A laringite é uma inflamação na região das cordas vocais que pode ser causada por infecções ou esforço ao falar; o paciente costuma ter rouquidão e perda temporária da fala
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A laringite é uma inflamação da laringe, onde ficam as cordas vocais. O inchaço nessa região faz com que as pregas vocais não vibrem de forma normal ao falar, e isso muda a forma como o som é produzido e altera o tom da voz, que pode ficar rouca ou instável.
A forma aguda da condição costuma estar ligada a infecções virais. Nessa situação, o vírus atinge a mucosa das vias respiratórias e causa inchaço na região. Na maioria dos casos, os sintomas desaparecem em até duas semanas.
Já a forma crônica aparece quando existe uso excessivo da voz, refluxo gastroesofágico, tabagismo ou contato com poluentes. Como esses fatores irritam a laringe de forma contínua, a inflamação dura mais tempo.
Otorrinolaringologistas são os médicos que atendem pacientes com laringite, fazendo o diagnóstico e indicando o tratamento certo. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A laringite é a inflamação da laringe, estrutura na parte superior do pescoço que liga a faringe à traqueia. A laringe é o principal órgão da voz e abriga as cordas vocais, duas pregas musculares que vibram para produzir o som da fala.
Quando há inflamação, essas pregas vocais incham e podem ficar avermelhadas. Esse inchaço muda a forma como elas vibram e interfere na produção do som, o que prejudica a fala e pode causar sensação de irritação na garganta.
O resultado mais comum é a rouquidão. Em casos mais sérios, pode acontecer perda temporária da voz, chamada de afonia. A condição pode aparecer de forma isolada ou estar relacionada a infecções, irritações ou doenças que afetam o sistema imunológico.
Leia também: A laringite é contagiosa? Entenda quando há risco de transmissão
Os sinais da laringite aparecem quando a inflamação começa a interferir no funcionamento da laringe, mas não se manifestam do mesmo jeito em todos os casos. As alterações variam de pessoa para pessoa e dependem do que provocou a inflamação, podendo incluir:
Quando esses sinais continuam por alguns dias ou aparecem junto de gripes, esforço vocal ou contato com fumaça e outros irritantes, é importante ir ao médico, pois a avaliação do profissional ajuda a entender a causa e indicar o tratamento certo.
As causas da laringite podem ser divididas em dois tipos, de acordo com o tempo em que os sintomas permanecem. A forma aguda é a mais comum e dura menos de três semanas, enquanto a forma crônica se mantém por um período maior.
A forma aguda da laringite geralmente aparece de repente e dura pouco tempo. Na maioria dos casos, ela está relacionada a infecções virais, como gripes e resfriados, que atingem as vias respiratórias e provocam inflamação na região da laringe.
Outra causa comum é o uso excessivo da voz, como falar alto, gritar ou cantar por longos períodos, o que pode causar uma irritação mecânica nas pregas vocais. Em situações menos frequentes, a laringite aguda também pode ser causada por infecções bacterianas.
Mais raramente, a inflamação pode estar ligada a infecções fúngicas.
Quando a rouquidão e outros sintomas da laringite duram mais de três semanas, o quadro é considerado crônico. Nesses casos, a inflamação costuma estar relacionada ao contato frequente com fatores que irritam a laringe.
Um deles é o refluxo gastroesofágico, que acontece quando o ácido do estômago sobe até a garganta e irrita a região. O tabagismo também é uma causa comum, já que a fumaça do cigarro age como um irritante para as cordas vocais.
Além disso, alergias persistentes podem manter a laringe inflamada por mais tempo. A inalação de substâncias irritantes, como poluição ou produtos químicos presentes em alguns ambientes de trabalho, também pode contribuir para a continuidade do quadro.
Embora todas possam causar dor de garganta, laringite, faringite e amigdalite são inflamações que acontecem em partes diferentes da via aérea superior, o que faz com que os sintomas variem de acordo com a área afetada e com a intensidade da inflamação.
O tratamento dos quadros varia conforme a região afetada e o que causou a inflamação. Em muitos casos, a melhora acontece de forma natural, enquanto em outros pode ser necessário usar remédios e seguir orientação médica para aliviar os sintomas.
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O diagnóstico da laringite aguda costuma ser feito a partir da avaliação dos sintomas e do histórico do paciente. Sendo assim, na maioria dos casos, não existe a necessidade de fazer exames complementares.
Quando os sintomas são persistentes ou o quadro é crônico, a avaliação com o otorrinolaringologista é indicada, já que ele pode pedir a laringoscopia, um exame em que uma pequena câmera é usada para observar a laringe e as cordas vocais de perto.
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O tratamento da laringite tem como objetivo aliviar os sintomas e permitir a recuperação da laringe. Na forma viral aguda, que é a mais comum, o cuidado principal é reduzir a inflamação e evitar esforços que prejudiquem a região.
Por isso, falar o mínimo possível ajuda na recuperação, e até o sussurro deve ser evitado, já que também exige esforço das cordas vocais. A ingestão de líquidos, principalmente água, contribui para manter a região hidratada, enquanto o uso de umidificador de ar ou a inalação de vapor de água morna pode reduzir a sensação de secura.
Agora, quando a causa é bacteriana, pode ser necessário o uso de antibióticos prescritos por um médico. E, nos casos crônicos, o tratamento é voltado para a origem do problema, como refluxo gastroesofágico ou alergias.
A maioria dos casos de laringite se resolve sem complicações. Mesmo assim, alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica, especialmente em crianças. Nessas situações, o atendimento deve ser procurado com urgência quando houver:
Em crianças pequenas, a laringite pode causar inchaço importante nas vias aéreas, o que pode levar ao crupe, uma condição que provoca tosse com som semelhante a um latido e dificuldade para respirar, exigindo avaliação médica na hora.
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Existem algumas medidas que ajudam a diminuir o risco de desenvolver inflamação na laringe, o que inclui a prevenção de infecções e a proteção da voz na rotina.
Nesse caso, lavar as mãos com frequência é o que ajuda a evitar infecções virais, enquanto não fumar e evitar a exposição à fumaça reduz a irritação nas vias respiratórias. A ingestão regular de água é outro ponto importante, pois mantém a hidratação da região.
Por fim, evitar gritar ou falar alto por longos períodos ajuda a preservar as cordas vocais. O controle do refluxo gastroesofágico, com orientação médica, também pode prevenir episódios de inflamação.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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