A falta de ar pode acontecer depois de um esforço físico ou estar ligada a problemas nos pulmões e no coração; sintomas como dor no peito e lábios arroxeados são sinais de alerta
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O repouso e uma posição confortável podem ajudar a aliviar a falta de ar em alguns casos. Porém, quando o sintoma está ligado a uma doença, como a asma, o tratamento pode incluir remédios que controlam o problema e facilitam a respiração.
A falta de ar, chamada de dispneia, é a sensação de dificuldade para respirar ou de não conseguir puxar ar suficiente. O sintoma pode aparecer depois de esforço físico ou estar ligado a infecções respiratórias, doenças pulmonares e problemas cardíacos.
Sintomas como dor no peito, desmaio, lábios roxos e confusão mental podem acompanhar a falta de ar e exigem atendimento médico na hora. Além disso, crises que aparecem de repente ou que pioram rápido precisam ser avaliadas por um especialista.
Pneumologistas são os médicos que podem fazer o acompanhamento e o tratamento de pacientes com falta de ar. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A mudança de postura pode facilitar a entrada de ar nos pulmões. Por isso, a posição sentada, com o tronco levemente inclinado para a frente e os cotovelos apoiados nos joelhos, diminui o esforço para respirar e ajuda os músculos envolvidos nesse processo.
O controle do ritmo da respiração também pode reduzir a sensação de falta de ar e a ansiedade que pode acompanhá-la, já que a respiração com os lábios franzidos ajuda a manter as vias aéreas abertas por mais tempo e facilita a saída do ar. Para isso, é só:
A prática frequente da respiração com os lábios franzidos pode aumentar a segurança para controlar a respiração, e essa sensação de controle pode ajudar a diminuir a ansiedade e o desconforto durante episódios de falta de ar.
Outra medida que pode ser feita envolve o uso de um ventilador. Nesse caso, uma brisa suave direcionada ao rosto pode estimular os nervos da face e enviar sinais ao cérebro que reduzem a sensação de desconforto, sem substituir o tratamento da causa.
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O uso de remédios sem orientação médica pode trazer riscos durante uma crise. Sprays nasais e bombinhas, por exemplo, não devem ser usados por conta própria, pois podem acelerar os batimentos e esconder sintomas graves, além de atrasar o diagnóstico certo.
Em todo caso, o tratamento depende da causa do sintoma. Pessoas com insuficiência cardíaca podem precisar de diuréticos e controle da pressão arterial, enquanto casos de asma podem exigir medicamentos inalatórios, sempre receitados por um médico.
Chás e xaropes caseiros são comumente procurados quando a dificuldade para respirar aparece, mas essas bebidas não tratam a causa da falta de ar. Mesmo assim, o consumo de líquidos pode ajudar na hidratação e trazer uma sensação de conforto.
A ingestão adequada de bebidas também pode deixar o muco menos espesso, facilitando sua eliminação em alguns casos. Além disso, o consumo de uma bebida quente ainda pode ajudar, mas não substitui o tratamento da causa do problema.
Em geral, o estresse e a ansiedade podem aumentar a sensação de falta de ar e de cansaço. Nessas situações, momentos de pausa e técnicas de controle da respiração podem ajudar a diminuir a tensão e retomar o ritmo aos poucos.
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O sistema respiratório e o coração trabalham juntos para levar oxigênio às células do corpo. Por isso, qualquer alteração nos pulmões, na circulação ou no funcionamento do coração pode causar falta de ar.
A dificuldade para respirar também pode estar relacionada a causas emocionais, como a ansiedade e a outras reações do corpo. Em qualquer caso, a avaliação médica ajuda a identificar a causa do sintoma e definir o tratamento certo para cada paciente:
O sedentarismo e a obesidade podem aumentar o esforço dos músculos usados na respiração. Por isso, pessoas sem um bom condicionamento físico podem sentir falta de ar mesmo durante atividades leves, e o ideal é consultar um pneumologista antes das práticas.
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A avaliação médica é importante quando a falta de ar aparece com frequência, mesmo sem esforço intenso, ou começa a atrapalhar as atividades da rotina. O atendimento também é indicado quando o sintoma dura vários dias ou volta com frequência.
Além disso, a falta de ar ao deitar ou que acorda a pessoa durante o sono precisa ser investigada e, nessas situações, a necessidade de usar mais travesseiros para conseguir dormir melhor pode estar relacionada a problemas no coração ou nos pulmões.
A consulta, então, ajuda a descobrir o que está causando a falta de ar e se existe algum problema nos pulmões, no coração ou em outra parte do corpo. A avaliação também mostra quais exames podem ser pedidos e qual tratamento pode ajudar a melhorar.
Alguns sintomas podem acompanhar a falta de ar e indicar uma situação grave, como um problema respiratório ou cardíaco. Assim, a dificuldade intensa para respirar, principalmente quando aparece de repente e em repouso, precisa de atendimento médico na hora.
Em geral, os sinais de alerta mais comuns incluem:
A descrição dos sintomas ajuda a equipe médica a avaliar a gravidade do quadro. Sendo assim, informações como o momento em que a falta de ar começou, doenças já existentes e medicamentos de uso contínuo são importantes para definir a condução do caso.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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