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Conheça as indicações do medicamento, desde a disfunção erétil aos sintomas da hiperplasia prostática, e a importância do uso seguro.

A conversa sobre saúde íntima masculina ainda é um tabu para muitos, mas dificuldades como a de obter ou manter uma ereção são mais comuns do que se imagina. Nesse cenário, medicamentos como a tadalafila surgem como uma opção de tratamento validada e eficaz, trazendo alívio e melhorando a qualidade de vida.
Contudo, seu uso vai além da saúde sexual, abrangendo também condições urológicas. Compreender para que serve a tadalafila e como ela funciona é o primeiro passo para um tratamento seguro e responsável, sempre guiado por um profissional de saúde.
Urologistas são os especialistas indicados para esse tipo de acompanhamento. A Rede Américas conta com médicos renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A tadalafila é um fármaco com indicações bem definidas, aprovado por agências reguladoras para duas condições principais que afetam a população masculina.
A principal e mais conhecida indicação da tadalafila é para o tratamento da disfunção erétil (DE), também conhecida como impotência. A DE é caracterizada pela dificuldade persistente em obter ou manter uma ereção peniana suficiente para uma atividade sexual satisfatória. Para isso, a tadalafila atua relaxando a musculatura dos vasos sanguíneos, facilitando a circulação e o fluxo de sangue necessário para a ereção.
O medicamento ajuda a facilitar o processo fisiológico da ereção, mas é fundamental entender que ele não age sozinho. O estímulo sexual continua sendo um requisito indispensável para que o efeito aconteça. Uma das vantagens notáveis da tadalafila é a sua longa duração, que pode se estender por até 36 horas, promovendo maior confiança e espontaneidade sexual.
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Outra indicação importante é para o tratamento dos sinais e sintomas da hiperplasia prostática benigna (HPB), uma condição comum em homens mais velhos caracterizada pelo aumento não canceroso da próstata.
Esse aumento pode comprimir a uretra, causando problemas urinários. O medicamento age combatendo a próstata aumentada ao reduzir inflamações e relaxar os músculos da região, melhorando a circulação e aliviando o desconforto ao urinar.
Os sintomas mais comuns da HPB que a tadalafila ajuda a aliviar incluem:
Ao relaxar a musculatura da próstata e da bexiga, a tadalafila melhora o fluxo urinário e reduz o desconforto.
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Embora menos comum, a tadalafila também pode ser prescrita para tratar a hipertensão arterial pulmonar (HAP), uma condição grave em que a pressão nas artérias dos pulmões é muito elevada. Nesse caso, a dose e o regime de tratamento são diferentes e específicos para essa finalidade.
A tadalafila pertence a uma classe de medicamentos chamada inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5). Em termos simples, ela atua bloqueando uma enzima, a PDE5, que está presente em diversas partes do corpo, incluindo o pênis e a próstata. Ela atua especificamente em enzimas presentes nos órgãos reprodutores e em outras partes do corpo.
Ao inibir essa enzima, a tadalafila promove o relaxamento da musculatura lisa dos vasos sanguíneos. Esse relaxamento resulta em vasodilatação, ou seja, os vasos se alargam, permitindo que mais sangue flua através deles.
O efeito da tadalafila é conhecido por sua longa duração, podendo permanecer ativo no organismo por até 36 horas. Isso não significa uma ereção contínua, mas sim a capacidade de obter uma ereção com estímulo durante esse período.
Como todo medicamento, a tadalafila possui efeitos colaterais e contraindicações que exigem atenção. A automedicação é perigosa e pode trazer riscos graves à saúde. A avaliação profissional é indispensável.
As reações adversas mais relatadas são geralmente leves a moderadas e tendem a diminuir com o tempo de uso. As principais incluem:
Efeitos mais graves, como alterações na visão, perda de audição ou uma ereção prolongada e dolorosa (priapismo), são raros, mas exigem atendimento médico imediato.
A tadalafila não deve ser utilizada por todos. A contraindicação é absoluta para pacientes que utilizam medicamentos contendo nitratos, comumente prescritos para dor no peito (angina), pois a combinação pode causar uma queda perigosa da pressão arterial.
Também é preciso cautela em pacientes com:
Somente um médico pode avaliar o histórico de saúde do paciente e determinar se o uso da tadalafila é seguro e apropriado.
Existem muitos mitos e desinformações sobre a tadalafila. É importante esclarecer que o medicamento não possui nenhum efeito sobre a libido. Ele não aumenta o desejo sexual, apenas auxilia na resposta fisiológica do corpo ao estímulo que já existe.
Recentemente, popularizou-se o uso indiscriminado da tadalafila como um suposto potencializador de desempenho físico (pré-treino). Essa prática é perigosa e não tem comprovação científica para essa finalidade. O uso sem indicação médica expõe o indivíduo a todos os riscos e efeitos colaterais de forma desnecessária.
A vasodilatação causada pelo fármaco pode levar a tonturas e quedas de pressão durante o exercício, aumentando o risco de acidentes e problemas cardiovasculares.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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