A pneumonia viral pode aparecer depois de infecções causadas por vírus; a atenção aos sintomas ajuda a diminuir o risco de complicações, como a insuficiência respiratória
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A pneumonia viral é uma infecção causada por vírus que atinge os pulmões e provoca uma inflamação nas bolsas responsáveis pelas trocas de oxigênio, chamadas de alvéolos. Vírus como os da gripe e da Covid-19, por exemplo, podem desencadear esse quadro.
Diferente de uma virose que fica restrita ao nariz e à garganta, a pneumonia viral afeta o tecido pulmonar. Por isso, a pessoa pode sentir falta de ar, cansaço forte, sensação de peso no peito e dificuldade para fazer atividades da rotina, como caminhar ou subir escadas.
Os primeiros sintomas costumam se parecer com os de uma gripe forte. Febre, tosse seca, dores no corpo, mal-estar e fraqueza são sinais frequentes. Quando a tosse piora, a respiração fica mais difícil ou a febre não melhora, é importante buscar atendimento médico.
Pneumologistas são os médicos que atendem pacientes com pneumonia viral, fazendo o diagnóstico e indicando o tratamento certo. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A pneumonia viral é uma infecção causada por vírus que afeta um ou os dois pulmões. Ela provoca inflamação dos alvéolos, que são pequenas bolsas de ar responsáveis pelas trocas de oxigênio no organismo. Quando essas estruturas ficam inflamadas, podem acumular líquido, o que dificulta a respiração e diminui a quantidade de oxigênio que chega ao corpo.
Vários vírus podem causar pneumonia viral, mas os mais comuns incluem:
Essa infecção é diferente da pneumonia bacteriana, que é causada por bactérias e, na maioria das vezes, precisa de antibióticos para o tratamento. Já na pneumonia viral, os antibióticos não funcionam, porque são remédios que agem só contra bactérias.
Os sintomas da pneumonia viral podem mudar de intensidade de acordo com o vírus que causou a infecção, a idade e o estado de saúde da pessoa. Em geral, o quadro aparece e piora aos poucos, diferente da pneumonia bacteriana, que costuma evoluir mais rápido.
Na maioria dos casos, a doença começa como uma infecção respiratória comum, como gripe ou infecção por vírus como Influenza, e depois pode atingir os pulmões. A febre tende a continuar por vários dias e a tosse, seca ou com pouca secreção, também persiste.
Os sintomas iniciais da pneumonia viral costumam ser parecidos com os sintomas de uma gripe ou de um resfriado forte, o que pode dificultar a identificação da doença nos primeiros dias. Sendo assim, os sinais mais comuns do quadro incluem:
A presença desses sintomas isolados não confirma a pneumonia viral, mas a combinação deles e a permanência por alguns dias pode indicar que a infecção está evoluindo. Quando há piora da febre e aumento da fraqueza, é importante buscar uma avaliação médica.
Com a progressão da doença, os sintomas respiratórios começam a ficar mais evidentes.
A tosse costuma ser seca e persistente no início do quadro, mas pode evoluir para tosse com pouca secreção, que pode ser clara ou amarelada. Em alguns casos, ela se mantém por vários dias e tende a piorar com o tempo.
Já a falta de ar é um dos principais sinais de alerta e se caracteriza pela dificuldade para respirar, que piora durante esforços físicos e, em situações mais graves, pode acontecer até quando o paciente está em repouso.
A dor no peito pode aparecer como uma pontada ou dor aguda, que se intensifica ao respirar fundo ou ao tossir. Também pode surgir respiração acelerada e mais curta, indicando esforço maior do organismo para respirar.
Leia também: Pneumonia viral: tratamento recomendado e tempo de recuperação
Grupos de risco, como crianças e idosos, podem ter sintomas menos típicos da doença, o que exige maior atenção de familiares e cuidadores. Nesses pacientes, a evolução do quadro pode acontecer de forma mais rápida e com mais risco de complicações.
Em bebês e crianças, a pneumonia viral pode se manifestar com respiração muito rápida e esforço visível para respirar, incluindo o uso da musculatura da barriga. Também podem apresentar irritabilidade ou apatia excessiva, dificuldade para se alimentar e febre alta.
Já em idosos, os sinais podem ser diferentes dos comuns, podendo haver confusão mental ou mudanças súbitas no comportamento, sonolência excessiva e prostração. Também podem ocorrer perda de equilíbrio e quedas, além da ausência de febre ou, em algumas situações, temperatura corporal abaixo do normal, o que também requer atenção.
Ainda que só um médico possa confirmar o diagnóstico, existem algumas diferenças entre a pneumonia viral e a pneumonia bacteriana. No geral, essas especificidades ajudam o profissional de saúde a identificar a causa e a orientar o tratamento:
É importante saber que a pneumonia viral pode enfraquecer as defesas naturais dos pulmões e facilitar a entrada e o crescimento de bactérias. Nesses casos, pode aparecer uma infecção secundária, quando uma infecção bacteriana se desenvolve junto ao quadro viral, tornando a evolução da doença mais grave e exigindo mais atenção médica.
Leia também: O que causa a pneumonia? Conheça os agentes infecciosos da doença
Qualquer suspeita de pneumonia exige avaliação e acompanhamento médico. Mesmo assim, existem alguns sintomas que indicam a necessidade de procurar atendimento de emergência na hora, como:
O diagnóstico da pneumonia viral é feito por meio de avaliação clínica, com análise dos sintomas e ausculta dos pulmões. Em alguns casos, podem ser pedidos exames de imagem e testes laboratoriais para ajudar a identificar o agente causador da infecção.
O tratamento da doença é voltado para o controle dos sintomas, com repouso, hidratação e uso de medicamentos conforme orientação médica. Em situações específicas, podem ser indicados antivirais, mas o uso de antibióticos sem orientação médica não é recomendado, já que esses remédios não atuam contra vírus e podem trazer riscos à saúde.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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