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Como é dengue hemorrágica​: sintomas, causas, tratamento e riscos

Saiba como é dengue hemorrágica. Febre, dores e manchas são sintomas comuns

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Entender como é dengue hemorrágica ajuda a reconhecer um quadro que pode evoluir rápido e trazer riscos importantes à saúde. A condição representa uma forma grave da infecção pelo vírus da dengue, associada a alterações na coagulação, vazamento de líquidos dos vasos sanguíneos e possibilidade de sangramentos.

O quadro costuma surgir após uma infecção prévia por outro sorotipo do vírus, situação comum em países tropicais como o Brasil.

A dengue hemorrágica exige atenção desde os primeiros sintomas. O acompanhamento médico precoce reduz complicações e mortalidade. Reconhecer sinais iniciais, identificar manifestações graves e saber quando procurar atendimento especializado faz diferença no desfecho clínico.

O cuidado começa com informação e acompanhamento médico. Agende sua consulta em um hospital da Rede Américas e saiba mais sobre prevenção da Dengue.

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Como é dengue hemorrágica​: sintomas iniciais

Os sintomas iniciais da dengue hemorrágica se parecem com os da dengue clássica. A evolução depende de fatores imunológicos, idade e presença de doenças prévias. Segundo estudo multicêntrico publicado no Journal of Clinical Virology (2022), a fase inicial costuma durar de dois a sete dias e concentra sinais inespecíficos.

Os principais sintomas incluem:

  • febre alta repentina, geralmente acima de 38 °C, com início abrupto;
  • dor de cabeça intensa, muitas vezes acompanhada de dor atrás dos olhos;
  • dores musculares e articulares, conhecidas popularmente como "quebra-ossos";
  • manchas vermelhas na pele, que podem surgir de forma discreta ou difusa;
  • náuseas e vômitos, associados à resposta inflamatória do organismo.

Nessa fase, exames laboratoriais já podem indicar queda de plaquetas e alterações no hematócrito, sinais que orientam o monitoramento clínico mais próximo.

E quais são os sintomas graves?

A progressão para formas graves ocorre geralmente após a queda da febre. Esse período é considerado crítico. Segundo estudo observacional realizado no Brasil e publicado na Revista de Saúde Pública do Estado de Goiás em 2023, muitos pacientes pioram quando acreditam estar melhor.

Atenção aos sintomas mais graves:

  • dor abdominal intensa e contínua, associada a sangramentos internos;
  • vômitos persistentes, com ou sem presença de sangue, condição chamada de hematêmese;
  • sangramentos visíveis, como gengivorragia, epistaxe, manchas roxas na pele, fezes escurecidas, sangue na diarreia ou urina;
  • fadiga extrema ou letargia, com confusão mental ou agitação;
  • dificuldade respiratória, relacionada ao acúmulo de líquidos;
  • pele fria e úmidatontura ao levantar, sinais de hipotensão postural;
  • aumento do fígado, identificado no exame físico.

Esses sinais  indicam necessidade de atendimento hospitalar imediato.

O que causa a dengue hemorrágica?

A dengue hemorrágica resulta de uma resposta imunológica exacerbada. O mecanismo mais aceito envolve o fenômeno de amplificação dependente de anticorpos. 

Estudos (2021) indicam que uma infecção prévia por outro sorotipo do vírus favorece uma reação inflamatória intensa quando ocorre nova infecção.

Essa resposta aumenta a permeabilidade dos vasos sanguíneos, provoca extravasamento de plasma e altera a coagulação. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas apresentam maior risco de evolução grave.

Leia também: Saiba reconhecer os sinais da Dengue hemorrágica

Dengue hemorrágica​: o que fazer?

Diante da suspeita, a orientação é não se automedicar. Analgésicos à base de ácido acetilsalicílico ou anti-inflamatórios não esteroides elevam o risco de sangramento. A hidratação adequada, o repouso e a avaliação médica precoce também são importantes.

Um estudo (2022) revelou que o monitoramento laboratorial e reposição de líquidos reduz significativamente a taxa de complicações. O acompanhamento deve ser feito por equipe treinada, com atenção especial à fase crítica da doença.

Qual é a fase mais perigosa da dengue?

Quando a febre desaparece é quando existe mais perigo, isso costuma acontecer entre o terceiro e o sétimo dia da dengue.

Nesse período, o paciente pode apresentar piora súbita. Dados de estudos (2021) sugerem que a maioria dos casos graves se manifesta nessa janela. 

Vacina da dengue para prevenção

A vacinação reduz casos graves em populações previamente expostas ao vírus. Estudos (2019) mostraram o impacto na diminuição de hospitalizações em áreas endêmicas.

A indicação depende da faixa etária, histórico de infecção e orientações das autoridades de saúde. A prevenção também inclui controle do mosquito, eliminação de criadouros e uso de repelentes.

Como é dengue hemorrágica: diagnóstico, tratamento e cura

O diagnóstico da dengue envolve avaliação clínica, exames laboratoriais e testes específicos para dengue. A queda de plaquetas, aumento do hematócrito e alterações hepáticas ajudam a definir a gravidade. Testes sorológicos e moleculares confirmam a infecção.

O tratamento é de suporte. Não existe antiviral específico. A reposição de líquidos, o controle rigoroso dos sinais vitais e o acompanhamento hospitalar são importantes.

Segundo estudo nacional publicado na revista Foco em Saúde Pública em 2025, o tratamento adequado reduz a mortalidade para menos de 1%. A maioria dos pacientes evolui para cura completa quando recebe assistência adequada e precoce. A avaliação especializada faz diferença no prognóstico.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.

Bibliografia

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Salim, Julia, et al. Prevenção e tratamento da dengue: uma revisão integrativa. Revista Científica da Escola Estadual de Saúde Pública de Goiás (2025). Disponível em: https://www.revista.esap.go.gov.br/index.php/resap/article/view/879/489. Acesso em 14 de jan. de 2026.

Editora Científica. Dengue: uma visão do panorama atual. 2022. Disponível em: https://downloads.editoracientifica.com.br/articles/240516582.pdf. Acesso em 14 de jan. de 2026.

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