A presença do silicone não impede a amamentação na maioria das mulheres; a forma como a cirurgia é feita pode influenciar a preservação das estruturas responsáveis pelo leite
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Quem tem silicone pode amamentar, mas a cirurgia pode afetar algumas estruturas da mama que participam da produção e da saída do leite. A técnica usada, o local do corte e a preservação dos canais por onde passa o leite são fatores avaliados no aleitamento.
Os implantes de silicone ficam atrás do tecido da mama ou do músculo do peito e não entram em contato com o leite materno. A amamentação depende das glândulas que produzem leite, dos canais que levam o leite até o mamilo e dos hormônios liberados.
Pediatras são os médicos que podem orientar mulheres no período de amamentação, já que o principal foco dessa fase é a saúde do bebê. A Rede Américas tem profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
O implante de silicone não ocupa o mesmo espaço que o tecido responsável pela produção do leite materno. Durante a cirurgia, o médico responsável cria uma área específica para colocar a prótese, mantendo a glândula mamária separada.
No geral, existem duas principais formas de posicionar o implante, que variam conforme a técnica escolhida pelo cirurgião e as características de cada paciente, levando em conta a estrutura da mama e as condições avaliadas antes do procedimento:
As duas técnicas são consideradas seguras. A escolha do posicionamento do implante depende da avaliação das características de cada paciente antes da cirurgia, mas nenhuma delas impede diretamente a amamentação.
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O local por onde o cirurgião coloca a prótese de silicone pode influenciar a preservação da capacidade de amamentar, visto que o caminho usado na cirurgia pode afetar os canais por onde passa o leite e os nervos do local.
A amamentação pode ser prejudicada quando o procedimento interfere no tecido da mama responsável pela produção de leite, por isso a preservação dessas estruturas é um ponto importante durante a cirurgia.
Nesse sentido, é importante considerar os tipos de incisão, que incluem:
A redução da sensibilidade no mamilo, comum depois da incisão periareolar, pode dificultar o reflexo de saída do leite. A sucção do bebê estimula os nervos da aréola, que enviam sinais ao cérebro para liberar ocitocina, hormônio envolvido nesse processo.
Quando a sensibilidade está reduzida, a liberação desse hormônio pode ser afetada e tornar o início da amamentação mais desafiador. Nesses casos, o processo pode exigir mais tempo e acompanhamento nos primeiros dias de aleitamento.
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As próteses de silicone usadas atualmente contêm um gel de alta coesividade, com textura mais firme e menor capacidade de se espalhar. Por isso, a literatura médica não aponta o risco de passagem do silicone para o leite materno.
Mesmo em casos raros de ruptura do implante, o gel permanece dentro da cápsula formada ao redor da prótese e não chega aos canais por onde passa o leite, então ele mantém suas propriedades nutricionais e de proteção para o bebê.
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A gestação e a amamentação causam mudanças naturais nas mamas das mulheres. Nesses processos, a pele se estica por conta do aumento das glândulas mamárias e, depois do fim da lactação, esse tecido diminui novamente.
A prótese de silicone mantém o mesmo volume, mas a pele da mama pode ficar mais flácida. Mulheres que fizeram mastopexia junto com a colocação do implante antes da gravidez precisam de acompanhamento, pois a cirurgia também modifica a mama.
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A preparação para o aleitamento materno começa durante o pré-natal. Sendo assim, a paciente deve informar ao obstetra sobre a presença do implante de silicone, o tempo desde a cirurgia e a técnica usada na avaliação das condições da mama.
Nessas situações, o acompanhamento de um profissional da saúde ajuda a identificar possíveis dificuldades durante a amamentação e orientar medidas para melhorar a pega do bebê, a posição nas mamadas e a produção de leite.
A avaliação de um especialista é indicada em casos de dor, baixa produção de leite, dificuldade na saída do leite ou outras alterações durante o aleitamento. Cada situação deve ser analisada conforme as condições da mãe e do bebê.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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