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Saiba quais tipos da doença são contagiosos, por quanto tempo o risco de transmissão existe e as medidas de higiene que evitam a propagação.

A cena é clássica: você acorda, sente uma coceira incômoda nos olhos e, ao se olhar no espelho, nota uma vermelhidão que não estava lá antes. O diagnóstico de conjuntivite logo vem à mente, seguido pela principal dúvida: como isso é transmitido e como proteger as pessoas ao redor?
Entender os mecanismos de contágio é o primeiro passo para conter a disseminação da doença, especialmente durante surtos. A transmissão depende diretamente do tipo de conjuntivite, sendo as infecciosas as que exigem maior atenção. Em casos de conjuntivite viral, o olho não é apenas um local de sintomas, mas pode se tornar uma porta de entrada para o vírus e, de forma crucial, uma fonte para a transmissão viral.
A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, a membrana transparente que reveste a parte branca do globo ocular (esclera) e o interior das pálpebras. Essa inflamação causa os sintomas mais conhecidos, como olhos vermelhos, lacrimejamento, coceira e secreção.
Existem diferentes causas para a condição, mas as mais comuns se dividem em três grupos principais:
Apenas um oftalmologista pode diagnosticar corretamente a causa e indicar o tratamento adequado. A distinção é fundamental, pois define o risco de transmissão. A Rede Américas conta com vários médicos renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A conjuntivite viral e a bacteriana são transmitidas quando as secreções oculares de uma pessoa infectada entram em contato com os olhos de outra pessoa. Isso pode acontecer de maneiras distintas.
A principal via de contágio é o contato das mãos ou dedos contaminados. Uma pessoa com conjuntivite coça ou limpa os olhos e, sem lavar as mãos, pode cumprimentar outra pessoa. Se a segunda pessoa levar a mão contaminada aos próprios olhos, o agente infeccioso é transmitido. O uso de instrumentos médicos não higienizados também pode ser uma fonte de contágio direto.
O vírus ou a bactéria pode sobreviver em superfícies por horas. O compartilhamento de objetos pessoais ou o toque em itens de uso comum são fontes importantes de contágio indireto. Alguns exemplos incluem:
Em alguns casos de conjuntivite viral, especialmente aquelas causadas por vírus associados a doenças respiratórias, a transmissão pode ir além do contato direto. Ela pode ocorrer por meio de gotículas expelidas por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Além disso, a inalação de aerossóis, que são partículas virais suspensas no ar, também representa uma via de contágio se atingirem os olhos.
Leia também: Quais são os sintomas da conjuntivite?
O período em que uma pessoa pode transmitir a conjuntivite varia conforme a causa. Saber essa duração ajuda a determinar por quanto tempo é necessário manter medidas de isolamento e higiene redobrada. A conjuntivite alérgica, vale reforçar, nunca é contagiosa.
Adotar medidas simples de higiene é a forma mais eficaz de quebrar o ciclo de transmissão da conjuntivite. Se você ou alguém próximo estiver com a infecção, siga estas orientações:
A falta de informação gera dúvidas e mitos sobre o contágio da conjuntivite. Esclarecer esses pontos ajuda a focar nas medidas de prevenção que realmente funcionam.
Não. A conjuntivite não é transmitida simplesmente por olhar para uma pessoa com os olhos vermelhos. A transmissão depende do contato físico, direto ou indireto, com as secreções oculares contaminadas.
Em casos de conjuntivite viral associada a doenças respiratórias, a transmissão pode ocorrer por gotículas expelidas ou até mesmo por aerossóis suspensos no ar, o que demanda proximidade física para o contágio ocular.
Leia também: A conjuntivite é transmitida pelo ar?
A automedicação, especialmente com colírios, é perigosa e pode agravar o quadro. Procure um oftalmologista para obter o diagnóstico correto e o tratamento adequado, principalmente se apresentar os seguintes sinais:
Apenas um especialista poderá diferenciar os tipos de conjuntivite e prescrever o tratamento correto, que pode incluir colírios lubrificantes, antibióticos ou outras terapias de suporte.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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