda de urina antes de chegar ao banheiro. Essa vontade súbita de urinar é o principal sintoma deste tipo.
Geralmente, está associada à bexiga hiperativa, uma condição na qual o músculo da bexiga (detrusor) se contrai de forma involuntária e inapropriada.
Também chamada de incontinência paradoxal, ocorre quando a bexiga não consegue se esvaziar completamente. Com isso, ela fica sempre cheia e a urina "transborda", causando gotejamentos frequentes. É comum em homens com obstrução uretral, como a causada pela hiperplasia prostática benigna (HPB).
Como o nome indica, ocorre quando o paciente apresenta sintomas de mais de um tipo de incontinência, sendo a combinação mais comum a de esforço e a de urgência.
O principal sinal é a perda de urina sem controle. No entanto, outros sintomas podem estar presentes e ajudam a identificar o problema. Fique atento se você apresenta:
Qualquer perda involuntária de urina, por menor que seja, deve ser investigada. Muitos homens demoram a procurar ajuda por vergonha ou por acreditarem que é uma consequência normal do envelhecimento, mas isso é um equívoco. A incontinência tem tratamento.
O urologista é o especialista indicado para realizar o diagnóstico. A avaliação inclui um histórico clínico detalhado, exame físico e, se necessário, exames complementares como o estudo urodinâmico, que avalia o funcionamento da bexiga e da uretra.
O tratamento da incontinência urinária masculina depende da causa e do tipo identificado. A abordagem é personalizada e pode incluir uma ou mais das seguintes opções:
A escolha do tratamento ideal depende de uma avaliação médica criteriosa. Portanto, o passo mais importante é buscar a orientação de um especialista para recuperar o controle e a qualidade de vida.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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