A primeira mamografia pode ser indicada a partir dos 40 anos; o histórico familiar pode antecipar o início do rastreamento mamário
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

O rastreamento do câncer de mama representa uma das etapas fundamentais dos cuidados preventivos na vida adulta. A detecção precoce transforma o prognóstico da doença.
Quando o tumor é identificado logo no início, as chances de cura chegam a 90%, diz a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, e as intervenções médicas tendem a ser menos agressivas.
A realização periódica da mamografia pode diminuir a mortalidade entre 25% e 40%, de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, viabilizando tratamentos sob medida para o perfil de cada paciente.
Manter os exames preventivos em dia é uma forma importante de cuidar da saúde das mamas. Agende uma consulta com um especialista na Rede Américas e avalie quais exames são indicados para você.
O Ministério da Saúde, citado pela Sociedade Brasileira de Mastologia, deixa claro que a mamografia pode ser realizada entre os 40 e 49 anos. Essa recomendação atende a população feminina geral, sem sinais e sintomas do câncer de mama. O objetivo é flagrar nódulos ainda imperceptíveis ao toque físico.
Além disso, o rastreamento a cada dois anos permanece indicado para mulheres na faixa etária de 50 a 74 anos. Para aquelas acima dos 74 anos, o exame pode ser considerado ao observar o histórico clínico e a expectativa de vida.
Leia também: Para fazer mamografia precisa de pedido médico? Entenda a regra
Mulheres frequentemente perguntam se devem antecipar a mamografia para os 20 ou 30 anos. Na ausência de sintomas ou predisposição genética, o rastreamento não é indicado nessas idades.
Contudo, situações específicas com risco oncológico elevado demandam cronogramas diferenciados. A mamografia antecipada exige indicação médica fundamentada em critérios de risco bem definidos.
Um deles é quando parentes de primeiro grau são diagnosticadas com câncer de mama e existe a presença confirmada de mutações genéticas nos genes BRCA1 ou BRCA2.
A Sociedade Brasileira de Mastologia da regional São Paulo aponta que a mamografia deve ser realizada 10 anos antes do diagnóstico mais recente da família. Uma mulher cuja mãe recebeu o diagnóstico aos 42 anos, por exemplo, inicia seu acompanhamento periódico por volta dos 32 anos.
Nesses casos, a investigação deve ser realizada anualmente. O exame também é necessário antes dos 40 anos para pacientes submetidas a radioterapia torácica prévia antes dos 30 anos. O rastreamento deve começar após 8 anos do tratamento.
Leia também: Como funciona a mamografia e qual sua importância para a mulher?
A limitação da mamografia em faixas etárias jovens decorre de características anatômicas. Antes dos 40 anos, as mamas contam com grande proporção de tecido glandular, apresentando alta densidade. Essa configuração interfere na nitidez das imagens radiográficas.
No exame mamográfico, o tecido denso e as formações tumorais aparecem em tons claros, o que pode ocultar pequenos nódulos. O que pode gerar resultados falsos-negativos (resultado negativo para pacientes com câncer) ou falsos-positivos (resultados positivos para a doença para pacientes saudáveis).
Com o avanço da idade, a gordura substitui progressivamente o tecido glandular e assume coloração escura na imagem. Essa mudança cria o contraste necessário para destacar anomalias com segurança.
Em mamas jovens e densas, a baixa eficácia diagnóstica do método desaconselha a exposição desnecessária aos raios X. Nessas pacientes, a ultrassonografia mamária funciona como a ferramenta complementar de escolha.
Leia também: Fiz mamografia e preciso de ultrassom: saiba o motivo
O rastreamento das mamas requer avaliação personalizada na terceira idade. A recomendação padrão do Ministério da Saúde estabelece a manutenção dos exames periódicos até os 74 anos de idade.
A partir dos 75 anos, o médico e a paciente definem em conjunto se o exame preventivo deve continuar. A avaliação clínica pondera os seguintes fatores:
Compreender o momento de iniciar e manter os exames preventivos assegura diagnósticos ágeis e tratamentos eficazes. Agende sua consulta regular, informe seu médico sobre o histórico de saúde familiar e mantenha seus exames em dia.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES

R. Jaguaruna, 105 - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, CEP 23080-160
(21) 3316-2900

QMSW 4 - Sudoeste, Brasília - DF
(61) 2196-5300

Tv. Lasalle, 12 - Centro, Niterói - RJ, CEP 24020-096
(21) 2729-1000

Av. Santo Amaro, 2468 - Brooklin Paulista, São Paulo - SP, CEP 04556-100
(11) 3040-8000

Tv. Frederico Pamplona, 32 - Copacabana, Rio de Janeiro - RJ, CEP 22061-080
(21) 2545-4000

Av. Prof. Magalhães Neto, 1541 - Pituba, Salvador - BA, CEP 41810-011
(71) 4020-0057

R. Conselheiro Brotero, 1486 - Higienópolis, São Paulo - SP, CEP 01232-010
(11) 3821-5300