A vacina contra meningite ajuda a reduzir o risco de casos graves e complicações causadas pela doença; mesmo com a imunização, alguns tipos de meningite ainda podem acontecer
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

Quem tomou vacina contra meningite ainda pode ter a doença em algumas situações. Isso acontece porque os imunizantes protegem contra alguns dos agentes causadores da doença, mas não contra todos os microrganismos que podem provocar o quadro.
A meningite é uma inflamação das meninges, que são membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A doença pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e outros microrganismos, e a gravidade depende do agente responsável pela infecção.
No geral, as vacinas estimulam o corpo a combater alguns causadores da doença. Por isso, um caso de meningite em uma pessoa vacinada não significa que a imunização deixou de funcionar, mas que o quadro pode estar relacionado a um agente não coberto por ela.
Pediatras são os médicos que podem orientar os pais sobre as vacinas necessárias para proteger crianças e adolescentes da meningite. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A meningite é uma inflamação das meninges, que são membranas protetoras que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A gravidade da doença depende do agente causador e das condições de saúde de cada pessoa, podendo evoluir bem rápido em alguns casos.
As formas infecciosas da meningite podem ser transmitidas pelo contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas. A transmissão pode acontecer por gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar, principalmente em lugares com pouca ventilação.
Em geral, as causas da inflamação são divididas em:
A evolução da meningite depende, além do tipo da doença, da forma como o corpo reage e das condições de saúde do paciente infectado. Por isso, cada caso precisa ser avaliado de maneira individual por um médico.
Os sintomas da meningite podem variar conforme o agente causador e a idade da pessoa. Mesmo assim, a doença costuma causar sinais como febre, dor de cabeça forte, rigidez na nuca, náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e confusão mental.
Em alguns casos, também podem aparecer manchas na pele, principalmente nas meningites causadas por determinadas bactérias. Esses sinais podem aparecer de repente e precisam de avaliação médica na hora.
Em bebês e crianças pequenas, os sintomas podem ser diferentes dos apresentados por adultos. Sendo assim, irritação, sonolência excessiva, recusa para mamar, choro persistente e mudanças no comportamento podem indicar alterações na saúde.
Leia também: Sintomas de meningite em criança: como reconhecer e quando agir
A meningite não tem um único causador, então diferentes microrganismos podem provocar a inflamação das meninges. Por isso, cada vacina é desenvolvida para proteger contra agentes específicos, sem abranger todos os possíveis causadores da doença.
Os quadros virais representam grande parte dos casos. Os enterovírus estão entre os principais responsáveis por essas infecções. As vacinas contra meningite bacteriana não protegem contra vírus, pois são direcionadas a determinadas bactérias.
Nesse cenário, a meningite bacteriana pode apresentar maior risco de complicações, com a bactéria Neisseria meningitidis tendo diferentes sorogrupos. A vacina contra o sorogrupo C, por exemplo, estimula a produção de defesa contra esse grupo, mas não contra outros.
Leia também: A vacina pentavalente protege contra quais doenças? Entenda
A proteção contra a meningite depende de várias vacinas, já que cada uma é indicada para um agente causador. Assim, hoje, nenhum imunizante sozinho oferece proteção contra todos os sorogrupos existentes:
Cada vacina estimula o corpo a criar defesa contra os grupos de bactérias incluídos em sua composição, como A, C, W, Y ou B. Por isso, uma vacina não protege contra infecções causadas por grupos que não fazem parte da dose aplicada.
Outros imunizantes também ajudam a prevenir tipos diferentes de meningite. A vacina pneumocócica, por exemplo, protege contra a bactéria Streptococcus pneumoniae. Já a vacina pentavalente protege contra infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.
Leia também: Sinusite pode virar meningite? Entenda a relação e os sinais de alerta
Em geral, o sistema imunológico precisa de novos estímulos para manter a proteção. No caso das vacinas meningocócicas, a defesa criada pelo corpo pode diminuir com o passar dos anos, o que ajuda a explicar casos em adolescentes e jovens vacinados na infância.
As doses de reforço ajudam a recuperar essa proteção. O Ministério da Saúde recomenda esquemas de vacinação que incluem reforços em idades específicas, especialmente porque adolescentes podem ter maior circulação da bactéria e transmitir o microrganismo.
Existe um medo de que a vacina contra meningite possa causar a doença, mas isso não acontece. As vacinas meningocócicas não usam bactérias vivas em sua composição, mas partes do microrganismo ou proteínas produzidas em laboratório.
Como não existe bactéria viva no imunizante, a vacina não consegue causar meningite. Depois da aplicação, podem aparecer reações leves e temporárias, como febre baixa, dor no local da injeção e irritabilidade.
Assim, quando uma criança tem meningite após a vacina, a doença pode ter começado antes da imunização gerar proteção ou ter sido causada por outro agente não coberto, já que o corpo leva cerca de duas semanas para desenvolver uma resposta de defesa.
Leia também: Vacina para idosos acima de 60 anos: veja as mais importantes
A vacinação reduz o risco da meningite, mas não elimina a necessidade de atenção aos sinais da doença. Em geral, o reconhecimento dos sintomas ajuda no diagnóstico rápido, que é importante para iniciar o tratamento e reduzir o risco de sequelas neurológicas.
Os sintomas mais conhecidos precisam de avaliação médica. Febre alta de início súbito, dor de cabeça forte, rigidez na nuca (dificuldade de encostar o queixo no peito) e vômitos em jato estão entre os sinais que exigem atenção.
Outras manifestações podem indicar alterações no sistema nervoso, como confusão mental, sonolência excessiva e fotofobia (sensibilidade intensa à luz). Em bebês, choro inconsolável e abaulamento da moleira (fontanela tensa) também são sinais importantes.
A informação sobre a vacina ajuda a equipe de saúde durante a avaliação do caso. Na Rede Américas, a investigação inclui a análise dos sintomas clínicos, a realização de exames quando indicados e o início do tratamento adequado conforme a necessidade.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES

R. Jaguaruna, 105 - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, CEP 23080-160
(21) 3316-2900

Av. Prof. Magalhães Neto, 1541 - Pituba, Salvador - BA, CEP 41810-011
(71) 4020-0057

QMSW 4 - Sudoeste, Brasília - DF
(61) 2196-5300

Av. Santo Amaro, 2468 - Brooklin Paulista, São Paulo - SP, CEP 04556-100
(11) 3040-8000

Tv. Frederico Pamplona, 32 - Copacabana, Rio de Janeiro - RJ, CEP 22061-080
(21) 2545-4000

R. Conselheiro Brotero, 1486 - Higienópolis, São Paulo - SP, CEP 01232-010
(11) 3821-5300

Tv. Lasalle, 12 - Centro, Niterói - RJ, CEP 24020-096
(21) 2729-1000