A faringite alérgica é uma inflamação da garganta causada por poeira, ácaros e pólen; mesmo sem infecção ou febre, a garganta pode ficar irritada por dias, com coceira e ardor
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A faringite alérgica é uma inflamação na garganta causada pelo contato com poeira, ácaros e pólen presentes no ambiente. Sendo assim, o quadro não é provocado por vírus ou bactérias, mas por uma reação do sistema de defesa do corpo a essas substâncias.
Os sintomas incluem coceira na garganta, sensação frequente de pigarro, tosse seca e vermelhidão local. Diferente das infecções respiratórias, a faringite alérgica não costuma causar febre nem dor forte ao engolir alimentos.
O tratamento pode envolver anti-histamínicos e corticoides de uso local, quando indicados por um médico. A lavagem nasal com soro fisiológico e a ingestão de líquidos também podem ajudar, pois reduzem a irritação e o desconforto na garganta.
Otorrinolaringologistas são os médicos que atendem pacientes com faringite alérgica, fazendo o diagnóstico e indicando o tratamento certo. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Faringite é o nome dado à inflamação da faringe, a região na parte de trás da garganta, entre as amígdalas e a laringe. Quando essa inflamação acontece por reação a substâncias como poeira, ácaros, pólen, mofo ou pelos de animais, recebe o nome de faringite alérgica.
Nesse quadro, o sistema de defesa do corpo reage de forma exagerada a partículas que não causam doença. Essa reação libera substâncias como a histamina, que provocam inchaço e irritação na mucosa da garganta.
A condição não é contagiosa, diferente das faringites causadas por vírus ou bactérias.
Leia também: Laringite e faringite: sintomas e diferença entre as inflamações
Os sinais da faringite alérgica ajudam a diferenciar o quadro de infecções comuns. Nesse caso, os sintomas costumam ficar concentrados na garganta, sem febre ou mal-estar no corpo, com manifestações que incluem:
Muitas vezes, a faringite alérgica não aparece sozinha. Ela costuma vir acompanhada de sinais de rinite alérgica, como espirros, nariz escorrendo com secreção clara e dificuldade para respirar pelo nariz. Também podem aparecer olhos vermelhos e lacrimejantes.
A principal diferença entre a faringite alérgica e a faringite infecciosa está nos sinais que não aparecem na faringite alérgica. Em infecções virais ou bacterianas, é comum que o paciente tenha febre, secreção ou placas na garganta e dor mais forte ao engolir.
Nas infecções bacterianas, também podem aparecer febre alta e inchaço doloroso no pescoço. Na faringite alérgica, esses sinais não estão presentes. A avaliação médica é importante para identificar a causa e evitar o uso de antibióticos sem necessidade.
A diferenciação entre os quadros depende da avaliação médica, já que alguns sintomas podem ser parecidos no começo. Assim, o médico observa como os sinais aparecem, há quanto tempo acontecem e se existe contato com alérgenos ou com pessoas doentes.
Leia também: O que é laringite? Entenda os sinais de alerta e conheça os tratamentos
A faringite alérgica acontece quando há contato com substâncias que provocam alergia e entram pelas vias respiratórias. Um fator comum é o gotejamento pós-nasal, frequente em pessoas com rinite. Nesse caso, o muco produzido no nariz escorre para a parte de trás da garganta, levando partículas irritantes e mantendo a inflamação.
Outros desencadeadores são poeira doméstica, ácaros, pólen de plantas e esporos de mofo, que fazem parte dos chamados aeroalérgenos. Também podem contribuir os pelos de animais, incluindo partículas presentes na saliva, urina e na pele de cães e gatos.
Além disso, fatores como poluição do ar, fumaça de cigarro e exposição a cheiros ou substâncias químicas fortes podem afetar os pacientes, enquanto mudanças no clima, como ar muito seco ou frio, podem piorar a irritação ao ressecar a mucosa da garganta.
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A faringite alérgica não costuma ser uma situação de urgência, mas a avaliação médica é importante para confirmar o diagnóstico e afastar outras causas. O uso de remédios por conta própria pode não resolver o problema e ainda dificultar a identificação do quadro.
A orientação é buscar atendimento com clínico geral, otorrinolaringologista ou alergista quando os sintomas não melhoram, quando há dúvida sobre a origem do desconforto ou quando aparecem dificuldades importantes para engolir ou respirar.
O médico pode examinar a garganta e, se necessário, pedir testes para identificar substâncias que desencadeiam a alergia. A partir disso, o tratamento pode incluir medicamentos para controlar a reação alérgica, sprays nasais e medidas para reduzir o contato com os agentes que causam a irritação.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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