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O ultrassom faz parte do pré-natal e pode ter nomes diferentes em cada fase da gravidez; cada tipo tem uma função para ajudar na saúde da mãe e do bebê

A ultrassonografia obstétrica é o principal exame de imagem feito na gravidez. Ele usa ondas sonoras para formar imagens do útero e do bebê. Os médicos pedem o exame para confirmar a gravidez, calcular de quantas semanas ela está e ver onde está a placenta.
Existem vários tipos de ultrassom ao longo da gestação. O transvaginal costuma ser feito no início para ver se o embrião está se desenvolvendo. Já o ultrassom morfológico avalia a formação dos órgãos e do corpo do bebê, geralmente no primeiro e no segundo trimestres.
O acompanhamento com esses exames de imagem ajuda a identificar possíveis problemas, já que o ultrassom avalia o crescimento do bebê, a quantidade de líquido amniótico e o fluxo de sangue com o Doppler.
Ginecologistas são os médicos que podem pedir e avaliar os exames de ultrassom em gestantes. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
O ultrassom obstétrico é o nome geral do exame de imagem feito na gravidez. Ele usa ondas sonoras para formar imagens do útero, da placenta e do bebê em desenvolvimento. É um exame não invasivo, seguro e não usa radiação, sendo parte do pré-natal.
Ao longo da gravidez, o objetivo do ultrassom muda conforme o período. No início, ele ajuda a calcular o tempo de gestação. Depois, avalia a formação do bebê no exame morfológico. Nos meses finais, acompanha o crescimento e outras condições importantes.
A principal função desse exame é dar informações para a equipe de saúde, o que permite:
Sendo assim, cada ultrassom feito ao longo da gravidez tem uma função, de acordo com as semanas da gestação.
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Mesmo que o nome geral seja ultrassom obstétrico, os exames costumam ter nomes mais específicos, que mostram para que servem e como são feitos. Os mais comuns são o transvaginal e os morfológicos do primeiro e do segundo trimestre.
O ultrassom transvaginal costuma ser feito entre a sexta e a 12ª semana de gestação e, em geral, é o primeiro exame da gravidez. Nessa fase, o útero ainda é pequeno e fica mais baixo na pelve, o que permite ter imagens mais nítidas do que no exame feito pela barriga.
Durante o exame, um aparelho pequeno, protegido com preservativo, é colocado dentro da vagina. Ele permite confirmar se a gestação está dentro do útero, calcular com mais precisão de quantas semanas é a gravidez, identificar os batimentos do embrião e avaliar o colo do útero e os ovários da mãe.
Esse ultrassom é indicado entre 11 e 14 semanas e é um dos mais importantes da gravidez. Ele é feito pela barriga e vê sinais que podem indicar maior risco de síndromes genéticas, como a síndrome de Down. O principal ponto analisado é a translucência nucal, que é uma pequena quantidade de líquido na região da nuca do bebê.
Além disso, o exame observa a presença do osso nasal, o fluxo de sangue em uma veia específica e a formação inicial dos órgãos. Ele serve como um rastreio, ou seja, indica possíveis riscos, mas não confirma um diagnóstico.
Esse ultrassom é considerado uma avaliação completa do corpo do bebê e costuma ser feito entre 20 e 24 semanas. O ultrassom morfológico é um exame detalhado, geralmente pedido entre a 18ª e a 20ª semana, que analisa a formação dos órgãos e a anatomia do bebê. É um exame mais demorado, no qual o médico observa cada parte do corpo.
O objetivo é verificar se os órgãos e as estruturas estão se formando como o esperado. Durante o exame de imagem, então, são analisados:
É no ultrassom morfológico do segundo trimestre que, muitas vezes, dá para descobrir o sexo do bebê com bastante precisão, se os pais quiserem saber.
O ultrassom com Doppler colorido pode ser feito em qualquer fase da gestação, mas é mais comum no terceiro trimestre. Ele mede o fluxo de sangue em vasos importantes, como as artérias do útero, do cordão umbilical e do cérebro do bebê.
Esse exame ajuda a verificar se o bebê está recebendo oxigênio e nutrientes de forma adequada. Ele é importante para acompanhar a saúde do bebê, principalmente em casos de crescimento abaixo do esperado ou pressão alta na gestação.
Além do ultrassom comum (2D), existem versões mais avançadas, como o 3D e o 4D. Esses exames mostram imagens em três dimensões (3D) ou em movimento em tempo real (4D), o que deixa a visualização do bebê mais nítida e próxima da realidade. Eles também podem ser usados no acompanhamento da saúde do bebê.
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A quantidade e a frequência dos ultrassons podem variar. Em uma gravidez de baixo risco, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos um exame antes das 24 semanas para calcular o tempo de gestação e identificar possíveis alterações.
No Brasil, a prática médica costuma incluir pelo menos três exames principais: o transvaginal no início, o morfológico do primeiro trimestre e o morfológico do segundo trimestre. Outros exames podem ser pedidos pelo médico para acompanhar o crescimento do bebê no final da gravidez ou avaliar situações específicas.
A preparação para o ultrassom na gravidez costuma ser simples. Nos exames do início, feitos pela barriga, o médico pode pedir para a gestante beber água e ficar com a bexiga cheia, o que ajuda a melhorar a visualização do útero.
Já no ultrassom transvaginal e nos exames dos meses seguintes, normalmente não é preciso estar com a bexiga cheia. Mesmo assim, é importante confirmar as orientações com a clínica ou o laboratório na hora de marcar o exame.
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A ultrassonografia é um exame de imagem seguro, usado há décadas na medicina. Ela não usa radiação, o que permite acompanhar a gravidez com segurança e boa precisão. Não há evidências científicas de que o ultrassom cause danos à gestante ou ao bebê quando feito por profissionais qualificados e na frequência indicada pelo médico.
Cada exame permite acompanhar como o bebê está ao longo da gestação e faz parte do pré-natal. Quando a gestante segue o calendário de exames indicado pelo médico, consegue cuidar melhor de sua saúde e da saúde do bebê.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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