Revisado em: 22/01/2026
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Saiba como é dengue hemorrágica. Febre, dores e manchas são sintomas comuns

Entender como é dengue hemorrágica ajuda a reconhecer um quadro que pode evoluir rápido e trazer riscos importantes à saúde. A condição representa uma forma grave da infecção pelo vírus da dengue, associada a alterações na coagulação, vazamento de líquidos dos vasos sanguíneos e possibilidade de sangramentos.
O quadro costuma surgir após uma infecção prévia por outro sorotipo do vírus, situação comum em países tropicais como o Brasil.
A dengue hemorrágica exige atenção desde os primeiros sintomas. O acompanhamento médico precoce reduz complicações e mortalidade. Reconhecer sinais iniciais, identificar manifestações graves e saber quando procurar atendimento especializado faz diferença no desfecho clínico.
O cuidado começa com informação e acompanhamento médico. Agende sua consulta em um hospital da Rede Américas e saiba mais sobre prevenção da Dengue.
Os sintomas iniciais da dengue hemorrágica se parecem com os da dengue clássica. A evolução depende de fatores imunológicos, idade e presença de doenças prévias. Segundo estudo multicêntrico publicado no Journal of Clinical Virology (2022), a fase inicial costuma durar de dois a sete dias e concentra sinais inespecíficos.
Os principais sintomas incluem:
Nessa fase, exames laboratoriais já podem indicar queda de plaquetas e alterações no hematócrito, sinais que orientam o monitoramento clínico mais próximo.
A progressão para formas graves ocorre geralmente após a queda da febre. Esse período é considerado crítico. Segundo estudo observacional realizado no Brasil e publicado na Revista de Saúde Pública do Estado de Goiás em 2023, muitos pacientes pioram quando acreditam estar melhor.
Atenção aos sintomas mais graves:
Esses sinais indicam necessidade de atendimento hospitalar imediato.
A dengue hemorrágica resulta de uma resposta imunológica exacerbada. O mecanismo mais aceito envolve o fenômeno de amplificação dependente de anticorpos.
Estudos (2021) indicam que uma infecção prévia por outro sorotipo do vírus favorece uma reação inflamatória intensa quando ocorre nova infecção.
Essa resposta aumenta a permeabilidade dos vasos sanguíneos, provoca extravasamento de plasma e altera a coagulação. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas apresentam maior risco de evolução grave.
Leia também: Saiba reconhecer os sinais da Dengue hemorrágica
Diante da suspeita, a orientação é não se automedicar. Analgésicos à base de ácido acetilsalicílico ou anti-inflamatórios não esteroides elevam o risco de sangramento. A hidratação adequada, o repouso e a avaliação médica precoce também são importantes.
Um estudo (2022) revelou que o monitoramento laboratorial e reposição de líquidos reduz significativamente a taxa de complicações. O acompanhamento deve ser feito por equipe treinada, com atenção especial à fase crítica da doença.
Quando a febre desaparece é quando existe mais perigo, isso costuma acontecer entre o terceiro e o sétimo dia da dengue.
Nesse período, o paciente pode apresentar piora súbita. Dados de estudos (2021) sugerem que a maioria dos casos graves se manifesta nessa janela.
A vacinação reduz casos graves em populações previamente expostas ao vírus. Estudos (2019) mostraram o impacto na diminuição de hospitalizações em áreas endêmicas.
A indicação depende da faixa etária, histórico de infecção e orientações das autoridades de saúde. A prevenção também inclui controle do mosquito, eliminação de criadouros e uso de repelentes.
O diagnóstico da dengue envolve avaliação clínica, exames laboratoriais e testes específicos para dengue. A queda de plaquetas, aumento do hematócrito e alterações hepáticas ajudam a definir a gravidade. Testes sorológicos e moleculares confirmam a infecção.
O tratamento é de suporte. Não existe antiviral específico. A reposição de líquidos, o controle rigoroso dos sinais vitais e o acompanhamento hospitalar são importantes.
Segundo estudo nacional publicado na revista Foco em Saúde Pública em 2025, o tratamento adequado reduz a mortalidade para menos de 1%. A maioria dos pacientes evolui para cura completa quando recebe assistência adequada e precoce. A avaliação especializada faz diferença no prognóstico.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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