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O ultrassom mostra órgãos e alterações no abdômen; ele pode indicar doenças e orientar o diagnóstico médico

Seu médico, durante uma consulta de rotina ou para investigar um sintoma, solicita: “vamos fazer um ultrassom do abdômen”. A partir daí, é comum surgirem dúvidas sobre o que exatamente o profissional de saúde conseguirá enxergar com aquele aparelho que desliza sobre a pele.
É importante notar que o ultrassom abdominal produz registros que documentam as condições de saúde do paciente, sendo importantes para a interpretação precisa do diagnóstico. Este exame de imagem, também é chamado de ultrassonografia ou ecografia abdominal.
Ele oferece uma visão clara do interior do corpo em tempo real, sem emitir radiação. Sendo capaz de localizar órgãos, identificar lesões e cistos, além de avaliar o tamanho e o fluxo sanguíneo das estruturas internas.
Com isso, ajuda a esclarecer desde queixas simples até quadros mais complexos, de forma rápida e segura. Realize seu ultrassom com especialistas e retorne ao médico para que seja feita uma avaliação. Agende a sua consulta na Rede Américas.
O ultrassom é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência, inaudíveis ao ouvido humano, para criar imagens em tempo real dos órgãos internos. Ele não envolve radiação, como o raio-X ou a tomografia computadorizada, sendo considerado extremamente seguro para detectar precocemente condições como cálculos, cistos, gordura e tumores em alguns órgãos.
Além disso, permite avaliar o tamanho e o fluxo sanguíneo das estruturas internas. Durante o procedimento, o médico aplica um gel à base de água na pele do abdômen. Esse gel ajuda a eliminar o ar entre a pele e o transdutor (dispositivo que emite e capta as ondas sonoras) garantindo que as imagens geradas sejam nítidas e precisas.
O procedimento permite uma análise detalhada de diversas estruturas, visualizando órgãos como fígado, vesícula, pâncreas e rins.
A capacidade de identificar condições como gordura no fígado, pedras na vesícula, cistos, hérnias abdominais e tumores é um dos pontos fortes deste exame. Veja abaixo uma tabela com os principais órgãos e o que o médico avalia em cada um deles.
Leia também: Pedra na vesícula é perigoso? Entenda os riscos e quando buscar ajuda
É possível identificar uma vasta gama de condições, como acúmulo de líquidos, alterações na espessura das paredes intestinais e a movimentação dos órgãos internos.
O laudo do exame descreverá os achados, que serão interpretados pelo médico que solicitou o procedimento. A presença de gases também pode ser observada, o que pode indicar certas condições.
A esteatose hepática, ou acúmulo de gordura no fígado, é um dos achados mais comuns. O ultrassom também é eficaz para detectar cistos simples, nódulos (benignos ou malignos) e avaliar a textura do órgão, que pode indicar doenças crônicas como a cirrose.
Os dolorosos cálculos biliares, conhecidos como pedras na vesícula, são facilmente visualizados. Além disso, o exame pode mostrar pólipos (pequenas lesões na parede da vesícula) e sinais de inflamação aguda ou crônica.
Cálculos renais, ou pedras nos rins, são uma causa frequente de dor lombar e podem ser identificados. A investigação também pode mostrar cistos renais, muito comuns e geralmente benignos. Assim como a hidronefrose, que é a dilatação do rim por acúmulo de urina.
O ultrassom pode sugerir uma pancreatite (inflamação do pâncreas) e identificar lesões císticas ou tumores. No baço, o principal achado é o aumento de seu volume (esplenomegalia), que pode estar associado a diversas doenças, desde infecções até problemas hematológicos.
Uma função importante do exame de imagem é rastrear o aneurisma da aorta abdominal, uma dilatação perigosa da principal artéria do corpo. A detecção precoce é esssencial para prevenir sua ruptura.
A principal diferença está na área de cobertura:
A escolha entre um e outro depende da suspeita clínica do seu médico.
Apesar de sua grande utilidade, o ultrassom tem limitações. Órgãos que contêm ar ou gás, como o estômago e os intestinos, não são bem avaliados por este método, pois o gás interfere na passagem das ondas sonoras.
Mas o exame ainda permite identificar padrões de acúmulo de gases, alterações na espessura das paredes intestinais e a movimentação dos órgãos internos, que podem ser indicativos de certas condições.
Por isso, não é a escolha para diagnosticar gastrite, úlceras ou a maioria das doenças intestinais. Para essas finalidades, exames como a endoscopia ou a colonoscopia são mais indicados.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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