As vitaminas do complexo B ajuda a transformar alimentos em energia; Elas fortalecem o sistema nervoso e o cérebro
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Aquele cansaço persistente, que não desaparece mesmo após uma boa noite de sono, ou uma certa dificuldade de concentração que atrapalha as tarefas diárias. Esses sinais, muitas vezes atribuídos ao estresse da vida moderna, podem estar relacionados a um fator nutricional: as vitaminas do complexo B.
Esse grupo de nutrientes desempenha um papel central em centenas de reações químicas que mantêm nosso corpo funcionando. As vitaminas do complexo B são verdadeiras auxiliares do metabolismo.
Elas transformam os alimentos em energia e atuam na proteção das células contra danos, fortalecendo a imunidade. Além disso, essas vitaminas ajudam no desenvolvimento saudável do cérebro e de todo o sistema nervoso. Quer saber se você realmente precisa de suplementação? Agende uma avaliação na Rede Américas e receba uma orientação personalizada.
Diferente de outras vitaminas, como a C ou a D, o complexo B não é uma única substância. Ele representa um conjunto de oito vitaminas distintas que, embora tenham funções específicas, trabalham em sinergia para apoiar a saúde geral.
Por serem hidrossolúveis, o corpo não consegue armazená-las em grandes quantidades, exigindo uma reposição regular através da alimentação. Elas são coenzimas, ou seja, moléculas que auxiliam as enzimas a acelerar reações metabólicas vitais.
A principal dessas reações é a geração de energia a partir dos nutrientes que ingerimos, o que explica por que a fadiga é um dos primeiros sintomas de sua carência.
Cada vitamina do complexo B tem uma função biológica particular, embora muitas vezes suas ações se sobreponham e se complementem. Um artigo publicado no periódico Nutrients (2016) demonstra que essas 8 substâncias atuam de forma totalmente interligada no metabolismo celular, sendo indispensáveis para o funcionamento do organismo e do cérebro.
Conhecer o papel individual de cada uma ajuda a entender a importância do conjunto. Veja a seguir:
A ação conjunta dessas vitaminas se traduz em benefícios diretos para a saúde e o bem-estar diário. A seguir, listamos os principais impactos positivos de manter níveis adequados de complexo B.
A função mais conhecida do complexo B é sua participação no metabolismo energético. As vitaminas B1, B2, B3 e B5 são indispensáveis para que as células consigam extrair energia dos alimentos, combatendo a sensação de fadiga e cansaço.
As vitaminas B6, B9 (folato) e B12 são fundamentais para a saúde do sistema nervoso. Elas participam da produção de neurotransmissores que regulam o humor, como a serotonina. Além de serem essenciais na manutenção da bainha de mielina, uma camada que protege os neurônios e garante a comunicação eficiente entre eles.
O artigo da Nutrients (2016) indica que esse trio de vitaminas atua diretamente na proteção do cérebro. Elas auxiliam no controle dos níveis de homocisteína, uma substância que, em excesso, é neurotóxica e está ligada ao declínio mental.
Ao gerenciar a homocisteína, a suplementação contribui para mitigar a atrofia cerebral associada ao envelhecimento, preservando as funções cognitivas e a integridade dos nervos.
O folato (B9) e a cobalamina (B12) são essenciais para a produção e maturação dos glóbulos vermelhos, as células responsáveis pelo transporte de oxigênio no sangue. Sua deficiência pode levar a um tipo específico de anemia, conhecida como anemia megaloblástica.
A biotina (B7) é frequentemente associada à saúde capilar e dérmica, pois atua na produção de queratina, a principal proteína estrutural de cabelos e unhas. A riboflavina (B2) e a niacina (B3) também contribuem para a integridade e saúde da pele.
Leia também: Vitaminas: qual o melhor horário para tomar complexo B e porquê?
Os sintomas de carência podem ser vagos e variar conforme a vitamina em falta. No entanto, alguns sinais comuns servem de alerta e indicam a necessidade de uma avaliação médica. Fique atento a:
Uma dieta balanceada e variada geralmente fornece as quantidades necessárias de vitaminas do complexo B. Contudo, alguns grupos podem ter um risco aumentado de deficiência e se beneficiar da suplementação, sempre sob orientação profissional.
Entre eles estão idosos, gestantes, lactantes e pessoas com dietas restritivas (como veganos, no caso da B12). Assim como os atletas de alto rendimento e indivíduos com condições que afetam a absorção de nutrientes, como a doença de Crohn ou a doença celíaca.
É preciso que a decisão de suplementar seja baseada em exames laboratoriais e na avaliação de um médico ou nutricionista. A automedicação, mesmo com vitaminas, pode mascarar outras condições de saúde ou levar a desequilíbrios nutricionais.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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