A dor e a rigidez articular podem ser agravadas por hábitos diários. Conheça os principais vilões da artrose no joelho e saiba como proteger sua articulação.
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

Aquela fisgada no joelho ao se levantar da cadeira ou a dor que insiste em aparecer depois de uma caminhada curta são sinais conhecidos por quem convive com a artrose. A artrose no joelho, também chamada de osteoartrite, é caracterizada pelo desgaste da cartilagem que reveste as articulações. Embora seja um processo progressivo, certos fatores podem acelerar sua piora de forma significativa.
Compreender quais hábitos e condições agravam o quadro é o primeiro passo para gerenciar os sintomas, aliviar a dor e preservar a mobilidade. Muitos desses fatores estão relacionados ao estilo de vida e podem ser modificados com orientação profissional.
Reumatologistas são os médicos indicados para o acompanhamento dos vários quadros decorrentes. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A sobrecarga mecânica refere-se a qualquer força excessiva ou mal distribuída que atua sobre a articulação do joelho. Essa pressão constante acelera a degeneração da cartilagem e intensifica a dor.
O sobrepeso e a obesidade são considerados os principais inimigos do joelho com artrose. Cada quilo extra de peso corporal multiplica em até quatro vezes a carga sobre os joelhos durante atividades como caminhar ou subir escadas. Assim, essa pressão contínua não apenas desgasta a cartilagem mais rapidamente, como também pode aumentar o processo inflamatório local.
O excesso de peso corporal também piora a artrose no joelho ao aumentar a sobrecarga física na articulação e liberar substâncias inflamatórias que intensificam a dor.
Estudos indicam que a perda de peso, mesmo que modesta, pode reduzir drasticamente a dor e melhorar a função articular em pacientes com artrose no joelho. O tecido adiposo também libera substâncias inflamatórias que podem agravar os sintomas articulares em todo o corpo.
Leia também: O que é a artrose no pé e quais são os sintomas
Lesões graves no menisco, a estrutura que atua como amortecedor no joelho, podem aumentar a sobrecarga na articulação e, consequentemente, agravar a artrose. A remoção cirúrgica desse amortecedor natural, em alguns casos, também pode intensificar essa sobrecarga, contribuindo para a piora da doença.
Leia também: Quem tem artrose no joelho pode fazer caminhadas?
Sapatos de salto alto, sem amortecimento adequado ou com solado muito rígido alteram a forma como o pé toca o chão. Essa mudança na biomecânica da marcha desalinha o corpo e aumenta o estresse sobre os joelhos. A falta de suporte adequado pode forçar a articulação a absorver mais impacto do que deveria, contribuindo para a dor e a inflamação.
Atividades que exigem flexão excessiva e repetitiva do joelho, como agachar com frequência ou subir e descer muitos lances de escada, podem piorar a artrose. Da mesma forma, permanecer sentado por longos períodos com os joelhos dobrados pode causar rigidez e dor ao se levantar. É fundamental variar as posições e realizar pausas para alongamento ao longo do dia.
O equilíbrio é a chave quando se trata de exercício e artrose. Tanto a inatividade quanto a atividade física inadequada podem ser prejudiciais para a articulação já desgastada.
A falta de movimento é um dos fatores que mais contribuem para a piora da artrose. Quando os músculos ao redor do joelho, principalmente o quadríceps (músculo da frente da coxa), estão fracos, eles não conseguem oferecer a estabilização e a absorção de impacto necessárias. Isso faz com que toda a carga seja transferida diretamente para a articulação, acelerando o desgaste.
A sobrecarga por excesso de peso combinada com a fraqueza dos músculos da coxa acelera o desgaste da cartilagem e piora a artrose no joelho. Um programa de fortalecimento muscular orientado por um fisioterapeuta ou educador físico é essencial no tratamento da artrose, pois músculos fortes funcionam como um amortecedor natural para o joelho.
Leia também: Veja qual é a importância da atividade física no dia a dia
Por outro lado, exercícios de impacto intenso e repetitivos, como corridas exaustivas em asfalto, aulas de jump ou esportes com saltos e mudanças bruscas de direção, podem agravar uma articulação já comprometida. Esse tipo de atividade, se realizado sem fortalecimento prévio e orientação, aumenta o atrito entre os ossos e pode intensificar a inflamação e a dor, gerando sobrecarga mecânica que acelera o desgaste da cartilagem.
Atividades de baixo impacto, como natação, hidroginástica, ciclismo e caminhada em terreno plano, são geralmente mais recomendadas para quem tem artrose no joelho.
A inflamação é um componente central da dor na artrose. O que você come pode ajudar a controlá-la ou a piorá-la. Uma dieta com perfil inflamatório pode aumentar a sensibilidade à dor e contribuir para a progressão da doença.
De acordo com a Arthritis Foundation, uma organização internacional de pesquisa, certos alimentos podem exacerbar a inflamação no corpo.
Uma dieta rica em gordura pode piorar a artrose no joelho, pois aumenta diretamente a inflamação na articulação, mesmo sem ganho de peso corporal. Reduzir o consumo desses alimentos é fundamental para ajudar no manejo dos sintomas da artrose.
Alguns alimentos e ingredientes são conhecidos por promoverem respostas inflamatórias. Reduzir seu consumo pode ajudar no manejo dos sintomas da artrose. Entre eles estão:
O consumo excessivo de álcool e sal também pode contribuir para a inflamação e a retenção de líquidos, intensificando o desconforto articular.
É fundamental não ignorar os sinais de piora da artrose no joelho. O acompanhamento médico com um ortopedista ou reumatologista é crucial para um diagnóstico correto e um plano de tratamento individualizado.
Procure ajuda profissional se você notar:
Um especialista poderá indicar as melhores abordagens, que podem incluir fisioterapia, medicamentos, mudanças no estilo de vida e, em casos selecionados, procedimentos cirúrgicos.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES

R. Jaguaruna, 105 - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, CEP 23080-160
(21) 3316-2900

Av. Prof. Magalhães Neto, 1541 - Pituba, Salvador - BA, CEP 41810-011
(71) 4020-0057

QMSW 4 - Sudoeste, Brasília - DF
(61) 2196-5300

Av. Santo Amaro, 2468 - Brooklin Paulista, São Paulo - SP, CEP 04556-100
(11) 3040-8000

Tv. Frederico Pamplona, 32 - Copacabana, Rio de Janeiro - RJ, CEP 22061-080
(21) 2545-4000

R. Conselheiro Brotero, 1486 - Higienópolis, São Paulo - SP, CEP 01232-010
(11) 3821-5300

Tv. Lasalle, 12 - Centro, Niterói - RJ, CEP 24020-096
(21) 2729-1000