A bursite pode atingir ombros, cotovelos, quadris e joelhos, causando dor e sensibilidade; o tratamento pode incluir remédios, fisioterapia e mudanças em tarefas que pioram o quadro
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O tratamento da bursite pode incluir repouso, mudanças nas atividades que pioram os sintomas, aplicação de gelo, remédios e fisioterapia. Em alguns casos, o médico pode indicar a retirada do líquido da bursa e até injeção de corticoide, conforme a causa.
Em geral, a condição acontece quando uma bursa, uma pequena bolsa cheia de líquido que reduz o atrito entre estruturas próximas às articulações, fica inflamada. No quadro, ombros, quadris, cotovelos e joelhos estão entre os locais mais afetados.
Dor, sensibilidade, inchaço e dificuldade para movimentar a articulação podem aparecer. E, quando existe suspeita de infecção, o tratamento muda e pode incluir antibióticos. O médico também pode retirar uma amostra do líquido da bursa para investigar a causa.
Ortopedistas são os médicos que podem diagnosticar, acompanhar e tratar pacientes com bursite. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A bursite é a inflamação de uma bursa, uma pequena bolsa cheia de líquido que reduz o atrito entre ossos, tendões e músculos durante os movimentos do corpo. Na maioria dos casos, o quadro atinge ombros, cotovelos, quadris, joelhos e calcanhares.
Movimentos repetitivos e pressão prolongada sobre uma articulação estão entre as causas mais comuns da condição. Assim, ajoelhar por muito tempo, apoiar os cotovelos ou levantar os braços várias vezes pode irritar a bursa e causar a inflamação.
Traumas também podem causar bursite, assim como doenças como artrose, gota e artrite reumatoide. Além disso, existem infecções que podem atingir a bursa e provocar um quadro que precisa de avaliação médica e tratamento específicos.
Os sintomas da bursite podem mudar conforme a bursa afetada e a causa do problema. Nesse sentido, alguns deles ficam mais evidentes durante o movimento ou quando a região é pressionada, incluindo:
Os sinais da bursite podem ser parecidos com os de outros quadros que afetam músculos, tendões e articulações, como a tendinite. Por isso, a avaliação médica ajuda a identificar a causa dos sintomas e descartar outras condições.
Em qualquer caso, sintomas como febre ou calafrios acompanhados de alterações na pele podem indicar uma infecção da bursa. Nessa situação, o paciente deve buscar atendimento médico rápido para confirmar a causa, tratar o quadro e, assim, evitar complicações.
O tratamento da bursite começa, na maioria das vezes, com repouso da região afetada e aplicação de gelo para reduzir o inchaço e a dor. As compressas devem ser feitas por pouco tempo, algumas vezes ao dia, com um pano entre o gelo e a pele para evitar lesões.
Durante os períodos de maior dor, o médico pode indicar analgésicos ou anti-inflamatórios, como ibuprofeno e naproxeno. Esses medicamentos ajudam a controlar os sintomas, mas o uso deve considerar as condições de saúde do paciente e outros remédios que ele utiliza.
Quando essas medidas não são suficientes, a fisioterapia pode ajudar a recuperar os movimentos e fortalecer os músculos. Em algumas situações, o ortopedista também pode aplicar corticoide na bursa, sobretudo quando a dor persiste apesar dos cuidados iniciais.
Depois que a dor da bursite melhora, a fisioterapia pode fazer parte do tratamento para recuperar os movimentos e fortalecer os músculos. O fisioterapeuta avalia cada caso e define os exercícios de acordo com a articulação envolvida e as limitações do paciente.
Os exercícios começam de forma gradual e podem incluir alongamentos e movimentos para melhorar a flexibilidade e a força muscular. Nesse sentido, o fortalecimento ajuda a dar mais suporte à articulação e pode reduzir a sobrecarga durante as atividades da rotina.
A fisioterapia também pode ajudar a diminuir o risco de novos episódios de bursite, já que o profissional responsável pode orientar mudanças nos movimentos e nas atividades que pressionam a articulação, de acordo com a causa do quadro.
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Em alguns pacientes com bursite, a dor continua mesmo depois de semanas de repouso, mudanças nas atividades e fisioterapia. Quando tudo isso não é suficiente, o médico pode indicar uma infiltração com corticoide na bursa afetada para reduzir a dor e o inchaço.
Nessa situação, o ultrassom pode ser usado para orientar a aplicação, permitindo que o profissional veja o local durante o procedimento e direcione a agulha até a bursa afetada. Em alguns casos, também pode ser feita a retirada do excesso de líquido com uma agulha.
Quando a bursite está ligada a depósitos de cálcio ou a outra alteração específica, o ortopedista pode indicar procedimentos feitos com agulha e guiados por imagens. Essas técnicas, porém, não são indicadas para todos e dependem da causa do problema.
Em casos que não melhoram com os tratamentos disponíveis, a cirurgia pode ser uma opção, mas não costuma ser necessária. Caso seja, o procedimento pode retirar a bursa inflamada ou remover tecidos que causam atrito no local.
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Durante o tratamento da bursite, é importante evitar movimentos repetitivos e atividades que sobrecarreguem o local da inflamação. Forçar a área mesmo sentido dor pode aumentar o risco de outras lesões, como o rompimento de tendões. Assim, o paciente precisa:
O repouso não significa deixar a área completamente parada, já que a falta de movimento por muito tempo pode causar rigidez e perda de força muscular. Depois da melhora da dor, a retomada dos movimentos deve acontecer aos poucos, conforme a orientação do médico.
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O tempo de recuperação varia conforme a região, a causa da bursite e a forma como o paciente segue o tratamento. Em casos leves e recentes, a melhora pode acontecer em algumas semanas com medidas como gelo e fisioterapia.
Nos casos que duram mais tempo, a recuperação pode levar alguns meses, sobretudo quando a bursa tem alterações antigas, como espessamento ou calcificações. Nessas situações, o tratamento pode exigir mais tempo para recuperar os movimentos e a força.
As mudanças na rotina também fazem parte da recuperação, principalmente para quem trabalha ou pratica esportes com movimentos que sobrecarregam o local. Ajustes no ambiente de trabalho e na forma de praticar essas tarefas podem ajudar a evitar crises.
O diagnóstico ajuda a definir o tratamento e a descartar problemas com sintomas parecidos. No consultório, o exame físico é o jeito mais comum de identificar sinais de bursite, com avaliação da temperatura e do inchaço da área, além dos movimentos e dos pontos de dor.
Em alguns casos, os exames de imagem podem complementar o processo, como:
A avaliação médica é indicada quando a dor, o inchaço ou a dificuldade para movimentar o local não melhoram ou pioram com o tempo. Febre, calafrios, vermelhidão intensa ou calor na pele também precisam de atendimento, pois podem indicar uma infecção da bursa.
A busca por um serviço especializado ajuda a descobrir a causa dos sintomas e escolher o tratamento certo para cada caso. O acompanhamento médico também permite diferenciar a bursite de outros problemas que podem causar dor e dificuldade para movimentar a região.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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