Resuma este artigo com IA:
A disfunção erétil pode estar relacionada a quadros como diabetes, pressão alta e excesso de peso; medicamentos tomados por via oral estão entre as opções de tratamento

Viagra, Cialis e Levitra são medicamentos usados no tratamento da disfunção erétil, e a escolha depende da causa do problema, da saúde do paciente e da resposta ao tratamento. A disfunção erétil acontece quando há dificuldade frequente para ter ou manter uma ereção suficiente para a relação sexual, podendo ter origem física, emocional ou as duas juntas.
A condição é comum e pode afetar homens de várias idades. Uma revisão científica publicada em 2025 aponta que a disfunção erétil é um dos problemas sexuais masculinos mais frequentes, com aumento associado ao envelhecimento e fatores como sedentarismo.
Além disso, o quadro pode estar relacionado a diabetes, pressão alta, excesso de peso e doenças cardiovasculares, condições que afetam a circulação sanguínea. Por isso, a avaliação médica é importante antes da escolha do tratamento.
Urologistas são os médicos que podem diagnosticar e indicar os tratamentos certos para a disfunção erétil. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Viagra, Cialis e Levitra funcionam de forma parecida no organismo, já que os três pertencem à mesma classe de medicamentos, chamada de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5).
Essa enzima atua na circulação sanguínea do pênis. Assim, quando o remédio bloqueia essa ação, os vasos sanguíneos se relaxam e o fluxo de sangue aumenta, o que facilita a ereção durante o estímulo sexual.
No geral, esses medicamentos não provocam ereção automática, ela só acontece quando há estímulo sexual.
Leia também: Como posso ajudar meu marido com disfunção erétil? Veja os tratamentos
Apesar de funcionarem de forma parecida, existem diferenças na forma como cada medicamento age no organismo. O corpo absorve e elimina essas substâncias em ritmos diferentes, o que pode influenciar na experiência de cada pessoa:
Essas diferenças podem influenciar a escolha conforme a rotina, a frequência das relações sexuais e a resposta de cada pessoa ao medicamento. Problemas de saúde e uso de outros remédios também devem ser considerados na decisão.
Leia também: Tadalafila ou Viagra: qual o melhor medicamento para disfunção erétil?
O Viagra foi o primeiro remédio desse tipo a ser lançado e, por isso, é o mais conhecido. O efeito geralmente começa entre 30 e 60 minutos, o que faz com que seja mais usado em situações planejadas.
Um estudo publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention avaliou a relação entre o uso da sildenafila e o risco de câncer colorretal. Os resultados mostraram que o uso do remédio não esteve associado ao aumento desse tipo de câncer, mesmo depois da análise de fatores de saúde e estilo de vida.
A principal característica do Cialis é a longa duração do efeito, que pode chegar a até 36 horas, o que dá ao homem mais flexibilidade, sem a necessidade de tomar o remédio pouco antes da relação. Por esse motivo, o Cialis ficou conhecido como “pílula do fim de semana”.
O Levitra tem características parecidas com as do Viagra, com início de ação e duração do efeito semelhantes. Um estudo publicado na revista científica Diabetes Care indica que essa pode ser uma opção para pessoas que não tiveram boa resposta à sildenafila ou que têm diabetes.
Leia também: Qual tipo de diabetes causa impotência sexual e quais são os tratamentos?
Os efeitos colaterais do Viagra, Cialis e Levitra são parecidos, já que os três atuam de forma semelhante no organismo do homem. Em geral, esses sintomas costumam ser leves e devem passar em pouco tempo. Entre os mais comuns estão:
Efeitos mais graves são raros, mas precisam de atendimento médico imediato. Esses remédios também não devem ser usados junto com nitratos, indicados para doenças cardíacas, pois a combinação pode provocar queda da pressão arterial.
Leia também: Tratamentos para disfunção erétil: conheça as opções mais indicadas
Viagra, Cialis e Levitra são usados no tratamento da disfunção erétil, mas nem sempre o melhor é o mesmo para todos os pacientes. A escolha depende da rotina, das condições de saúde e da forma como cada pessoa responde ao medicamento.
Alguns remédios começam a agir mais rápido, enquanto outros têm efeito mais prolongado. Além disso, cada organismo pode reagir de forma diferente, tanto em relação à eficácia quanto aos possíveis efeitos colaterais.
Assim, a decisão só deve ser feita com orientação médica, de preferência com um urologista, que vai avaliar o histórico de saúde, o uso de outros remédios e as necessidades de cada paciente:
A automedicação pode trazer riscos. A disfunção erétil pode estar relacionada a problemas de saúde, como doenças do coração, diabetes ou alterações hormonais, que precisam ser avaliados. Só um médico pode identificar a causa e indicar o tratamento certo e seguro.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES