A anestesia local é usada para diminuir a dor durante procedimentos no dentista e age principalmente onde é aplicada; uma pequena quantidade pode chegar ao leite materno
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Quem amamenta pode receber anestesia no dente sem interromper a amamentação na maioria dos casos. A lidocaína, um dos anestésicos mais usados, chega ao leite materno em pequenas quantidades e não é esperada causar efeitos no bebê.
A anestesia local permite que o dentista faça procedimentos sem que a pessoa sinta dor na região tratada. Nessas situações, a escolha do anestésico e a quantidade usada dependem do tratamento feito e das características de cada paciente.
Cirurgiões gerais são os médicos que podem fazer o acompanhamento e o tratamento de pacientes que precisam tomar anestesias, incluindo as odontológicas. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A maioria dos anestésicos usados no dentista, como a lidocaína, age na região onde as substâncias são aplicadas. Elas bloqueiam os sinais de dor no local tratado, enquanto só uma pequena parte do remédio chega à circulação da mãe.
O organismo elimina esses medicamentos em pouco tempo, e, segundo um estudo publicado no Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition, a quantidade de anestésico que chega ao leite materno é pequena e não costuma causar efeitos no bebê.
Assim, mulheres que amamentam não precisam interromper ou adiar as mamadas depois de receber anestesia local no dentista, desde que a substância seja considerada segura. Nesses casos, a amamentação pode continuar conforme a rotina da mãe e do bebê.
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A escolha do anestésico durante a amamentação depende do tipo de atendimento e da quantidade necessária para controlar a dor. Nesse caso, as informações fornecidas pela mãe ajudam o dentista a selecionar opções que apresentam baixo risco para o bebê, como:
A lidocaína também pode ser usada com epinefrina, uma substância que reduz a passagem do anestésico para a circulação e ajuda a prolongar seu efeito no local. O LactMed indica o uso dessa combinação em procedimentos odontológicos durante a amamentação.
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Algumas situações exigem uma avaliação mais cuidadosa antes da anestesia, o que vale para casos que precisam de doses maiores, mais de um medicamento ou atendimento de mães de bebês recém-nascidos e prematuros.
A atenção também é importante quando o anestésico tem poucos dados sobre seu uso durante a amamentação. Nesses casos, uma opção com mais informações disponíveis pode ser escolhida pelo profissional.
A epinefrina, presente em algumas anestesias, merece avaliação conforme a dose. Quantidades baixas em anestesias locais não costumam interferir na amamentação, enquanto doses altas aplicadas na veia podem reduzir a produção ou a saída do leite.
A orientação para tirar e jogar fora o leite após a anestesia no dentista não se aplica aos anestésicos locais considerados compatíveis com a amamentação, como a lidocaína e a articaína, que chegam ao leite em pequenas quantidades.
Nessa situação, a mãe pode amamentar antes do atendimento e voltar a oferecer o peito depois do tratamento, sem precisar esperar um período específico quando o anestésico escolhido for compatível com a amamentação.
A dor e o estresse da mulher também merecem atenção, mas não é correto afirmar que um dente não tratado prejudica mais a produção de leite do que o anestésico. O tratamento odontológico deve ser avaliado pelo dentista, que deve escolher a substância e a dose.
Durante a amamentação, a segurança se aplica à maioria dos tratamentos odontológicos de rotina e também aos atendimentos de urgência. Em geral, o adiamento de um cuidado necessário pode permitir que uma infecção avance e exija medicamentos mais fortes.
Sendo assim, alguns dos procedimentos considerados seguros são:
Durante a amamentação, é importante que a paciente diga ao dentista que está passando por essa fase, já que a informação ajuda na escolha do anestésico, da dose e de outras substâncias usadas no atendimento.
A organização da ida ao dentista pode facilitar a rotina da mãe e do bebê. Nesse sentido, uma mamada antes da consulta, por exemplo, pode ajudar a manter a criança alimentada durante o período da consulta.
Uma reserva de leite materno ordenhado também pode ser útil caso o atendimento demore mais que o previsto. A comunicação com o dentista sobre dúvidas e receios permite que o atendimento seja planejado de acordo com as necessidades da mãe.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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