A esclerose múltipla é uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso; o neurologista avalia os sintomas, pede exames, confirma o diagnóstico e acompanha o tratamento
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

O especialista em esclerose múltipla é o neurologista. Esse médico é responsável por avaliar os sintomas dos pacientes, investigar alterações no sistema nervoso e, caso o diagnóstico seja confirmado, acompanhar o tratamento da doença.
A esclerose múltipla é uma doença autoimune e crônica que afeta o sistema nervoso central. O sistema imunológico ataca a bainha de mielina, uma camada que protege os nervos do cérebro e da medula espinhal e ajuda na transmissão dos impulsos nervosos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,8 milhões de pessoas vivem com esclerose múltipla no mundo. No Brasil, a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM) estima 40 mil pessoas com o diagnóstico, com maior ocorrência em mulheres.
A Rede Américas conta com neurologistas atendendo em hospitais por todo o Brasil. Nas unidades abaixo, e em várias outras, os pacientes podem agendar consultas e fazer todo o acompanhamento necessário para tratar o quadro.
O neurologista é o especialista que diagnostica e acompanha a esclerose múltipla. Em geral, esse médico cuida de doenças que afetam o cérebro, a medula espinhal e outras partes do sistema nervoso.
Na esclerose múltipla, o sistema imunológico ataca a mielina, uma camada que protege as fibras nervosas. Esse processo pode causar alterações no funcionamento do sistema nervoso e exige avaliação médica para identificar a doença e definir o tratamento.
Durante a consulta, o neurologista avalia o histórico de saúde e faz um exame neurológico. Ele também pode pedir exames, como a ressonância magnética, para procurar alterações no cérebro e na medula e descartar outras doenças.
O tratamento da esclerose múltipla pode envolver uma equipe com profissionais de várias áreas, conforme as necessidades de cada pessoa. Esse cuidado complementa o tratamento médico e pode ajudar na reabilitação, no bem-estar emocional e na autonomia do paciente.
Sendo assim, podem fazer parte da equipe:
A participação de cada profissional depende das necessidades de cada pessoa e pode mudar durante o tratamento. Por isso, o acompanhamento pode ser ajustado conforme aparecem novas demandas de reabilitação, comunicação e mobilidade.
Leia também: Qual o sintoma de esclerose múltipla e como identificar os sinais
A consulta com um neurologista é indicada quando aparecem alterações neurológicas sem uma causa conhecida, como dormência, formigamento ou perda de força em um lado do corpo. A avaliação ajuda a investigar a origem desses sinais e definir os próximos passos.
Alterações na visão, como perda da visão em um dos olhos ou visão dupla, também precisam de avaliação médica. Em geral, esses sintomas podem aparecer na esclerose múltipla, mas também podem estar relacionados a outras doenças.
Fraqueza ou alteração da sensibilidade nos braços e nas pernas, dificuldade para se movimentar e problemas de equilíbrio são outros motivos para procurar o neurologista, já que, embora não confirmem a esclerose múltipla, podem indicar outro quadro.
Além dessas pessoas, quem já tem o diagnóstico de esclerose múltipla deve manter consultas regulares com o neurologista, pois o acompanhamento frequente permite avaliar a resposta aos medicamentos, identificar novas lesões e controlar a ocorrência de surtos.
Leia também: Esclerose múltipla é grave? Veja sintomas e como é viver com a doença
O neurologista começa a consulta perguntando sobre os sinais, quando eles começaram, quanto tempo duraram e se já aconteceram antes. Ele também considera o histórico de saúde do paciente e outras informações que ajudam a entender a evolução do quadro.
Na sequência, o médico faz uma avaliação neurológica para verificar força, sensibilidade, reflexos, coordenação e equilíbrio, já que esses dados ajudam a identificar alterações no sistema nervoso e a direcionar a investigação.
Sendo assim, o diagnóstico da esclerose múltipla considera o conjunto dessas informações e precisa descartar outras doenças que podem causar alterações parecidas, como deficiência de vitamina B12, neurossífilis e algumas infecções pelo HIV.
Os exames, tanto de imagem quanto laboratoriais, ajudam o neurologista a encontrar alterações no sistema nervoso, confirmar as suspeitas e descartar outras doenças. A escolha depende do que o médico observou durante a consulta, e pode incluir:
Os resultados dos exames são avaliados em conjunto, pois nenhum desses procedimentos confirma a esclerose múltipla sozinho. O neurologista relaciona os resultados ao histórico e à evolução do quadro para verificar se os critérios para o diagnóstico foram atendidos.
Leia também: O que causa esclerose múltipla? Como genética e ambiente influenciam
O tratamento da esclerose múltipla tem como objetivo acelerar a recuperação durante as crises, controlar a atividade da doença para reduzir novos episódios e aliviar os impactos físicos e funcionais na rotina. Entre as opções, estão:
Os medicamentos usados para controlar a doença não são iguais para todas as pessoas. Nesse caso, o neurologista considera a atividade da esclerose múltipla, outras condições de saúde, contraindicações e a resposta ao tratamento antes de definir a opção certa.
Leia também: Fraqueza: sintomas associados e possíveis condições
Uma piora importante dos sintomas da esclerose múltipla pode indicar um surto e precisa de avaliação médica. Nessa situação, pessoas com suspeita de surto podem ser levadas a um serviço de emergência para verificar a causa e definir o tratamento.
Perda importante de força, dificuldade para andar, falar ou engolir, perda da visão ou falta de coordenação também exigem atendimento rápido. Quando esses sinais começam de repente, também podem indicar outras emergências neurológicas, como um AVC.
Quem já tem esclerose múltipla deve procurar atendimento quando perceber uma piora intensa ou diferente do padrão habitual. A equipe avalia a gravidade do quadro e define a conduta, que pode incluir internação quando necessária.
A Rede Américas tem hospitais com atendimento em neurologia em diferentes regiões do Brasil. Em São Paulo, o Hospital Nove de Julho oferece atendimento na área para avaliação e tratamento de doenças neurológicas, incluindo a esclerose múltipla.
No Rio de Janeiro, no bairro Botafogo, o Hospital Pró-Cardíaco conta com atendimento em neurologia. O Complexo Hospitalar de Niterói, na Região Metropolitana, também oferece consultas com neurologistas e permite o agendamento pela unidade.
Em Brasília, o Hospital Brasília oferece atendimento em neurologia para doenças que afetam o sistema nervoso, além do Hospital Brasília Águas Claras, que conta com atendimento em neurologia e um Centro Cardioneurovascular.
A escolha da unidade depende da cidade onde o paciente está e da disponibilidade de consultas. Para investigar ou acompanhar a esclerose múltipla, é possível marcar uma consulta com um neurologista em uma das unidades da Rede Américas com:
Faça uma consulta com o neurologista para investigar ou acompanhar a esclerose múltipla.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES

R. Jaguaruna, 105 - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, CEP 23080-160
(21) 3316-2900

Tv. Lasalle, 12 - Centro, Niterói - RJ, CEP 24020-096
(21) 2729-1000

QMSW 4 - Sudoeste, Brasília - DF
(61) 2196-5300

Av. Santo Amaro, 2468 - Brooklin Paulista, São Paulo - SP, CEP 04556-100
(11) 3040-8000

Tv. Frederico Pamplona, 32 - Copacabana, Rio de Janeiro - RJ, CEP 22061-080
(21) 2545-4000

Av. Prof. Magalhães Neto, 1541 - Pituba, Salvador - BA, CEP 41810-011
(71) 4020-0057

R. Conselheiro Brotero, 1486 - Higienópolis, São Paulo - SP, CEP 01232-010
(11) 3821-5300