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A imunização contra a varicela é a forma mais segura de prevenir a doença e suas complicações em crianças, adolescentes e adultos

A cena é clássica: uma criança chega da escola com pequenas bolinhas vermelhas espalhadas pelo corpo que coçam sem parar.
A catapora, também conhecida como varicela, é uma das doenças mais comuns da infância, mas sua prevenção é simples e eficaz por meio da vacinação, uma ferramenta essencial para a saúde pública.
Verifique a carteirinha de vacinação do seu filho e agende uma consulta em um hospital da Rede Américas para manter a proteção em dia.
A vacina para catapora é um imunizante feito com o vírus Varicella-zoster vivo e atenuado, ou seja, enfraquecido em laboratório. Essa forma "enfraquecida" do vírus é incapaz de causar a doença em pessoas com o sistema imunológico saudável.
Ao ser aplicada, ela estimula o corpo a produzir anticorpos específicos contra o patógeno. Assim, caso a pessoa vacinada entre em contato com alguém infectado no futuro, seu sistema de defesa já estará preparado para reconhecer e neutralizar o agente causador, prevenindo a doença ou tornando-a muito mais branda. A aplicação de duas doses garante mais de 90% de proteção eficaz contra a doença.
O esquema de imunização contra a varicela varia ligeiramente entre o sistema público e a rede privada, mas o objetivo é o mesmo: garantir proteção robusta e duradoura. A vacina é responsável por atenuar os sintomas da catapora.
A recomendação é de que seja aplicado um esquema de duas doses, sendo ideal completá-lo antes dos quatro anos de idade para garantir a máxima proteção. Para adultos, reforços adicionais da vacina podem ser seguros e eficazes para manter a imunidade ao longo do tempo.
No Programa Nacional de Imunizações (PNI), a vacina está disponível gratuitamente nos postos de saúde. O esquema padrão é:
Essa estratégia foi implementada pelo Ministério da Saúde para otimizar o calendário vacinal e aumentar a cobertura contra quatro doenças de uma só vez.
Nos serviços privados de vacinação, o esquema pode ser iniciado um pouco mais cedo, o que amplia a janela de proteção da criança:
É importante ressaltar que, se a criança recebeu a primeira dose aos 12 meses na rede privada, a segunda dose pode ser administrada no SUS aos 4 anos, conforme o calendário oficial.
Quem já foi diagnosticado com catapora geralmente desenvolve imunidade permanente contra a doença. Nesses casos, a vacinação não é necessária. Contudo, na dúvida sobre um diagnóstico pregresso, a aplicação da substância não apresenta riscos adicionais e pode ser recomendada após avaliação médica.
Sim, é possível, mas é um evento raro e a doença se manifesta de forma muito mais leve. A vacina tem alta eficácia na prevenção de casos moderados e graves, reduzindo significativamente o risco de complicações sérias como pneumonias bacterianas, infecções de pele e encefalite (inflamação do cérebro).
Estudo publicado no The Journal of Infectious Diseases, em 2021, mostrou que a imunização com duas doses foi altamente eficaz, reduzindo as internações por catapora em 80% e as mortes em 97% após sua ampla adoção.
A vacina em duas doses previne totalmente as complicações mais graves da catapora, assegurando uma proteção robusta.
Além de evitar essas complicações graves, as duas doses da vacina contra catapora também reduzem em mais de 70% o risco de desenvolver cobreiro (herpes-zóster) futuramente.
Quando uma pessoa vacinada contrai o vírus, o quadro clínico é atenuado. Geralmente, surgem menos lesões na pele, a febre é baixa ou inexistente e a recuperação é muito mais rápida. Portanto, mesmo que não previna 100% das infecções, a vacina cumpre seu papel principal de evitar as formas graves da doença.
O imunizante é considerado muito seguro e eficaz. As reações adversas são geralmente leves e de curta duração. As mais comuns podem incluir:
Reações graves são extremamente raras. É fundamental informar ao profissional de saúde sobre qualquer histórico de alergia severa a componentes da vacina, como a neomicina, ou a uma dose anterior.
A vacinação é contraindicada em algumas situações específicas, embora a vacinação materna pós-parto seja uma estratégia fundamental para proteger recém-nascidos contra a catapora grave, evitando complicações fetais e garantindo a saúde do bebê. Ela não deve ser administrada em:
Sempre converse com um médico ou profissional de saúde para avaliar cada caso individualmente antes da vacinação.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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