O teste ergométrico é um exame que avalia como o coração funciona durante o esforço físico; a análise dos resultados ajuda na investigação de algumas condições cardíacas
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O teste ergométrico serve para avaliar como o coração responde ao esforço físico. Para isso, o exame acompanha mudanças na frequência cardíaca, na pressão arterial e no ritmo do coração em uma atividade controlada, feita em uma esteira ou bicicleta ergométrica.
O especialista pode indicar o teste para investigar sintomas como dor no peito, falta de ar e palpitações, além de avaliar a saúde do coração em geral. O exame também pode ser usado no acompanhamento de pacientes cardíacos ou antes do início de atividades físicas.
Durante o teste, a pessoa faz exercício enquanto uma equipe acompanha os batimentos do coração por meio de eletrodos ligados a um aparelho de eletrocardiograma. A intensidade do esforço aumenta aos poucos, e os profissionais observam como o coração reage.
Cardiologistas são os médicos que podem fazer o acompanhamento e o tratamento de doenças cardíacas. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
O teste ergométrico, também chamado de teste de esforço, é um exame que avalia o funcionamento do coração durante a atividade física. Nele, o paciente faz exercício em uma esteira ou bicicleta ergométrica enquanto a equipe de saúde acompanha seus sinais vitais.
O exame segue um protocolo com aumento gradual da intensidade do exercício. Dessa forma, o médico consegue observar como o corpo e o sistema cardiovascular respondem ao esforço físico em condições controladas.
Durante o teste, um aparelho registra o eletrocardiograma (ECG) em tempo real. O cardiologista, então, acompanha os batimentos cardíacos, a pressão arterial e possíveis sintomas relatados pelo paciente no decorrer do exame.
A principal função do teste ergométrico é avaliar como o coração e os pulmões respondem ao esforço físico. Sendo assim, o exame ajuda a identificar alterações no funcionamento cardiovascular e mudanças relacionadas aos músculos durante o exercício.
A isquemia acontece quando o músculo do coração recebe menos oxigênio do que precisa, geralmente por causa de obstruções nas artérias. Em repouso, o fluxo de sangue pode ser suficiente e esconder essa alteração.
Já durante o exercício, o coração precisa de mais oxigênio para funcionar. Se uma placa de gordura dificultar a passagem do sangue, o eletrocardiograma pode apresentar sinais de falta de oxigenação do músculo cardíaco.
As arritmias são alterações no ritmo dos batimentos do coração, causadas por falhas no sistema elétrico cardíaco. Algumas pessoas têm batimentos normais em repouso, mesmo tendo o problema, e, durante o esforço, o coração trabalha mais, desencadeando arritmias.
A pressão arterial aumenta de forma natural durante a atividade física. Assim, o teste ergométrico avalia se essa elevação acontece dentro do esperado e com segurança, identificando aumentos exagerados e se os níveis voltam ao normal após o fim do exercício.
Além de investigar alterações cardíacas, o teste ergométrico avalia o condicionamento físico e a capacidade respiratória do paciente. Assim, o exame é capaz de observar como o coração e os pulmões trabalham juntos durante o esforço.
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O cardiologista pode pedir o teste ergométrico tanto para investigar sintomas quanto para avaliar a saúde do coração. A indicação depende de fatores como histórico de saúde, idade, presença de sintomas e risco de desenvolver doenças cardíacas.
Em geral, o exame é feito por:
Mesmo assim, o resultado do teste ergométrico não é avaliado sozinho. O cardiologista analisa as informações do exame junto com os sintomas, o histórico de saúde e outros exames para entender a situação do coração e definir os próximos cuidados.
O protocolo mais usado é feito em uma esteira ergométrica. Antes do começo do exercício, o médico mede a pressão arterial e registra o eletrocardiograma em repouso. Depois, a esteira começa em ritmo leve e aumenta de intensidade aos poucos.
A cada etapa, a velocidade e a inclinação da esteira sobem para aumentar o esforço do paciente. A fase de exercício costuma durar de oito a 12 minutos e termina quando a frequência cardíaca esperada é atingida ou quando há cansaço importante.
O teste também pode ser interrompido se o médico identificar alterações no coração, aumento perigoso da pressão ou sintomas como dor no peito. Após o exercício, o paciente descansa enquanto a equipe acompanha a recuperação dos batimentos e da pressão.
Todo o processo, do preparo à recuperação, costuma levar cerca de 30 minutos.
Alguns cuidados antes do teste ergométrico fazem com que o exame seja realizado com segurança e que os resultados sejam mais confiáveis. Por isso, o paciente deve seguir as orientações sobre alimentação e escolher roupas adequadas para praticar exercício:
O descumprimento dessas recomendações pode interferir na realização do exame. Roupas inadequadas, uso de cremes, alterações na rotina de medicamentos e alimentação podem dificultar o monitoramento dos sinais durante o esforço e levar a equipe a remarcar o teste.
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Muitas pessoas ficam com receio de fazer o teste ergométrico por medo de passar mal durante o exercício. Porém, o exame é considerado seguro e feito com acompanhamento médico durante toda a avaliação.
As clínicas contam com equipamentos e remédios para atender possíveis intercorrências. Se o médico identificar alterações importantes, como sinais de falta de oxigenação do coração, queda acentuada da pressão ou arritmias, o teste é interrompido na hora.
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O laudo do teste ergométrico mostra como o coração respondeu ao esforço em cada etapa do exame. Um resultado normal indica que o fluxo de sangue foi suficiente para atender às necessidades do coração e que não foram observadas arritmias perigosas.
Um resultado alterado, chamado de positivo, aponta que o exame apresentou sinais que podem estar relacionados à falta de oxigenação do músculo cardíaco ou alterações no ritmo dos batimentos. Nesses casos, o médico pode solicitar outros exames.
A interpretação do resultado deve sempre ser feita pelo médico que acompanha o caso. Nesse caso, o cardiologista considera os dados do laudo junto com sintomas, histórico de saúde e outros exames para definir os cuidados ou orientações de atividade física.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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