A endoscopia é um exame que permite ver o interior do esôfago, do estômago e do duodeno; ela ajuda a identificar problemas como gastrite, úlcera e outras condições
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A endoscopia é um exame feito com um tubo fino e flexível, com uma câmera na ponta, que passa pela boca e vai até o esôfago, o estômago e o duodeno, permitindo que o médico analise essas regiões e investigue sintomas, inflamações, úlceras e outros problemas.
Antes do exame, o paciente precisa seguir as orientações de jejum para manter o estômago vazio. Já na hora da endoscopia, a equipe pode aplicar um anestésico na garganta e usar sedação para reduzir o desconforto e ajudar o paciente a ficar relaxado.
Durante o procedimento, o médico responsável acompanha as imagens em um monitor e pode coletar pequenas amostras de tecido para análise, quando necessário. Nesse caso, a biópsia pode ajudar na investigação de algumas doenças e não costuma causar dor.
Gastroenterologistas são os médicos que podem orientar o exame e acompanhar pacientes com condições que afetam o esôfago, o estômago e o duodeno. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A endoscopia usa um tubo fino e flexível, chamado endoscópio, com uma câmera e uma fonte de luz na ponta. O médico introduz esse aparelho pela boca do paciente e o conduz pelo esôfago até o estômago e o duodeno, que é a primeira parte do intestino delgado.
Em geral, o exame costuma ser indicado para investigar sintomas como azia, dor na parte superior do abdome, náuseas e dificuldade para engolir. A endoscopia pode identificar inflamações, úlceras, sangramentos e outros problemas no aparelho digestivo.
Durante a avaliação, o médico pode passar instrumentos pelo endoscópio para retirar fragmentos de tecido, chamados de biópsias. O material é enviado para um laboratório e pode ajudar a identificar alterações que não são confirmadas só pelas imagens.
A preparação para a endoscopia exige jejum para deixar o estômago vazio no momento do exame. O período sem comer varia conforme o serviço e o tipo de sedação, por isso o paciente deve seguir o horário informado pela equipe que vai fazer o procedimento.
Na maioria dos casos, o paciente precisa ficar sem alimentos sólidos por várias horas antes da endoscopia. Alguns serviços permitem pequenas quantidades de líquidos claros, como água, até determinado horário, mas essa orientação pode mudar de acordo com o exame.
A presença de um acompanhante também é necessária quando a endoscopia é feita com sedação. Como o efeito dos remédios pode diminuir os reflexos e a atenção por horas, o paciente não deve dirigir após o procedimento e precisa de um adulto para acompanhá-lo.
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A sala de exames deve ser preparada para a realização da endoscopia com segurança e conforto. Por isso, a equipe responsável deixa disponíveis os equipamentos e remédios necessários para acompanhar o paciente e controlar possíveis problemas.
Durante o procedimento, médicos e profissionais de enfermagem permanecem próximos para acompanhar o paciente, podendo agir caso surja alguma alteração. Sendo assim, depois de entrar na sala, o paciente passa por:
Depois de avaliar o esôfago, o estômago e o duodeno por meio das imagens obtidas pelo endoscópio, o médico retira o aparelho pela boca. O paciente fica em observação até acordar da sedação e apresentar condições para receber alta, o que é avaliado pela equipe.
Mesmo depois de acordar, os efeitos da sedação podem durar algumas horas. Por isso, a equipe acompanha a recuperação e orienta o paciente sobre os cuidados necessários antes de deixar o local do exame.
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A endoscopia não costuma causar dor. O anestésico aplicado na garganta e a sedação ajudam a diminuir o desconforto durante a passagem do aparelho, e a coleta de pequenos fragmentos para biópsia tende a não ser sentida pelo paciente.
Depois do exame, o paciente pode sentir uma dor leve ou irritação na garganta, além de estufamento na barriga e gases. Esses sintomas podem acontecer por causa da passagem do aparelho e do ar usado para melhorar a visão do estômago durante o procedimento.
A endoscopia costuma ser um exame rápido. A passagem do aparelho, desde a entrada até a retirada, dura em média 15 minutos. Mesmo assim, o tempo na clínica também inclui a preparação, o atendimento e o período de recuperação depois da sedação:
Depois da endoscopia, a sedação pode causar sono, tontura e dificuldade para prestar atenção por algumas horas. Por isso, o paciente não deve dirigir, operar máquinas ou tomar decisões importantes até que o efeito do medicamento passe.
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Alguns efeitos podem aparecer nas horas seguintes à endoscopia, como dor ou irritação na garganta, barriga estufada, gases ou uma leve náusea. Esses sintomas costumam melhorar em pouco tempo e, na maioria dos casos, não precisam de tratamento.
A alimentação deve seguir as orientações da equipe que fez o exame, principalmente enquanto o efeito do anestésico na garganta não tiver passado. Depois da liberação, o paciente pode voltar a comer e beber conforme as recomendações recebidas.
Por outro lado, sangramento em grande quantidade, dor forte na barriga, febre, falta de ar, vômitos que não melhoram ou dificuldade para engolir precisam de avaliação médica, já que esses sinais podem indicar uma complicação do exame.
É importante procurar um médico quando sintomas digestivos não melhoram, como dificuldade para engolir, perda de peso sem motivo ou vômitos frequentes. Esses sinais podem ter várias causas e precisam ser investigados.
Fezes muito escuras, vômito com sangue ou dor forte na barriga também precisam de atendimento médico. Nesses casos, a pessoa deve procurar um serviço de saúde o quanto antes, principalmente se os sintomas aparecerem de repente.
Desse jeito, o gastroenterologista pode avaliar os sintomas, o histórico de saúde e os resultados dos exames para decidir quais testes são necessários. A endoscopia pode fazer parte desse processo quando houver indicação.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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