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Cirurgia bariátrica bypass: o que é e como funciona?

A técnica é um marco no tratamento da obesidade e de comorbidades metabólicas

A cirurgia bariátrica by-pass é um dos procedimentos mais realizados para tratar obesidade grave e condições associadas, como diabetes tipo 2 e hipertensão. Atualmente, existem cerca de 10 técnicas de cirurgia bariátrica no mundo, mas apenas cinco são aprovadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). 

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No Brasil, os procedimentos mais realizados são o sleeve gástrico e o bypass gástrico, que representam o padrão-ouro no tratamento cirúrgico da obesidade. Siga a leitura para saber mais sobre o seu funcionamento, indicações, riscos e mitos.

O que é a cirurgia bariátrica bypass?

A cirurgia bariátrica bypass, ou gastroplastia com desvio intestinal, é um procedimento que reduz o tamanho do estômago e cria um desvio no sistema digestivo. 

No procedimento, o estômago é dividido em uma pequena bolsa de 30 a 50 ml, conectada diretamente ao intestino delgado, contornando parte do estômago original e do duodeno. Isso limita a ingestão de alimentos e reduz a absorção de calorias, além de estimular hormônios intestinais que aumentam a saciedade e melhoram o controle glicêmico. 

Realizada por videolaparoscopia em 90% dos casos, a técnica é minimamente invasiva e prioriza resultados duradouros.

Quando a cirurgia bariátrica bypass é recomendada?

A cirurgia bariátrica by-pass é indicada para pacientes com:

  • Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 40 kg/m²;
  • IMC entre 35 kg/m² e 40 kg/m², acompanhado de doenças relacionadas à obesidade, como diabetes tipo 2, hipertensão e apneia do sono;
  • Falha em métodos tradicionais de emagrecimento, como dietas, exercícios físicos e uso de medicamentos.

A decisão de realizar a cirurgia deve ser tomada após avaliação médica detalhada, considerando o histórico de saúde do paciente e a presença de comorbidades.

Tipos de cirurgia bariátrica bypass

Existem diferentes tipos de cirurgia bariátrica bypass, sendo as mais comuns:

 

  • Bypass gástrico em Y de Roux: é a técnica mais realizada, onde o estômago é reduzido a uma pequena bolsa e conectado ao intestino delgado, formando um "Y". 
  • Bypass gástrico em Y de Roux com anastomose em Y de Roux: semelhante ao anterior, porém com uma configuração diferente na conexão entre o estômago e o intestino.

A escolha da técnica depende de fatores individuais e deve ser discutida com o cirurgião bariátrico.

Como é feita a cirurgia bariátrica bypass

A cirurgia é realizada sob anestesia geral e pode ser realizada por videolaparoscopia - método mais comum -, utilizando pequenos cortes no abdômen, ou por cirurgia aberta, com um corte maior. Durante o procedimento, o estômago é reduzido a uma pequena bolsa, e o intestino delgado é reconfigurado para criar um desvio, conectando-se à nova bolsa gástrica. O tempo médio de duração da cirurgia é de aproximadamente 2 horas.

Qual a diferença entre a cirurgia bariátrica by-pass e sleeve?

O bypass gástrico reduz o tamanho do estômago e altera o trajeto do alimento pelo intestino, diminuindo a absorção de calorias e promovendo perda de peso significativa. Já o sleeve gástrico remove uma parte do estômago, reduzindo seu volume, mas sem alterar o trajeto do alimento pelo intestino.

A escolha entre a cirurgia bariátrica by-pass e sleeve depende de fatores individuais e deve ser discutida com o cirurgião bariátrico.

Quais são os riscos da cirurgia bariátrica bypass?

Como qualquer procedimento cirúrgico, o bypass gástrico apresenta riscos gerais, como infecção e sangramento. Mas, falando especificamente sobre este tipo de procedimento, podem ocorrer complicações como fístulas (vazamentos nas suturas); deficiências nutricionais, devido à menor absorção de nutrientes; síndrome de dumping, caracterizada por sintomas gastrointestinais após ingestão alimentar; e obstrução intestinal, resultante de aderências ou hérnias internas. 

Seguir rigorosamente as orientações médicas no pré e pós-operatório é essencial para minimizar os riscos de complicações da cirurgia bariátrica bypass​.

Cirurgia bariátrica bypass: é possível voltar a engordar? 

Após a cirurgia, é possível que ocorra algum reganho de peso se as mudanças no estilo de vida - discutidas previamente com o paciente - não forem mantidas. No entanto, com acompanhamento médico e disciplina, a maioria dos pacientes mantém a perda de peso a longo prazo. cirurgia bariátrica bypass volta a engordar​

Quanto tempo dura a cirurgia bariátrica bypass?

A duração da cirurgia bariátrica by-pass é, em média, de 2 horas. O tempo exato pode variar conforme a complexidade do caso e a experiência da equipe cirúrgica.

Onde encontrar especialistas em cirurgia bariátrica bypass 

Em nossa plataforma digital, há diversos centros especializados em cirurgia bariátrica. Vale ressaltar a importância de consultar profissionais qualificados e certificados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) para garantir um tratamento seguro e eficaz.

Perguntas frequentes

Como funciona a cirurgia bypass bariátrica?

A cirurgia bypass bariátrica, ou bypass gástrico, envolve a criação de uma pequena bolsa no estômago que é conectada diretamente ao intestino delgado, desviando o restante do estômago e parte do intestino. Isso reduz a capacidade de ingestão de alimentos e a absorção de nutrientes, promovendo perda de peso significativa.

Qual a diferença entre bypass e bariátrica?

"Bariátrica" é um termo geral que se refere a qualquer cirurgia destinada ao tratamento da obesidade. O "bypass gástrico" é um tipo específico de cirurgia bariátrica que combina a redução do tamanho do estômago com um desvio intestinal para limitar a ingestão e a absorção de alimentos.

Quantos kg se perde com a bypass?

Pacientes submetidos ao bypass gástrico podem perder, em média, de 30% a 45% do peso inicial, embora os resultados possam variar conforme o indivíduo.

Quais os riscos da bariátrica bypass?

Os riscos do bypass gástrico incluem complicações gerais, como infecção e sangramento, e específicas, como fístulas (vazamentos nas suturas), deficiências nutricionais devido à menor absorção de nutrientes, síndrome de dumping (sintomas gastrointestinais após a ingestão alimentar) e obstrução intestinal causada por aderências ou hérnias internas. 
Seguir as orientações médicas no pré e pós-operatório é crucial para minimizar esses riscos.

 

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