Revisado em: 29/04/2026
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O “joelho do saltador” é uma lesão comum em quem pratica esportes de impacto; a dor que não passa costuma indicar sobrecarga na região e precisa de tratamento

A tendinite patelar é uma inflamação ou lesão no tendão que liga a patela à tíbia. O quadro provoca dor no joelho e dificulta alguns movimentos, como corridas. A condição também recebe o nome de “joelho do saltador”, por ser comum em esportes como vôlei e basquete.
O problema aparece quando o joelho sofre carga repetida e excesso de esforço. Esse padrão de movimento causa pequenas lesões nas fibras do tendão. Assim, o corpo tenta reparar o tecido, mas a continuidade da atividade impede a recuperação completa.
Os sintomas variam conforme o grau da lesão. No início, a dor aparece depois do exercício. Em fases avançadas, o incômodo se mantém e interfere em atividades da rotina. O tratamento envolve redução da carga sobre o joelho, fortalecimento muscular e fisioterapia.
Ortopedistas são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pacientes com tendinite patelar. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A dor é o principal sinal da tendinite patelar. Ela não se espalha pelo joelho e costuma ter um ponto bem definido. Em muitos casos, a pessoa consegue indicar com o dedo onde sente o incômodo.
Esse sintoma costuma aparecer na parte da frente do joelho, e a sensação pode ser constante ou surgir como uma pontada durante o esforço. O incômodo tende a aumentar em situações que exigem carga do tendão, como:
Uma revisão publicada no British Journal of Sports Medicine descreve que, no início, o incômodo pode surgir apenas durante ou logo depois do exercício físico, com melhora após o aquecimento. Com a progressão do quadro, a dor pode se tornar contínua.
O mesmo estudo científico aponta que, em alguns casos, o tendão pode ficar mais espesso e sensível ao toque, o que é reflexo do processo de degeneração causado pela repetição da carga sem o tempo certo de recuperação.
Leia também: Tendinite no ombro: como identificar e tratar essa condição
A dor é o principal sintoma da tendinite patelar, mas outros sinais também podem aparecer e ajudar a identificar o problema. Assim, é importante que o paciente fique atento a:
A presença desses sintomas junto da dor ajuda a diferenciar a tendinite patelar de outros problemas no joelho e indica a necessidade de avaliação médica para confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento certo.
Leia também: Tendinite no joelho: o que é, sintomas, como tratar e aliviar o incômodo
A tendinite patelar costuma evoluir aos poucos. Por isso, os sintomas podem ser divididos em fases, o que ajuda a entender o nível de comprometimento do tendão. Em geral, o quadro piora de forma gradual quando a sobrecarga continua sem tratamento.
A identificação do estágio em que o quadro está pode ajudar a entender o problema, mas essa avaliação precisa ser confirmada por um especialista. A falta de atenção aos primeiros sintomas pode levar a uma condição que se torna crônica e mais difícil de tratar.
O diagnóstico certo da tendinite patelar é importante porque outras doenças também podem causar dor na parte da frente do joelho. A confirmação deve ser feita por um médico ortopedista, de preferência especialista em joelho, que vai avaliar:
Com essas informações, o médico consegue identificar a causa da dor no joelho e indicar o melhor caminho para o diagnóstico e o tratamento, seja para a tendinite patelar ou para outro quadro.
Leia também: Dor no joelho: causas, diagnósticos e tratamentos
Qualquer dor no joelho que não melhora merece atenção. A avaliação médica deve ser feita quando o incômodo começa a atrapalhar atividades da rotina como caminhar ou subir escadas, ou quando não passa mesmo com repouso e medidas caseiras, como gelo.
Também é importante procurar o atendimento de um especialista se a dor piora com o passar dos dias ou passa a ser constante. Inchaço, vermelhidão, sensação de fraqueza ou instabilidade no joelho são outros sinais de alerta.
O uso de medicamentos por conta própria ou a demora para buscar ajuda pode esconder a gravidade do problema e aumentar o risco de complicações. Só o médico pode indicar o tratamento certo, que pode incluir fisioterapia e mudanças na rotina de treinos.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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