Revisado em: 05/02/2026
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São cerca de 16,8 milhões de adultos que vivem com diabetes no Brasil. A projeção é que chegue a 24,0 milhões em 2050.

Glicemia é o nome dado para a taxa de glicose que existe no sangue. A glicose é um tipo de açúcar que o corpo utiliza como energia a partir dos alimentos que consumimos. Para que a glicemia fique controlada, o organismo se utiliza de dois hormônios: a insulina para diminuir a glicemia e o glucagon para aumentá-la.
O controle de glicemia é importante para quem possui doenças como a diabetes. E no Brasil o cenário da doença é preocupante. Segundo matéria publicada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), o país ocupa o sexto lugar no ranking mundial da doença, com 16,6 milhões de adultos diagnosticados em 2024.
A estimativa é que esse número chegue a 24,0 milhões em 2050. Os dados são do Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF), publicado em 2025.
Mas o que você pode fazer no seu dia a dia para ajudar a controlar a glicemia? Acompanhe a seguir para conferir algumas recomendações de controle, monitoramento glicêmico, e o que fazer quando a glicose estiver alta ou baixa.
Aproveite para conhecer antes algumas recomendações de hospitais onde você pode se consultar com um endocrinologista:
O controle da glicemia é feito a partir de um conjunto de hábitos que ajudam a manter os níveis de açúcar no sangue equilibrados. Isso envolve principalmente a alimentação, a prática de atividades físicas e, em muitos casos, o uso de medicamentos.
Uma alimentação equilibrada é um dos principais hábitos. Priorize refeições com baixo índice glicêmico, como vegetais, legumes, cereais integrais e proteínas magras. São alimentos que ajudam a evitar os picos de glicose.
Pode ser interessante combinar carboidratos com fibras, proteínas ou gorduras saudáveis para retardar a absorção do açúcar. O mais importante é consultar um nutrólogo para que você siga uma dieta personalizada para você.
Os exercícios físicos também são grandes aliados no controle de glicemia. A atividade física melhora a sensibilidade à insulina e aumenta a captação de glicose pelos músculos. Mesmo uma caminhada diária de 30 minutos já promove resultados para a saúde.
Controlar ou evitar o estresse e dormir bem também são fatores que influenciam nos níveis de glicose. O motivo é que o cortisol, o hormônio do estresse, pode desregular a glicemia.
O monitoramento da glicemia pode ser feito em casa com o automonitoramento ou com exames solicitados pelo médico.
O aparelho mais comum para monitorar em casa é o glicosímetro. Ele mede a glicose a partir de uma pequena gota de sangue retirada da ponta do dedo. O procedimento é simples e praticamente indolor. É uma forma prática para o acompanhamento diário para quem tem diabetes.
A frequência com que você deve fazer as medições da glicemia podem variar de pessoa para pessoa. Pode ser necessário medir entre três e quatro vezes ao dia, mas o ideal é definir junto com o médico.
É importante que você se consulte regularmente com o médico mesmo que esteja fazendo o monitoramento em casa. Mas no hospital ou clínica você pode realizar alguns exames para um acompanhamento mais completo.
Os principais exames são:
Você pode conversar com o seu médico sobre a frequência dos exames. É uma forma adequada de ajustar o tratamento da diabetes ou outra doença conforme a necessidade.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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