O ataque de pânico noturno está ligado a fatores emocionais e a reações do corpo, como estresse; os sintomas podem incluir coração acelerado, falta de ar e sensação de sufoco
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O ataque de pânico noturno é um episódio de pânico que acontece durante o sono, com início de repente de sensação de medo intenso e uma reação do corpo como se houvesse um perigo real.
Nesses episódios, o organismo do paciente ativa o chamado “modo de alerta”, com aceleração dos batimentos do coração, sensação de falta de ar, suor e aperto no peito, mesmo sem uma ameaça presente.
No geral, o ataque de pânico noturno pode estar relacionado a estresse, ansiedade e mudanças no funcionamento do sono, que podem aumentar a sensibilidade do organismo a essas reações.
Psiquiatras são os médicos que podem diagnosticar e orientar o tratamento de pacientes com ataque de pânico. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Um ataque de pânico noturno é um episódio súbito de medo intenso ou desconforto que acontece durante o sono. Ele não está ligado a pesadelos e pode aparecer sem motivo claro, com ativação da resposta de “luta ou fuga” do corpo mesmo em repouso.
Esses episódios podem causar sensação forte de medo, falta de ar, tremores e coração acelerado ao acordar. Diferente da apneia do sono, não costumam se repetir várias vezes na mesma noite.
O quadro apresenta os mesmos sintomas de uma crise de pânico que acontece durante o dia. A diferença está no contexto: ele ocorre durante o sono, geralmente em fases mais profundas, sem sonhos ou com pouca atividade onírica.
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Os sinais de um ataque de pânico noturno costumam ser fortes e podem ser confundidos com problemas no coração ou na respiração. Eles atingem o ponto mais forte em poucos minutos e aparecem tanto no corpo quanto nas emoções.
No geral, o corpo reage como se houvesse um perigo real e imediato, com sinais como:
Entre os sintomas, existe um tipo mais ligado à respiração, que pode causar despertares com sensação de sufocamento, falta de ar, dor no peito e formigamento. Essa sensação parece real, mas acontece por um aumento exagerado da resposta de medo do cérebro.
A intensidade desses sinais pode ser muito forte. Dor no peito e falta de ar podem lembrar um infarto, o que aumenta o medo e leva muitas pessoas a procurar atendimento de urgência.
Junto às reações físicas, a experiência mental também pode ser muito forte. A pessoa pode acordar com um medo muito forte de morrer, perder o controle ou “enlouquecer”. Também pode aparecer a sensação de que tudo está estranho ou irreal, como se estivesse desligada do próprio corpo, além de um terror intenso sem motivo aparente.
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As causas dos ataques de pânico noturnos ainda são estudadas, mas a literatura médica relaciona os episódios a uma combinação de fatores. O estresse acumulado ao longo do dia pode aparecer durante o sono, quando o corpo e a mente deveriam estar em repouso.
Pessoas com transtorno de pânico ou outros transtornos de ansiedade também têm maior chance de apresentar esses episódios. A mudança entre as fases do sono pode funcionar como um gatilho em pessoas mais sensíveis, ativando de forma exagerada o sistema nervoso responsável pela resposta ao medo.
É comum confundir um ataque de pânico com outras condições. Ainda assim, existem diferenças que ajudam a entender o que está acontecendo. O médico é quem deve avaliar os sinais e fazer o diagnóstico, diferenciando o quadro de outros problemas noturnos.
O diagnóstico da condição leva em conta como os episódios acontecem, quais sintomas aparecem e em que contexto eles surgem, para entender a causa e indicar o melhor caminho de tratamento.
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Apesar de ser uma experiência assustadora, um ataque de pânico não oferece risco de morte. Sendo assim, o primeiro passo é tentar reduzir a reação do corpo. Sentar na cama, em vez de levantar de forma brusca, pode ajudar a evitar tontura.
Além disso, respirar fundo, puxando o ar pelo nariz e soltando pela boca, ajuda a diminuir os batimentos e a sensação de falta de ar. Direcionar a atenção para objetos no ambiente ou para o contato dos pés com o chão também ajuda a reduzir o foco nos sintomas.
A ocorrência de episódios de pânico noturno exige avaliação de um profissional, como um psiquiatra. Além disso, sintomas como dor no peito e falta de ar precisam de investigação médica para descartar condições cardíacas ou respiratórias, como a apneia do sono.
O diagnóstico de transtorno de pânico pode ser feito por psiquiatra ou psicólogo, que indicam o tratamento adequado. Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e, em alguns casos, o uso de remédios têm bons resultados no controle das crises.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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