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Conheça a substância que hidrata, dá volume e melhora a firmeza da pele, com resultados que vão do sutil ao transformador

Você se olha no espelho e percebe que algumas linhas finas ao redor dos olhos ficaram mais evidentes. A pele já não parece ter o mesmo viço de antes, e a sensação é de um leve cansaço no rosto, mesmo após uma boa noite de sono. Essa percepção é comum e está ligada a um processo natural do corpo: a diminuição gradual do ácido hialurônico.
Dermatologistas são os especialistas indicados para o acompanhamento desse tipo de quadro. A Rede Américas conta com médicos renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
O ácido hialurônico é um tipo de açúcar, mais especificamente um glicosaminoglicano, que o nosso organismo produz de forma natural. Sua principal característica é a imensa capacidade de atrair e reter água, funcionando como um verdadeiro "ímã" de hidratação nos tecidos.
Como um componente natural do corpo, essa substância está presente em quase todos os tecidos e é crucial para a renovação celular, o crescimento saudável e a proteção dos tecidos vitais, oferecendo suporte seguro devido à sua total compatibilidade biológica.
Ele está presente em diversas partes do corpo, como nas articulações e nos olhos, mas é na pele que se encontra em maior quantidade. Ali, ele preenche os espaços entre as células, mantendo a pele lisa, elástica e hidratada.
Contudo, a partir dos 25 anos, a produção natural dessa substância começa a diminuir. Esse declínio contribui para o surgimento dos primeiros sinais de envelhecimento, como a perda de volume, o aparecimento de rugas e a redução da hidratação.
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A versatilidade do ácido hialurônico permite que ele entregue múltiplos benefícios, seja por meio de dermocosméticos ou procedimentos realizados em consultório. Seu uso adequado pode revitalizar a aparência da pele de forma significativa.
Ao reter água nas camadas da pele, o ácido hialurônico promove uma hidratação potente e duradoura. Isso não apenas melhora a textura e o viço, mas também ajuda a fortalecer a barreira de proteção da pele, tornando-la mais resistente contra agressores externos como poluição e clima seco.
O ácido hialurônico preenche os espaços intercelulares, o que confere um efeito de "preenchimento" de dentro para fora. Esse mecanismo suaviza rugas finas e linhas de expressão, especialmente em áreas como testa, ao redor dos olhos ("pés de galinha") e boca ("código de barras").
Embora não substitua o colágeno, o ácido hialurônico atua em conjunto com ele. Ao manter a pele bem hidratada e com volume, ele ajuda a dar sustentação às fibras de colágeno e elastina, o que resulta em uma pele mais firme e com contornos mais definidos.
Em sua forma injetável, o ácido hialurônico é um dos tratamentos mais eficazes para olheiras profundas. Ele preenche a região, diminuindo o aspecto "encovado" e melhorando o sombreamento local. Também é usado para redefinir contornos, como mandíbula e queixo, e repor o volume perdido em áreas como as maçãs do rosto.
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Os benefícios do ácido hialurônico podem ser obtidos por meio de diferentes abordagens, cada uma indicada para um objetivo específico. É fundamental que a escolha seja orientada por um dermatologista ou cirurgião plástico.
Sim, o ácido hialurônico é considerado uma substância muito segura, principalmente por ser biocompatível, ou seja, o corpo o reconhece como algo próprio. Isso reduz drasticamente o risco de reações alérgicas ou rejeição, especialmente nos procedimentos injetáveis.
Sendo uma molécula natural do organismo e presente em quase todos os tecidos, garante total segurança e compatibilidade. Ele protege os tecidos sem efeitos tóxicos, tornando-se uma opção confiável e versátil para diversos tratamentos.
Efeitos colaterais, quando ocorrem, costumam ser leves e temporários, como inchaço, vermelhidão ou pequenos hematomas no local da aplicação, que geralmente desaparecem em poucos dias. Contudo, é importante que o procedimento seja realizado por um profissional qualificado e com produtos de boa procedência.
Apesar de seguro, o uso injetável de ácido hialurônico é geralmente contraindicado para gestantes, lactantes, pessoas com doenças autoimunes ativas ou com inflamação e infecção na área a ser tratada. Pessoas com alergia conhecida a algum componente da fórmula também devem evitar o tratamento.
Pessoas com diabetes podem realizar procedimentos com ácido hialurônico, desde que a doença esteja bem controlada. O acompanhamento médico é essencial para avaliar os riscos e benefícios.
No caso do melasma, o ácido hialurônico tópico é seguro e pode até ajudar, pois uma pele bem hidratada responde melhor a outros tratamentos. Já os procedimentos injetáveis devem ser feitos com cautela, pois o trauma da agulha pode, em alguns casos, piorar a mancha. A avaliação de um dermatologista é indispensável para definir a melhor conduta.
Muitas pessoas confundem as funções do ácido hialurônico e do colágeno, mas eles atuam de maneiras diferentes e complementares na pele.
Em resumo, enquanto o colágeno age como os "pilares" que sustentam a pele, o ácido hialurônico funciona como o "cimento" que preenche os espaços e mantém tudo hidratado e volumoso. A combinação de tratamentos que estimulam ambos é frequentemente a melhor estratégia para o rejuvenescimento.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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