Muitas vezes silenciosa, a infecção pelo vírus da hepatite B pode apresentar sinais na fase aguda. Saiba quais são.
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

Uma sensação de cansaço que não passa, mesmo após uma boa noite de sono. Um mal-estar geral, talvez uma febre baixa e perda de apetite. Facilmente confundidos com uma virose comum ou estresse, esses podem ser os primeiros sinais de que seu fígado está pedindo ajuda devido a uma infecção pelo vírus da hepatite B (HBV).
Infectologistas são os médicos indicados para esse tipo de acompanhamento e possíveis tratamentos. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A hepatite B é uma infecção viral que ataca o fígado, causando inflamação. A Organização Mundial da Saúde (OMS) a considera um problema de saúde pública global. A entidade menciona que 95% das mortes relacionadas à hepatite são entre os tipos B e C. Somente em 2024, 1,34 bilhão de pessoas vieram a óbito. Por outro lado, estima-se que 4,9 mil novas infecções sejam registradas diariamente a nível mundial.
Já para o Brasil, a OMS indica que o país conseguiu avançar na redução das hepatites virais. Acredita-se que tanto o trabalho de prevenção, com as campanhas vacinais, quanto o realizado durante o tratamento, tenham impactado no controle da infecção.
A transmissão ocorre pelo contato com sangue ou outros fluidos corporais de uma pessoa infectada, como em relações sexuais desprotegidas ou compartilhamento de materiais perfurocortantes.
Segundo o Ministério da Saúde, a hepatite B também pode ser transmitida de mãe para filho durante a gestação. O parto também deve ser acompanhado, porque também é uma via de contágio para o bebê.
Nesses casos específicos, é importante entender se a grávida tomou a vacina antes da gravidez. A Sociedade Brasileira de Pediatria informa que a vacina para hepatite B em grávidas é um tratamento seguro, além de constar no calendário vacinal das gestantes. Se você estiver grávida, é importante seguir a rotina de pré-natal para o devido acompanhamento.
O grande desafio da hepatite B é seu caráter silencioso. Muitas pessoas infectadas, especialmente na fase crônica da doença, não apresentam qualquer sintoma por anos ou até décadas.
É importante frisar que a transmissão pode acontecer via saliva e fluidos infectados. A OMS também enfatiza que ferimentos com agulhas, tatuagens, piercings, fluidos menstruais, vaginais e seminais, e exposição a sangue infectado também podem acelerar o contágio.
Durante esse período, o vírus pode continuar a danificar o fígado lentamente, sem que o indivíduo perceba. Por ser uma infecção que pode ser totalmente silenciosa e sem sintomas visíveis, os exames preventivos são essenciais para aqueles que estiveram em situações de risco.
Leia também: Quais são os tratamentos disponíveis para quem tem hepatite B?
A fase aguda ocorre logo após a infecção, com um período de incubação que pode variar de 30 a 180 dias. É nesta fase que os sintomas, quando aparecem, são mais evidentes e podem incluir cansaço, enjoo, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e icterícia.
Eles podem ser divididos em dois grupos principais: sintomas gerais e inespecíficos, e sinais clássicos de acometimento do fígado.
No início, os sinais podem se assemelhar aos de muitas outras doenças virais, o que pode confundir o diagnóstico inicial. Os mais comuns são:
Com a progressão da inflamação hepática, surgem os sintomas mais característicos que indicam um problema direto no fígado. A atenção a estes sinais é fundamental. Além da icterícia (amarelamento), outros sintomas cutâneos podem incluir urticária, manchas e inchaço ao redor dos olhos na fase aguda.
A hepatite B se torna crônica quando o sistema imunológico não consegue eliminar o vírus em até seis meses. Nesta fase, a maioria dos portadores é completamente assintomática, permitindo que a pessoa viva por muito tempo sem saber que tem o vírus. Essa condição aumenta o risco de transmissão e de desenvolvimento de doenças hepáticas graves. Devido à sua natureza silenciosa, exames preventivos são cruciais para quem passou por situações de risco.
Os sintomas, quando surgem na fase crônica, geralmente indicam que o fígado já está severamente comprometido, podendo levar a quadros de cirrose ou câncer de fígado. Em fases mais avançadas da doença, sintomas físicos como olhos amarelados (icterícia), inchaço abdominal (ascite) ou nos pés (edema) podem aparecer. Por isso, a testagem é tão importante.
Como os sintomas podem ser ausentes ou inespecíficos, a única forma de confirmar a infecção por hepatite B é através de exames de sangue. O teste mais comum é a pesquisa do antígeno HBsAg.
Testes rápidos estão disponíveis gratuitamente em Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o Brasil, conforme diretrizes do Ministério da Saúde. O resultado sai em poucos minutos e permite um encaminhamento rápido para tratamento, se necessário.
É fundamental não tentar se autodiagnosticar. Apenas um profissional de saúde pode interpretar os resultados dos exames e indicar os próximos passos.
Veja, abaixo, as diferenças básicas entre hepatites virais comuns.
Procure avaliação médica imediata se você apresentar qualquer um dos sinais clássicos de acometimento do fígado, como pele e olhos amarelados ou urina escura. Visto que a hepatite B pode ser totalmente silenciosa, é crucial buscar orientação e testagem caso você tenha passado por uma situação de risco, mesmo sem sintomas, como:
O acompanhamento médico é essencial para monitorar a saúde do fígado e definir a melhor abordagem terapêutica para cada caso, evitando a progressão da doença.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES

R. Jaguaruna, 105 - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, CEP 23080-160
(21) 3316-2900

Av. Prof. Magalhães Neto, 1541 - Pituba, Salvador - BA, CEP 41810-011
(71) 4020-0057

QMSW 4 - Sudoeste, Brasília - DF
(61) 2196-5300

Av. Santo Amaro, 2468 - Brooklin Paulista, São Paulo - SP, CEP 04556-100
(11) 3040-8000

Tv. Frederico Pamplona, 32 - Copacabana, Rio de Janeiro - RJ, CEP 22061-080
(21) 2545-4000

R. Conselheiro Brotero, 1486 - Higienópolis, São Paulo - SP, CEP 01232-010
(11) 3821-5300

Tv. Lasalle, 12 - Centro, Niterói - RJ, CEP 24020-096
(21) 2729-1000