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A confusão é comum, mas os termos se referem à mesma infecção viral causada pelo vírus Varicela-Zoster

Imagine a cena: seu filho chega da escola com uma coceira insistente e algumas marquinhas vermelhas. No consultório pediátrico, o médico confirma o diagnóstico: "É um quadro clássico de varicela".
A palavra pode soar estranha e preocupante, mas a verdade é que você provavelmente conhece essa doença por outro nome. O seu filho pode ter o acompanhamento médico que precisa com os especialistas dos hospitais da Rede Américas. Marque uma consulta mais próxima de você.
Varicela e catapora são dois nomes para a mesma infecção. A varicela é o nome científico e médico oficial, enquanto a catapora é o termo popular, amplamente utilizado no Brasil. Ambos se referem à infecção primária causada pelo vírus Varicela-Zoster em todo o mundo.
Portanto, quando um médico diagnostica alguém com varicela, ele está simplesmente se referindo à catapora.
A catapora é uma doença infecciosa aguda e altamente contagiosa, com sua transmissão muito eficiente. Ela é causada por um agente específico, o vírus Varicela-Zoster, e suas formas de contágio são bem conhecidas, o que ajuda nas estratégias de prevenção.
O responsável pela catapora é o vírus Varicela-Zoster, também conhecido como herpes-vírus humano tipo 3. Ele é a causa da doença em todo o mundo e provoca sintomas como febre e bolhas pelo corpo.
O patógeno pertence à mesma família de vírus que causa o herpes simples. Após a infecção inicial, o vírus permanece inativo no corpo e pode ser reativado anos depois, causando o herpes zoster.
A transmissão do vírus é muito eficiente e ocorre principalmente de pessoa para pessoa. A catapora é uma doença altamente contagiosa, e a atenção deve ser redobrada para evitar sua disseminação, até mesmo em ambientes de saúde. As principais vias de contágio são:
O período de maior contágio começa de 1 a 2 dias antes do aparecimento das lesões de pele e se estende até que todas as bolhas tenham se transformado em crostas, o que geralmente leva cerca de 5 a 7 dias após o início da erupção.
Os sintomas geralmente aparecem entre 10 e 21 dias após o contato com o vírus. O quadro clínico evolui em fases, começando com sinais gerais e depois progredindo para as manifestações cutâneas características.
Os principais sintomas incluem:
Uma característica marcante é a presença simultânea de lesões em diferentes estágios de evolução pelo corpo.
O diagnóstico é primariamente clínico. Ou seja, um médico consegue identificar a doença com base na avaliação dos sintomas e na aparência característica das lesões na pele. Exames laboratoriais raramente são necessários.
O tratamento visa aliviar os sintomas e prevenir complicações. Geralmente inclui:
É fundamental não administrar medicamentos por conta própria, especialmente aqueles à base de ácido acetilsalicílico, devido ao risco de uma complicação grave chamada Síndrome de Reye. Sempre siga a prescrição de um profissional de saúde.
Embora seja considerada uma doença benigna na maioria das crianças saudáveis, a catapora pode apresentar um curso mais grave e levar a complicações em certos grupos. Adultos, por exemplo, tendem a ter quadros mais intensos, com febre mais alta e maior número de lesões, além de um risco aumentado de pneumonia.
Para gestantes, a infecção pelo vírus varicela-zóster requer uma abordagem de manejo otimizada devido aos potenciais riscos para a mãe e o bebê. Outros grupos de risco para complicações incluem:
As complicações podem incluir infecções de pele, pneumonia e, mais raramente, encefalite (inflamação do cérebro). Por isso, o acompanhamento médico é indispensável.
Leia também: Catapora: como pega, sintomas da infecção e qual o risco real de contágio?
Após a cura da catapora, o vírus Varicela-Zoster não é eliminado do organismo. Ele entra em estado de latência, permanecendo "adormecido" nos nervos. Anos ou décadas depois, geralmente em pessoas com mais de 50 anos ou com queda na imunidade, o vírus pode ser reativado.
Essa reativação não causa catapora novamente, mas sim uma doença diferente chamada herpes-zóster, popularmente conhecida como "cobreiro". Ela se caracteriza por lesões dolorosas e em formato de bolhas que seguem o trajeto de um nervo, geralmente em apenas um lado do corpo.
A principal e mais eficaz forma de prevenção contra a catapora é a vacinação. A vacinação contra o vírus da varicela é uma prática bem estabelecida e crucial para a saúde pública, amplamente recomendada em diversos países.
No Brasil, o imunizante faz parte do Calendário Nacional de Vacinação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e é administrada em crianças através da vacina tetra viral, que protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela.
A imunização reduz drasticamente as chances de contrair a doença e, caso a infecção ocorra, ela tende a ser muito mais branda. Manter o calendário vacinal atualizado é a melhor estratégia para proteger as crianças e a comunidade contra a catapora e suas possíveis complicações.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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