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Entenda os sinais que diferenciam a infecção viral da bacteriana e descubra como aliviar os sintomas de forma segura e eficaz

Aquela sensação incômoda ao acordar: a garganta arranha, engolir se torna um esforço e um mal-estar geral começa a se instalar.
A amigdalite é uma das causas mais comuns para esse quadro, mas antes de pensar em qualquer medicamento, é fundamental entender a sua origem. Na maioria das vezes, a inflamação é causada por um vírus, e o tratamento é bem diferente do que se imagina.
Nem toda amigdalite precisa de antibiótico. Marque uma avaliação com um infectologista na Rede Américas e trate da forma correta.
A amigdalite viral é uma inflamação das amígdalas, que são duas massas de tecido linfoide localizadas no fundo da garganta, parte do sistema de defesa do corpo. Quando a causa é um vírus, os sintomas costumam se assemelhar aos de um resfriado ou gripe comum.
Os sinais mais característicos incluem:
Outros sintomas menos comuns, mas possíveis, são rouquidão, dor de ouvido (causada pela irradiação da dor da garganta) e gânglios linfáticos do pescoço levemente inchados. A presença de coriza e tosse, por exemplo, é um indicativo da defesa natural do corpo contra o vírus.
Infecções por adenovírus, um tipo comum de vírus que causa amigdalite, frequentemente vêm acompanhadas de outros problemas respiratórios, como resfriado, reforçando que é uma causa viral que não melhora com antibióticos. Os antibióticos tratam apenas infecções causadas por bactérias.
A principal dúvida de quem sofre com dor de garganta é saber diferenciar a causa da infecção, pois isso determina o tratamento. Enquanto a viral é mais comum, a amigdalite bacteriana, geralmente causada pelo Streptococcus, exige uma abordagem diferente. A melhor forma de ter um diagnóstico preciso é através de uma avaliação médica.
Algumas pistas ajudam a diferenciar os quadros. É importante notar que, em casos de amigdalite viral ou outras inflamações que não são causadas por bactérias, os níveis de proteína C-reativa (um marcador de inflamação no sangue) tendem a ser baixos.
Esse dado laboratorial pode ajudar a indicar que antibióticos não são necessários, e o foco deve ser no alívio dos sintomas. A tabela abaixo resume as principais diferenças:
A presença de pus não é exclusiva da infecção bacteriana, mas é muito mais frequente e evidente nestes casos. A ausência de tosse e coriza, combinada com febre alta e dor súbita, aumenta a suspeita de uma causa bacteriana.
Esta é a informação mais importante do ponto de vista da saúde pública e individual. Antibióticos são medicamentos projetados para combater bactérias, interferindo em seus mecanismos de sobrevivência e reprodução.
Eles não têm absolutamente nenhum efeito sobre os vírus. A amigdalite viral é causada pela presença de vírus alojados nas amígdalas, e esses medicamentos são desenvolvidos especificamente para combater bactérias.
Quando um vírus causa a infecção, o organismo ativa uma resposta imunológica específica para combatê-lo, tornando o uso de antibióticos ineficaz e desnecessário.
Utilizar antibióticos em uma infecção viral não acelera a cura nem alivia os sintomas. Pelo contrário, a prática contribui para um dos maiores problemas de saúde globais: a resistência bacteriana.
O uso indevido de antibióticos torna as bactérias mais fortes e resistentes, dificultando o tratamento de infecções futuras que realmente precisariam desses medicamentos. Assim, o tratamento é focado em gerenciar os sintomas e permitir que o sistema imunológico do próprio corpo combata o vírus.
O foco do tratamento é o alívio do desconforto. O organismo levará alguns dias para eliminar o patógeno, e durante esse período, algumas medidas podem fazer toda a diferença para o bem-estar do paciente.
As principais recomendações incluem:
Leia também: Cirurgia de amigdalite: quando é realmente necessária e como é a recuperação
A maioria dos casos se resolve por conta própria. Os sintomas costumam atingir seu pico entre o terceiro e o quinto dia e, em seguida, começam a melhorar gradualmente. A recuperação completa geralmente ocorre dentro de 7 a 10 dias.
Vale dizer que o período de contágio geralmente começa um ou dois dias antes do início dos sintomas e pode durar enquanto eles persistirem. Medidas simples como lavar as mãos com frequência e evitar o compartilhamento de utensílios são importantes para não transmitir o vírus a outras pessoas.
Embora a maioria dos casos seja leve, é fundamental buscar avaliação médica profissional se os sintomas forem graves ou não melhorarem. Procure um especialista se você ou seu filho apresentar:
Um profissional de saúde poderá realizar o diagnóstico correto, descartar uma infecção bacteriana e indicar o tratamento mais adequado para garantir sua recuperação completa e segura.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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