A doença pode ser silenciosa no início; ela é causada pelo acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração,
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

Você sobe um lance de escadas e ao chegar ao topo sente um aperto no peito que não estava lá antes. Ou durante uma caminhada mais rápida, percebe uma falta de ar desproporcional ao exercício. Essas situações podem ser atribuídas ao cansaço ou à falta de preparo físico, mas também é possível que sejam os primeiros sinais da doença arterial coronariana.
O tratamento adequado é definido por um médico cardiologista. Não espere que apareça algum sintomas, marque a sua avaliação na Rede Américas.
A doença arterial coronariana (DAC) é uma condição que se desenvolve quando as artérias coronárias se tornam endurecidas e estreitadas. O processo é conhecido como aterosclerose, ocorre devido ao acúmulo de placas de gordura e outras substâncias em suas paredes. Essas artérias são responsáveis por fornecer sangue rico em oxigênio ao músculo do coração (miocárdio).
Com o tempo, a obstrução reduz o fluxo sanguíneo para o coração. Inicialmente, o fluxo pode ser suficiente quando o corpo está em repouso, tornando a doença silenciosa. Mas quando o coração precisa trabalhar mais, como durante um esforço físico ou estresse emocional, a demanda por oxigênio aumenta e as artérias estreitadas não conseguem suprir a necessidade.
O conjunto de sintomas de doença arterial coronariana varia de pessoa para pessoa, mas alguns são mais característicos e servem como importantes sinais de alerta. O reconhecimento precoce é fundamental para buscar tratamento e prevenir complicações graves, como o infarto agudo do miocárdio.
É o sintoma mais clássico. A dor no peito é o principal alerta de entupimento, sendo essencial buscar atendimento médico imediatamente para evitar complicações fatais, especialmente em idosos.
Essa dor é observada principalmente em homens idosos e fumantes que necessitam de recuperação da força cardíaca. Geralmente descrita como uma sensação de aperto, pressão, peso ou queimação no centro ou lado esquerdo do peito.
O desconforto pode se espalhar para outras áreas do corpo, como ombros, braços (especialmente o esquerdo), pescoço, mandíbula e costas
Pode ocorrer junto com a dor no peito ou de forma isolada, principalmente durante a realização de atividades.
Além do aperto ou queimação no peito, a falta de ar é um sintoma crucial de artérias entupidas, ocorrendo com frequência em idosos e mulheres. A presença da doença arterial coronariana pode prolongar significativamente a falta de ar e dificuldades respiratórias, servindo como um sinal de alerta para a saúde do coração.
Sentir um esgotamento desproporcional ao esforço realizado é um sinal comum, pois o coração não está recebendo o sangue de que precisa para funcionar de forma eficiente. Em alguns casos, podem ocorrer tontura, suor frio (diaforese) e náuseas.
Leia também: Alimentos com ômega 3 reduzem gordura no sangue
A relação entre o esforço e a piora das manifestações clínicas é a marca registrada da chamada angina estável, um sinal comum. Quando você realiza uma atividade física, seu coração bate mais rápido e com mais força para bombear sangue para os músculos. Essa atividade exige mais oxigênio.
Em um coração saudável, as artérias coronárias se dilatam para aumentar o fluxo sanguíneo e atender a essa demanda. Mas em uma pessoa com DAC, as artérias endurecidas e estreitadas não conseguem se expandir adequadamente. O resultado é um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio no miocárdio, o que causa a dor isquêmica, ou angina.
Geralmente, a sensação dolorosa dura alguns minutos e melhora com o repouso, quando a frequência cardíaca diminui e a demanda por oxigênio volta ao normal.
Leia também: Quais são os fatores de risco para doenças cardiovasculares?
Embora a dor no peito seja o sintoma clássico, mulheres e idosos frequentemente apresentam sintomas diferentes e menos óbvios. Muitas vezes são confundidos com outros problemas de saúde, como indigestão, ansiedade ou problemas musculares. É fundamental estar atento a eles. Confira abaixo:
Os sintomas podem incluir falta de ar, náuseas, vômitos, dor nas costas ou na mandíbula e uma fadiga súbita e intensa, muitas vezes sem a clássica dor no peito.
A manifestação pode ser ainda mais sutil, como confusão mental súbita, tontura, perda de apetite ou um cansaço extremo que limita as atividades diárias. A falta de ar também é um sintoma importante e frequente nesta faixa etária. A dor no peito pode ser menos intensa ou até mesmo ausente.
Ignorar os sintomas da DAC pode ter consequências graves. É essencial saber quando agendar uma consulta e quando procurar ajuda de emergência. A orientação de um cardiologista é indispensável para um diagnóstico preciso.
Uma consulta deve ser agendada se o indivíduo apresentar os seguintes sintomas:
Mas se a dor no peito for súbita, intensa e não melhorar com o repouso ou durar mais de 15 minutos, é preciso procurar uma emergência. Assim como se a dor estiver associada a suor frio, falta de ar severa, náuseas ou desmaio.
Esses podem ser sinais de um infarto agudo do miocárdio, uma emergência médica que exige atendimento imediato para salvar o músculo cardíaco.
O diagnóstico é feito por um médico cardiologista, que irá avaliar seu histórico clínico, fatores de risco e sintomas. Além do exame físico, alguns testes podem ser solicitados para confirmar a condição e avaliar sua gravidade.
Entre os exames mais comuns estão:
Com base no diagnóstico, o médico definirá o melhor plano de tratamento, que pode incluir mudanças no estilo de vida, medicamentos e, em alguns casos, procedimentos como angioplastia ou cirurgia de revascularização.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES