O imunizante conhecido como SCR protege crianças e adultos contra sarampo, caxumba e rubéola por meio de vírus atenuados
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

Você está organizando os documentos para a matrícula escolar do seu filho ou arrumando as malas para uma viagem, quando percebe que a caderneta de vacinação está incompleta.
Entre as várias siglas do documento, uma costuma chamar a atenção pela frequência com que é exigida. Saber o que é a vacina tríplice viral ajuda a entender por que essa proteção específica é cobrada em tantas etapas da vida.
O imunizante constrói uma barreira fundamental contra três doenças respiratórias altamente contagiosas. A vacinação combinada produz uma defesa imunológica de longa duração no organismo.
Essa proteção contínua atua de forma direta contra o sarampo, a caxumba e a rubéola em uma só aplicação. Agende uma consulta para avaliar seu calendário vacinal e manter sua imunização em dia.
A tríplice viral tem como sigla SCR, que indica os alvos da vacina no organismo. Ela estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos de defesa contra três infecções distintas e potencialmente graves:
A vacinação em massa reduz a circulação desses vírus na comunidade. Isso protege de forma indireta aqueles que não podem receber as doses por questões médicas.
O Ministério da Saúde, por meio do Calendário Nacional de Imunização, estabelece diretrizes precisas para a aplicação nos postos de saúde. A quantidade de doses varia conforme a idade do paciente no momento da avaliação.
Pessoas que não possuem o registro de vacinação na infância devem procurar uma unidade de saúde. O profissional de enfermagem avalia o documento e aplica o imunizante.
A aplicação da segunda dose é fundamental para consolidar a proteção individual. O esquema vacinal completo fortalece a resposta imunológica.
A administração ocorre por via subcutânea. O profissional de saúde insere uma agulha curta na camada de gordura localizada logo abaixo da pele, geralmente no braço. A solução injetada contém vírus vivos que foram enfraquecidos, ou seja, atenuados em laboratório.
Esses agentes não têm força para causar as doenças em pessoas saudáveis. Eles atuam apenas como um treinamento simulado para o sistema de defesa. Assim, se a pessoa tiver contato com o vírus no futuro, o corpo já saberá como eliminá-lo rapidamente.
A tríplice viral (SCR) combate o vírus e foca no sarampo, na caxumba e na rubéola. Já a vacina DTP (tríplice bacteriana) previne doenças causadas por bactérias, cobrindo a difteria, o tétano e a coqueluche.
Ambas são essenciais na infância e na fase adulta. Elas possuem composições, vias de administração e intervalos de reforço completamente diferentes. Segundo o Ministério da Saúde a vacina DTP é aplicada em duas doses.
Sendo recomendada para crianças de 1 ano a menos de 7 anos de idade. A primeira dose deve ser administrada aos 15 meses de vida e a segunda é indicada aos 4 anos. Para maiores de 7 anos, o imunizante é o dT (dupla bacteriana ou vacina adsorvida difteria e tétano).
A sua aplicação deve ser feita a cada 10 anos ou a cada 5 anos caso o indivíduo sofre ferimentos graves.
Leia também: Vacina dTpa: o que é, para que serve e por que é importante
Durante surtos regionais de sarampo, as autoridades de saúde promovem campanhas de bloqueio e reforço. Nessas situações, a vacinação é recomendada até mesmo para quem já completou o esquema no passado.
Segundo a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm), é possível considerar a aplicação de uma terceira dose em pessoas com esquema completo, em casos de surto de caxumba ou sarampo. O profissional do posto avalia cada cenário na triagem antes de liberar a aplicação.
Como o imunizante utiliza vírus vivos, algumas condições clínicas exigem restrições temporárias ou definitivas. A aplicação é contraindicada para grupos que apresentam vulnerabilidade no sistema imunológico, como:
Mulheres em idade fértil que tomam a vacina recebem a orientação de evitar a gravidez pelo período de um mês, de acordo com o Ministério da Saúde. É importante sempre conversar com o médico assistente para alinhar a vacinação com o seu histórico clínico de saúde.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES

R. Jaguaruna, 105 - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, CEP 23080-160
(21) 3316-2900

Av. Prof. Magalhães Neto, 1541 - Pituba, Salvador - BA, CEP 41810-011
(71) 4020-0057

QMSW 4 - Sudoeste, Brasília - DF
(61) 2196-5300

Av. Santo Amaro, 2468 - Brooklin Paulista, São Paulo - SP, CEP 04556-100
(11) 3040-8000

Tv. Frederico Pamplona, 32 - Copacabana, Rio de Janeiro - RJ, CEP 22061-080
(21) 2545-4000

R. Conselheiro Brotero, 1486 - Higienópolis, São Paulo - SP, CEP 01232-010
(11) 3821-5300

Tv. Lasalle, 12 - Centro, Niterói - RJ, CEP 24020-096
(21) 2729-1000