A rinite é uma reação inflamatória do nariz a fatores como poeira, ácaros e cheiros fortes; as crises podem causar espirros e nariz entupido, além de coriza e coceira
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A rinite é uma inflamação da mucosa do interior do nariz. O contato do organismo com poeira, ácaros e pólen dispara essa reação do sistema de defesa, o que leva à liberação de substâncias químicas na corrente sanguínea e provoca o inchaço das vias nasais.
Os sintomas da rinite incluem espirros, coriza, coceira no nariz e nos olhos, além de nariz entupido. Muitas pessoas confundem esse quadro com a sinusite, que é a inflamação das cavidades ósseas da face e costuma causar dor de cabeça e secreção mais grossa.
O tratamento médico da rinite envolve o controle dos fatores que desencadeiam as crises no ambiente, o uso de remédios específicos prescritos por especialistas e a lavagem nasal diária com soro fisiológico.
Pneumologistas são os médicos que atendem pacientes com rinite, fazendo o diagnóstico e indicando o tratamento certo. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A rinite é a inflamação da mucosa do interior do nariz. Esse tecido age como uma primeira barreira do sistema respiratório, ajudando a filtrar, aquecer e umidificar o ar. Quando essa mucosa inflama, ela incha e produz mais muco, o que leva aos sintomas do quadro.
No geral, essa reação inflamatória pode ser provocada por diferentes fatores, como partículas presentes no ar e mudanças de temperatura, o que ajuda a explicar os diferentes tipos de rinite.
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A inflamação da mucosa do nariz aparece por meio de um conjunto de sintomas que podem variar de intensidade de uma pessoa para outra. Os quatro sinais mais comuns, também chamados de tétrade nasal, são:
Além desses sintomas, podem aparecer lacrimejamento nos olhos, tosse seca e dor de cabeça. No geral, esses são sinais que podem atrapalhar o sono e interferir nas atividades da rotina da pessoa, como trabalho, estudos e descanso.
A inflamação do nariz pode ter diferentes causas, o que interfere na forma de tratar o problema. A rinite se divide em duas grandes categorias: alérgica e não alérgica.
A rinite alérgica é o tipo mais comum e acontece quando o sistema de defesa do corpo reage de forma exagerada a substâncias que, na maioria das vezes, são inofensivas, chamadas de alérgenos.
Quando essas substâncias entram em contato com a mucosa do nariz, elas estimulam a liberação de histamina e outras substâncias inflamatórias. Na maioria dos casos, os alérgenos incluem:
Esses elementos estão presentes em ambientes dentro e fora de casa e podem se acumular em locais como colchões, cortinas, tapetes e espaços com pouca ventilação, o que aumenta o contato com o nariz e facilita o aparecimento das crises.
Nesse grupo, os sintomas não são causados por uma reação alérgica do sistema de defesa do corpo, e a inflamação acontece por outros motivos, que dão origem a alguns subtipos.
Esse é o tipo de rinite que aparece junto com gripes e resfriados, causada por vírus ou, em casos raros, por bactérias. Na maioria das vezes, melhora sozinha e dura alguns dias.
A rinite medicamentosa acontece pelo uso excessivo e prolongado de descongestionantes nasais em spray ou gotas. Nessa situação, o remédio provoca um efeito rebote, em que o nariz entope ainda mais quando o efeito passa, o que leva a um ciclo de uso repetido.
A rinite vasomotora ou idiopática aparece quando os vasos sanguíneos do nariz reagem de forma exagerada a estímulos como mudanças bruscas de temperatura, ar-condicionado, cheiros fortes, incluindo os de perfumes e produtos de limpeza, e fumaça de cigarro.
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Mesmo que os sintomas possam ser parecidos, rinite e sinusite são condições diferentes que afetam regiões distintas do sistema respiratório, tendo, inclusive, formas de tratamento específicas.
Segundo a American Academy of Allergy, Asthma & Immunology, dos Estados Unidos, uma rinite que não é tratada do jeito certo pode favorecer o aparecimento de sinusite. Isso acontece porque a inflamação no nariz pode dificultar a drenagem dos seios da face, criando um ambiente que facilita o desenvolvimento de infecções.
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O diagnóstico da rinite é feito sobretudo com base na avaliação clínica, quando o médico analisa o histórico de saúde e os sintomas do paciente. O exame da parte interna do nariz também pode mostrar a mucosa pálida e inchada, característica comum da rinite alérgica.
Para confirmar o tipo alérgico e identificar as possíveis causas, o profissional de saúde pode pedir testes de alergia na pele (prick test) ou exames de sangue que detectam a presença de anticorpos específicos (IgE).
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Mesmo que muitas vezes seja vista como uma condição simples, a rinite pode afetar a qualidade de vida e levar a complicações. A avaliação médica é indicada quando os sintomas não passam ou se repetem com frequência, interferindo no sono e no trabalho.
A busca por atendimento também é importante quando não existe uma melhora com as medidas básicas de controle do ambiente, como redução da exposição a poeira e outros fatores que podem desencadear as crises.
Outro ponto de atenção é quando os sintomas aparecem junto de outros problemas respiratórios, como asma, infecções de ouvido de repetição ou sinusite crônica. Também é necessário investigar casos em que o paciente tem sangramento nasal ou dor facial forte.
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O controle dos sintomas da rinite envolve uma combinação de cuidados. A principal medida, especialmente na rinite alérgica, é reduzir o contato com fatores que desencadeiam as crises no ambiente. Por isso, o paciente deve:
O tratamento com remédios pode incluir anti-histamínicos e sprays nasais com corticosteroides, mas deve sempre ser indicado e acompanhado por um médico. A automedicação, principalmente com descongestionantes nasais, não é recomendada por causa dos riscos associados ao uso inadequado.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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