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As linhas de expressão são um processo natural, mas certos fatores podem acelerar seu aparecimento. Conheça as principais causas.

Você se olha no espelho e percebe uma linha fina perto dos olhos que não estava ali antes. Ou talvez uma marca mais acentuada na testa ao fazer uma expressão. Esses sinais são um lembrete de que a pele, nosso maior órgão, está em constante mudança. Entender por que essas marcas aparecem é o primeiro passo para cuidar melhor dela.
Dermatologistas são os especialistas indicados para o acompanhamento desse tipo de quadro. A Rede Américas conta com médicos renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A pele é composta por camadas, sendo a derme a responsável pela sua sustentação. Nesta camada, encontramos uma rede de fibras de colágeno e elastina. O colágeno oferece firmeza e estrutura, enquanto a elastina confere elasticidade, permitindo que a pele volte ao lugar após ser esticada.
As rugas surgem pela perda dessas proteínas, um processo que ocorre quando o relógio biológico da pele se desregula, diminuindo sua capacidade de se regenerar e ativando enzimas que degradam o colágeno. Além disso, as rugas resultam da combinação da genética com as agressões externas, que juntas provocam o desgaste celular e a perda da proteção natural da pele.
Com o tempo, a produção natural dessas proteínas diminui e as fibras existentes começam a se degradar. Assim, a pele perde sua capacidade de sustentação e elasticidade, resultando no aparecimento de flacidez, linhas finas e, eventualmente, rugas mais profundas.
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O envelhecimento da pele é influenciado por fatores que não podemos controlar, conhecidos como envelhecimento intrínseco ou cronológico. Eles são parte do nosso processo biológico natural.
A sua herança genética desempenha um papel significativo em como e quando sua pele envelhecerá. Algumas pessoas são geneticamente predispostas a manter a produção de colágeno por mais tempo, enquanto outras podem notar os primeiros sinais mais cedo. A partir dos 25 a 30 anos, a renovação celular e a produção de colágeno começam a desacelerar para todos.
Fatores genéticos podem acelerar a perda de colágeno e elastina, importantes para a firmeza e elasticidade da pele. Isso significa que, mesmo sem grande exposição a fatores externos, a predisposição genética contribui para o surgimento das rugas.
As flutuações hormonais também afetam a saúde da pele. Durante a menopausa, por exemplo, a queda nos níveis de estrogênio está diretamente ligada a uma redução drástica na produção de colágeno. Isso pode levar a uma pele mais fina, seca e propensa à formação de rugas.
Mais impactantes que os fatores internos, os fatores extrínsecos são aqueles relacionados ao ambiente e ao estilo de vida. Eles são os grandes responsáveis pelo que chamamos de envelhecimento precoce.
Morar em cidades poluídas, fumar e se expor ao sol sem proteção aumentam significativamente o risco de desenvolver rugas profundas.
A radiação ultravioleta (UV) do sol é a causa número um do envelhecimento extrínseco, um processo chamado de fotoenvelhecimento. Os raios UV penetram na derme e geram radicais livres, moléculas instáveis que danificam as fibras de colágeno e elastina, acelerando sua degradação.
A exposição solar acelera a destruição do colágeno e da elastina, prejudicando a firmeza e a estrutura de sustentação da pele. Esse dano contribui diretamente para o aparecimento das rugas.
Fumar compromete a saúde da pele de várias formas. A nicotina contrai os vasos sanguíneos, diminuindo o fluxo de oxigênio e nutrientes para as células da pele. Além disso, as substâncias químicas do cigarro aumentam a produção de enzimas que destroem o colágeno.
O cigarro, assim como o sol e a poluição, acelera a destruição do colágeno e da elastina. Isso resulta em uma perda precoce da firmeza e da estrutura de sustentação da pele, favorecendo o aparecimento de rugas.
Partículas de poluição do ar podem penetrar na pele e gerar estresse oxidativo, um desequilíbrio que também leva à produção de radicais livres. Esse processo danifica a barreira cutânea e acelera a perda de firmeza.
A poluição é um fator que, junto ao sol e ao cigarro, acelera a destruição do colágeno e da elastina, comprometendo a firmeza e a estrutura de suporte da pele. Isso contribui para um envelhecimento cutâneo mais rápido.
Uma alimentação rica em açúcar e carboidratos refinados pode levar a um processo chamado glicação. Nele, moléculas de açúcar se ligam às fibras de colágeno e elastina, tornando-as rígidas e quebradiças. Isso compromete a elasticidade da pele e favorece o surgimento de rugas.
O consumo de álcool também acelera a perda de colágeno e elastina, contribuindo para o envelhecimento da pele. A combinação de fatores genéticos e externos, como o álcool, pode intensificar o processo de formação de rugas.
Sim, os movimentos repetitivos dos músculos faciais contribuem para a formação de rugas. Existem dois tipos principais:
Embora não seja possível parar o tempo, adotar hábitos saudáveis pode fazer uma grande diferença na saúde da pele. A prevenção é a estratégia mais eficaz.
Algumas medidas importantes incluem:
Se as rugas e a aparência da sua pele são uma preocupação, o ideal é buscar a avaliação de um médico dermatologista. Este profissional poderá diagnosticar o estado da sua pele, identificar as principais causas do seu envelhecimento e recomendar os tratamentos mais adequados para o seu caso, que podem incluir desde cremes tópicos até procedimentos em consultório.
É fundamental não iniciar tratamentos sem a devida orientação, pois apenas um especialista pode garantir a segurança e a eficácia da abordagem escolhida.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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