A fissura anal é uma pequena ferida na região do ânus que pode causar dor, ardência e sangramento; o tratamento ajuda a aliviar o desconforto e favorece a cicatrização do local
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O tratamento da fissura anal depende de há quanto tempo o problema existe e dos sintomas. Nos casos recentes, algumas medidas para deixar as fezes mais macias e facilitar a evacuação costumam ser a primeira opção.
O tratamento pode incluir mais fibras na alimentação, suplementos de fibras, aumento da ingestão de água e banho de assento com água morna. Alguns remédios também podem aliviar a dor e ajudar na cicatrização.
Além desses cuidados, quando a fissura dura mais tempo, o médico pode indicar pomadas ou outros medicamentos que ajudam a relaxar o músculo do ânus. A aplicação de toxina botulínica e a cirurgia também podem ser opções em alguns casos.
Cirurgiões gerais são os médicos que podem fazer o acompanhamento e o tratamento de pacientes com fissura anal. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A fissura anal é um pequeno corte ou rasgo na pele que reveste o canal anal. Em geral, ela costuma aparecer quando a região sofre um trauma durante a evacuação, como na passagem de fezes duras e secas ou depois de fazer esforço para evacuar.
Mesmo assim, existem outros fatores que podem estar relacionados ao problema, como:
A fissura anal pode se tornar crônica quando não cicatriza e fica aberta por várias semanas. Nesses casos, o músculo ao redor do ânus pode ficar contraído, diminuir a circulação de sangue na região e dificultar a cicatrização, fazendo com que a dor continue.
Leia também: O que é bom para fissura anal e quando buscar atendimento médico
A fissura e a hemorroida têm sintomas parecidos, como sangramento e desconforto na região anal. A principal diferença está na dor, que costuma ser mais forte na fissura e aparece durante ou depois da evacuação.
Isso acontece porque a ferida costuma causar uma dor forte e aguda quando as fezes passam pela região. Depois de evacuar, a dor pode continuar com ardência ou latejamento, e o sangramento costuma ser pequeno e aparecer no papel higiênico ou na água do vaso.
As hemorroidas internas, por outro lado, podem causar sangramento sem dor. Já a hemorroida externa costuma formar um caroço inchado e arroxeado na borda do ânus. A avaliação médica é o que pode identificar a causa dos sintomas e confirmar o diagnóstico.
O tratamento inicial busca interromper o ciclo de dor, contração do músculo anal e fezes endurecidas. Nas fissuras recentes, manter as fezes macias ajuda a evitar novas agressões e favorece a cicatrização. Por isso, a primeira abordagem costuma ser clínica, sem cirurgia.
Os remédios e tratamentos aplicados na região também podem ajudar a relaxar o músculo do ânus e aumentar a circulação de sangue no local. Esse efeito favorece a chegada de oxigênio e outros nutrientes necessários para a recuperação da pele.
O tratamento também depende de mudanças nos hábitos e de cuidados diários, sobretudo quando há risco de a fissura se tornar crônica. Sendo assim, manter o intestino funcionando bem e evitar esforço para evacuar ajudam a reduzir a pressão sobre o músculo anal:
Quando essas medidas não resolvem a fissura ou os sintomas continuam, o médico pode indicar outras opções. Dessa forma, o tratamento depende de há quanto tempo o problema existe e de como a pessoa responde aos cuidados iniciais.
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A fissura anal é considerada crônica quando os sintomas duram mais de seis a oito semanas e não melhoram com o tratamento. Nesses casos, o músculo do ânus pode permanecer contraído, reduzir a circulação de sangue no local e dificultar a cicatrização.
Antes da cirurgia, o especialista pode indicar a aplicação de toxina botulínica no músculo anal. Nesse caso, o procedimento reduz a contração do músculo e pode favorecer a cicatrização da fissura crônica.
Agora, quando os remédios não funcionam, a cirurgia pode ser indicada. O procedimento mais usado é a esfincterotomia interna lateral, que consiste em fazer um pequeno corte controlado no músculo para reduzir a tensão e melhorar a circulação da ferida.
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O tempo de cicatrização depende de há quanto tempo a fissura existe e do tratamento. Fissuras recentes tratadas no início costumam cicatrizar em poucas semanas, enquanto a dor pode melhorar nos primeiros dias com mudanças na alimentação e outros cuidados.
Depois da cirurgia, quando ela é necessária, a dor costuma diminuir bastante. Mesmo assim, a recuperação completa pode levar de quatro a seis semanas, e o acompanhamento médico ajuda a avaliar a cicatrização e o funcionamento do intestino.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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