A puberdade termina quando o desenvolvimento físico e sexual é concluído; esse processo varia porque cada pessoa passa pelas mudanças da adolescência em um ritmo próprio
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A puberdade acaba quando o corpo termina de se desenvolver e atinge a maturidade sexual. Esse momento não acontece na mesma idade para todas as pessoas, porque cada corpo tem seu próprio ritmo de desenvolvimento.
Durante essa fase, o organismo produz hormônios que provocam mudanças como o crescimento dos órgãos reprodutivos, o aparecimento de características sexuais, como mamas e pelos, e o aumento da altura.
Não existe uma idade exata para isso acontecer. Em geral, as meninas terminam a puberdade antes dos meninos, mas fatores como genética, condições de saúde e a idade em que as primeiras mudanças começaram podem influenciar esse processo.
Pediatras são os médicos que atendem meninas e meninos que estão passando pela puberdade. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
O fim da puberdade é marcado pela conclusão do desenvolvimento sexual e do crescimento do corpo. Esse período termina quando a pessoa atinge a altura máxima que seu organismo é capaz de alcançar, e o maior sinal é que o crescimento desacelera até parar.
Isso acontece porque as cartilagens de crescimento, que ficam nas extremidades dos ossos longos e permitem que eles aumentem de tamanho durante a infância e a adolescência, se fecham. Depois desse processo, os ossos deixam de crescer em comprimento.
Além disso, existem outros indicadores, como:
Mesmo depois que a puberdade acaba, o corpo continua mudando ao longo da vida. O peso, a quantidade de músculos, a distribuição da gordura e a densidade dos ossos podem mudar com a idade, os hábitos de vida e as alterações hormonais.
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Nas meninas, a puberdade costuma terminar antes do que nos meninos.
Em geral, esse processo chega ao fim entre os 15 e os 16 anos, mas a idade pode variar. Fatores como genética, alimentação, saúde e o momento em que a puberdade começou influenciam esse tempo, embora exista uma sequência esperada de mudanças no corpo.
A primeira menstruação, chamada de menarca, não significa que a puberdade acabou.
Na verdade, ela acontece depois do período em que o crescimento é mais acelerado. Após a menarca, a menina ainda costuma crescer, em média, de cinco a sete centímetros, mas esse crescimento acontece de forma mais lenta. No geral, a altura para de aumentar entre dois e três anos depois da primeira menstruação.
A melhor forma de saber se o crescimento chegou ao fim é avaliar a idade óssea.
Para isso, o médico pode pedir um raio-X da mão e do punho, que mostra se as cartilagens de crescimento já se fecharam e se fundiram aos ossos. Quando isso acontece, o corpo praticamente não tem mais potencial para crescer em altura. Esse exame é usado com frequência por endocrinologistas pediátricos para acompanhar o desenvolvimento.
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Nos meninos, a puberdade costuma terminar mais tarde e durar mais tempo do que nas meninas, com esse processo chegando ao fim entre os 16 e os 18 anos. Em alguns casos, o corpo ainda pode passar por pequenas mudanças, como o aumento da massa muscular, até o início dos 20 anos de idade.
Nos meninos, a fase de crescimento mais acelerado costuma acontecer depois da etapa observada nas meninas. Nesse caso, acontece um aumento da massa muscular, os ombros ficam mais largos e a voz ganha um tom mais grave até se estabilizar. A barba e os pelos do corpo também ficam mais grossos e atingem o padrão esperado para a vida adulta.
Assim como nas meninas, a puberdade dos meninos termina quando as cartilagens de crescimento se fecham, impedindo que os ossos continuem aumentando de comprimento.
Nessa fase, o jovem já atingiu praticamente toda a altura que seu corpo era capaz de alcançar. O crescimento desacelera por volta dos 16 anos e, na maioria dos casos, para completamente até os 18 anos, quando os ossos terminam de amadurecer.
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Para acompanhar o desenvolvimento da puberdade, os profissionais de saúde usam a escala de Tanner, que divide esse processo em cinco estágios, indo desde a fase antes do início da puberdade até o desenvolvimento completo do corpo.
O fim da puberdade corresponde ao estágio cinco, quando as mudanças físicas típicas dessa fase já foram concluídas:
A escala de Tanner não define uma idade fixa para cada estágio. Por isso, os médicos costumam acompanhar a evolução em consultas, observando o crescimento do corpo, a altura e as mudanças físicas que vão aparecendo em cada fase.
O tempo de duração da puberdade varia de uma pessoa para outra.
A genética influencia esse processo, já que é comum que filhos tenham um padrão de desenvolvimento parecido com o dos pais. A alimentação e a saúde também interferem, e doenças crônicas ou falta de nutrientes podem atrasar as mudanças do corpo.
Mesmo com essas diferenças durante a adolescência, o desenvolvimento físico tende a se igualar na vida adulta. Em muitos casos, quem amadurece mais tarde alcança o mesmo nível de crescimento e características corporais dos demais com o passar do tempo.
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O fim da puberdade está ligado ao término das mudanças físicas do corpo, mas isso não significa que todo o desenvolvimento já foi concluído. Enquanto o corpo atinge sua maturidade biológica ao final da adolescência, outras áreas continuam em desenvolvimento.
O cérebro, sobretudo a região responsável pelo planejamento, pelas decisões e pelo controle dos impulsos, segue amadurecendo até por volta dos 20 anos. Por isso, mesmo após o fim das mudanças corporais, o desenvolvimento emocional e social ainda continua.
O ritmo da puberdade pode variar entre as pessoas, mas mudanças muito fora do esperado precisam de atenção médica. A puberdade precoce acontece quando sinais como o desenvolvimento das mamas ou o aumento dos testículos aparecem antes dos oito anos em meninas e antes dos nove anos em meninos.
Já a puberdade tardia acontece quando esses sinais ainda não apareceram depois dos 13 anos em meninas e dos 14 anos em meninos. Nessas situações, é importante procurar um pediatra ou um endocrinologista pediatra para investigar as causas e indicar o tratamento certo, quando necessário.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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