O ácido úrico é uma substância produzida naturalmente pelo organismo; quando está alto, pode favorecer o aparecimento de problemas como gota, pedras nos rins e lesões renais
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O ácido úrico é uma substância produzida pelo organismo durante a quebra das purinas, que são compostos presentes nas células do corpo e em alguns alimentos. Os valores considerados normais variam conforme o sexo, a idade e os critérios do laboratório.
Boa parte do ácido úrico circula no sangue e é eliminada pela urina, mas, quando esse processo não acontece como esperado, ele pode se acumular. Em alguns casos, isso pode formar cristais nas articulações, provocando gota, ou aumentar o risco de pedras nos rins.
Alimentação, doenças renais, obesidade, fatores genéticos e alguns remédios estão entre as principais causas de alterações nos níveis do ácido úrico. Sendo assim, a avaliação de um profissional da saúde é importante para identificar a origem do problema.
Reumatologistas são os médicos que podem fazer o diagnóstico e o tratamento de pacientes com ácido úrico alto. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
O ácido úrico é uma substância produzida naturalmente pelo organismo humano. Ele aparece durante a quebra das purinas, que são compostos presentes em alimentos e também nas células do próprio corpo, que se renovam o tempo todo.
Depois de ser produzido, o ácido úrico passa pelo sangue, é filtrado pelos rins e eliminado pela urina. O exame de ácido úrico mede a quantidade dessa substância no organismo e ajuda a verificar se sua produção e eliminação estão acontecendo do jeito certo.
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Os valores considerados normais para o ácido úrico no sangue podem variar um pouco de um laboratório para outro. Ainda assim, existem faixas de referência bastante usadas pelos médicos, que levam em conta fatores como sexo e idade:
Um resultado acima ou abaixo desses valores não significa, necessariamente, que existe um problema de saúde. Para entender o que o exame indica, o médico também avalia fatores como sintomas, histórico de saúde, uso de remédios e outros exames de sangue.
Homens e mulheres costumam ter níveis diferentes de ácido úrico por causa de características do próprio organismo. Em geral, os homens produzem mais ácido úrico, enquanto o estrogênio, hormônio presente em maior quantidade nas mulheres antes da menopausa, ajuda os rins a eliminar essa substância com mais facilidade.
Cada laboratório pode adotar valores de referência diferentes, de acordo com os métodos e equipamentos usados na análise. Por isso, variações nos resultados são esperadas. Na hora de interpretar o exame, o mais importante é considerar os valores informados no próprio laudo e contar com a avaliação do médico responsável pelo acompanhamento.
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Quando os níveis de ácido úrico no sangue ficam acima do limite de referência, o quadro é chamado de hiperuricemia. Em geral, isso acontece quando a concentração passa de 7,0 mg/dL em homens e 6,0 mg/dL em mulheres.
O aumento do ácido úrico eleva o risco de gota, uma doença causada pelo acúmulo de cristais dessa substância nas articulações. A alteração pode acontecer quando o organismo produz muito ácido úrico ou quando os rins não conseguem eliminá-lo como deveriam.
O aumento do ácido úrico no sangue acontece quando o organismo produz mais dessa substância do que consegue eliminar. Esse desequilíbrio pode ter várias origens e precisa ser avaliado para identificar o motivo da alteração, que pode incluir:
A identificação do motivo do aumento do ácido úrico ajuda o médico a definir a melhor forma de acompanhamento. Em alguns casos, mudanças nos hábitos de vida podem ajudar no controle dos níveis, enquanto outras situações podem precisar de tratamento específico.
Em muitos casos, a hiperuricemia não causa sintomas e pode ser identificada apenas em exames. Quando há excesso de ácido úrico no organismo, a substância pode formar cristais de urato de sódio, que se acumulam nas articulações e provocam crises de gota.
A gota costuma causar dor forte, inchaço e vermelhidão na região afetada, principalmente no dedão do pé. Esses cristais também podem se acumular nos rins e favorecer a formação de pedras, causando dor na região lombar e dificuldade para urinar.
O ácido úrico baixo, chamado de hipouricemia, é uma alteração menos comum e, na maioria das vezes, não indica um problema grave de saúde, podendo estar relacionado a condições genéticas raras, doenças no fígado ou ao uso de alguns remédios.
O diagnóstico da quantidade de ácido úrico no corpo é feito por meio de um exame de sangue que mede os níveis da substância. Com o resultado em mãos, é importante levá-lo ao médico que pediu o exame para uma avaliação completa.
A interpretação considera o histórico de saúde, os hábitos de vida e outros exames do paciente. Sendo assim, um valor alterado não confirma uma doença, mas indica a necessidade de investigar a causa.
O tratamento depende do motivo da alteração e pode envolver mudanças na alimentação, aumento da ingestão de água e, em alguns casos, o uso de remédios para controlar os níveis de ácido úrico e evitar complicações.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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