Entenda as diretrizes de idade e os fatores de risco para realizar o exame que previne o avanço da osteoporose.
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Você chega à fase madura da vida e, durante a rotina, uma dor nas costas inexplicável ou o receio de uma queda traz à tona uma preocupação legítima sobre a saúde dos seus ossos. A perda de massa óssea ocorre de maneira silenciosa e muitas vezes não apresenta sintomas até que o esqueleto sofra uma fratura.
A densitometria óssea é considerada o exame padrão-ouro pela medicina para detectar a perda de minerais nos ossos. Ela permite que o médico identifique o risco de fraturas e diagnostique a osteoporose logo no início. Esse rastreio é a melhor forma de evitar complicações que limitam a movimentação no dia a dia.
A indicação do exame de densitometria óssea não depende necessariamente da idade do paciente. Profissionais de saúde avaliam o histórico familiar, os hábitos de vida e as condições sistêmicas para determinar a necessidade real da investigação em consultório.
Agende uma consulta na Rede Américas com um ortopedista para avaliar seus fatores de risco e receber orientação sobre a necessidade do exame.
A maior indicação de quando realizar a densitometria óssea é para diagnosticar a osteoporose. Essa doença leva a uma perda gradual da densidade e também avalia o risco de fraturas. O procedimento utiliza uma dose extremamente baixa de radiação para medir a quantidade de cálcio e outros minerais em áreas críticas de sustentação, como a coluna lombar e o colo do fêmur.
O acompanhamento também desempenha um papel fundamental após a ocorrência de fraturas graves, como no fêmur. O exame serve para verificar se a qualidade do osso caiu para níveis de osteopenia durante o período de recuperação. Esse monitoramento é essencial para garantir que a estrutura óssea suporte bem os pinos ou placas colocados em cirurgias.
Com os resultados em mãos, o ortopedista consegue identificar estágios iniciais do desgaste. A detecção da osteopenia, que é a perda de massa óssea inicial, possibilita o início de tratamentos conservadores. Assim, é possível interromper a degradação antes que a estrutura óssea se torne porosa e suscetível a rupturas por traumas mínimos.
A indicação da densitometria óssea costuma ser feira a partir dos 65 anos para as mulheres, independentemente do risco de fratura e aos 70 anos de idade para os homens. Além de também ser recomendada para adultos que já tiveram fratura por fragilidade e para aqueles que fazem uso crônico de medicamentos que promovem a perda da massa óssea.
Ela também é utilizada para fazer o acompanhamentos da osteoporose, quando há evidência de fratura vertebral/osteopatia no raio-x e para mulheres que estão em idade reprodutiva e pararam de menstruar há mais de 1 ano.
Leia também: Quais os sintomas da osteoporose e por que ela é silenciosa
A idade não atua como o único critério para o agendamento preventivo. A densitometria também pode ser feita em mulheres com mais de 50 anos com fatores de risco para fratura, como falta de vitamina D e doenças inflamatórias intestinais.
Em mulheres acima de 40 anos, na transição menopausal, que possuem fatores de risco adicionais graves como uso de corticoides ou fraturas prévias.
A falta de atividades físicas regulares é outro ponto de alerta importante. O sedentarismo ou a inatividade prolongada aceleram a perda de massa óssea em qualquer idade. Por isso, pessoas sedentárias precisam do exame para monitorar o risco de fragilidade nos ossos.
Além das alterações hormonais e do estilo de vida, outras condições clínicas justificam a solicitação do exame. Abaixo, estão os principais fatores de risco observados durante a avaliação clínica:
Leia também: Osteoporose e osteopenia: diferenças, diagnóstico e tratamento
Depois de realizar o primeiro exame, a continuidade do rastreio exige disciplina. A recomendação varia de acordo com a presença de fatores de risco e o quadro clínico.
Quando o resultado é normal, a prefeitura de Jundiaí mostra que o exame deve ser repetido a em três anos. Quando a osteopenia é diagnosticada, o recomendado é repetir a cada 2 anos. Já quando é a osteoporose, o exame deve ser feito anualmente nos primeiros 2 anos.
Esse período fornece os dados necessários para que a equipe de saúde monitore a eficácia de terapias de reposição ou contenha a velocidade da perda de minerais.
Cabe sempre ao profissional de saúde cruzar os dados da densitometria com exames laboratoriais. Isso garante a periodicidade mais segura e apropriada para as necessidades de cada organismo.
O processo é rápido, totalmente indolor e não exige preparos exaustivos, como jejum prolongado. A captura das imagens dura, em média, de 10 a 15 minutos, enquanto o paciente permanece deitado sob o equipamento.
A única recomendação importante é evitar a ingestão de suplementos à base de cálcio nas 24 horas que antecedem a consulta, visto que o comprimido não absorvido pode interferir na precisão da leitura.
A exposição à radiação é consideravelmente inferior àquela de um raio-X convencional de tórax. Mulheres com suspeita de gravidez precisam informar o médico e o técnico em radiologia antes de iniciar a avaliação.
Manter o esqueleto protegido depende de hábitos preventivos e monitoramento constante. Consuma alimentos fontes de cálcio, exponha-se ao sol em horários adequados para sintetizar a vitamina D e pratique exercícios de impacto leve a moderado. Essas atividades estimulam o fortalecimento da musculatura ao redor das articulações e preservam a massa óssea.
O cuidado contínuo evita surpresas limitantes no futuro. Procure um médico especialista para avaliar o seu histórico de saúde, analisar os seus fatores de risco e agendar a sua densitometria óssea nas unidades da Rede Américas. A prevenção é a ferramenta mais eficaz para garantir uma longevidade ativa e autônoma.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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