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A colonoscopia é essencial para diagnóstico e prevenção do câncer de intestino; o sangue oculto nas fezes pode indicar alterações intestinais

A preocupação com o câncer de intestino pode surgir, especialmente se há casos na família. A boa notícia é que a medicina oferece métodos eficazes para a detecção precoce. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) a neoplasia é um dos cinco tipos mais comuns em homens (10,3%) e mulheres (10,5%).
O rastreamento é considerado altamente eficaz. Os testes costumam identificar a doença precocemente e assegurar um tratamento adequado. Entender quais são aqueles disponíveis é o primeiro passo para o cuidado preventivo. Exames simples podem fazer toda a diferença no diagnóstico precoce. Agende sua consulta na Rede Américas.
O diagnóstico do câncer colorretal geralmente começa com um teste de rastreio simples e, se necessário, avançando para um exame diagnóstico mais detalhado. Os dois pilares desse processo são o teste de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia. Para saber se há risco de câncer de intestino, esses exames são essenciais para identificar a doença em seus estágios iniciais.
O teste imunoquímico fecal, conhecido como FIT (do inglês, Fecal Immunochemical Test), é o método de rastreio inicial mais indicado. Ele é projetado para detectar quantidades mínimas de sangue nas fezes, que não são visíveis a olho nu e podem ser um sinal precoce de pólipos ou tumores.
Este exame serve como um importante rastreamento inicial. Sua principal vantagem é não ser invasivo. Ele pode ser coletado em casa, com um kit fornecido por um laboratório ou serviço de saúde.
A pesquisa de sangue nas fezes anualmente é considerada uma das melhores opções para saber se há risco de câncer de intestino. Se o resultado for negativo, o teste geralmente se mantém nessa frequência. Um resultado positivo não significa um diagnóstico de câncer, mas indica a necessidade de uma investigação mais aprofundada, geralmente com uma colonoscopia.
A colonoscopia é considerada o exame padrão-ouro para o diagnóstico e prevenção do câncer de intestino. Por meio de um tubo fino e flexível com uma câmera na ponta (colonoscópio), o médico consegue visualizar toda a parede interna do intestino grosso e a parte final do intestino delgado.
O procedimento é realizado com sedação para garantir o conforto do paciente. Este exame é essencial para identificar e remover pólipos precocemente, antes que se transformem em câncer. A colonoscopia é fundamental por três motivos:
Outros exames podem ser utilizados em situações específicas, conforme a avaliação médica.
Similar à colonoscopia, mas mais curta, a retossigmoidoscopia examina apenas a porção final do intestino: o reto e o cólon sigmoide. É um procedimento mais rápido, mas por não avaliar o cólon inteiro, pode deixar de detectar lesões localizadas em outras partes do intestino.
Este é um exame de imagem que utiliza uma tomografia computadorizada para criar imagens 3D do intestino. É menos invasivo que a colonoscopia convencional, mas também exige preparo intestinal. Se pólipos ou outras anormalidades forem encontrados, a forma tradicional será necessária para removê-los ou fazer a biópsia.
Não existe um exame de sangue de rotina para diagnosticar o câncer de intestino. Testes como o marcador tumoral CEA (antígeno carcinoembrionário) podem ser solicitados, mas geralmente servem para acompanhar a resposta ao tratamento em pacientes já diagnosticados, e não para o rastreio inicial.
Leia também: Como funciona o exame de sangue que detecta câncer no intestino
Independentemente da idade, certos sinais e sintomas devem servir de alerta para buscar uma avaliação médica especializada. Muitos deles podem ser causados por outras condições, como hemorroidas ou síndrome do intestino irritável, mas apenas um profissional pode fazer a diferenciação correta.
Fique atento se você apresentar:
Leia também: Sintomas de câncer no intestino feminino: entenda quais os riscos
As diretrizes de rastreamento variam conforme o risco individual. O fator mais importante é o histórico familiar. A recomendação geral, segundo órgãos de saúde como a Organização Mundial da Saúde (OMS), é começar a prevenção a partir dos 45 anos.
Encontrar um pólipo durante a colonoscopia é uma situação comum e, na maioria das vezes, representa um ato de prevenção. Como mencionado, o médico remove a lesão durante o procedimento, um processo chamado polipectomia.
O achado é enviado para análise laboratorial para determinar sua natureza. Com base no resultado, o médico definirá o intervalo para o próximo procedimento de acompanhamento, garantindo que novas lesões sejam detectadas precocemente.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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