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Muitas vezes silenciosa, a carência deste nutriente essencial afeta ossos, músculos e até o humor, com riscos mais amplos à saúde.

Aquele cansaço que não vai embora, mesmo depois de uma noite de sono aparentemente reparadora. Dores musculares que surgem sem um esforço físico que as justifique. Esses incômodos, muitas vezes atribuídos ao estresse do dia a dia, podem ser o seu corpo sinalizando a falta de um nutriente fundamental: a vitamina D.
A vitamina D atua como um pré-hormônio no organismo. Sua principal função é regular a absorção de cálcio e fósforo, minerais indispensáveis para a manutenção de ossos fortes e saudáveis. A carência severa desta vitamina pode levar a doenças ósseas, visto que é essencial para a absorção adequada de cálcio.
Ela também desempenha um papel importante na função muscular, no sistema imunológico e na saúde cardiovascular. A deficiência de vitamina D é um problema comum em todo o mundo. Por ser crucial para a saúde dos ossos, sua ausência pode levar a condições sérias como raquitismo em crianças e aumentar significativamente o risco de fraturas em adultos.
A principal fonte de produção de vitamina D é a exposição da pele aos raios solares UVB. Fatores como o uso constante de protetor solar, a baixa exposição ao sol por rotinas de trabalho em ambientes fechados, a poluição e a pigmentação da pele podem limitar essa produção.
Nutrólogos podem entender essa deficiência e ajustar de acordo com suas necessidades. A Rede Américas possui especialistas renomados atendendo em vários hospitais do Brasil.
Os sinais da carência de vitamina D podem ser vagos e facilmente confundidos com outras condições. Por isso, é fundamental estar atento a um conjunto de sintomas que, quando persistentes, merecem investigação médica.
No início, os sintomas podem ser discretos e se manifestar de formas que afetam o bem-estar geral. Essa carência pode ser um sinal silencioso, detectável por exames de sangue que revelam, por exemplo, um aumento no hormônio da paratireoide (PTH) e uma diminuição no cálcio sérico.
Com a persistência da deficiência, os sinais podem se tornar mais claros e localizados, afetando diretamente o sistema musculoesquelético.
A presença de fraqueza ou dores pode ser um alerta para a deficiência de vitamina D. Isso porque a carência desse nutriente está ligada à perda de densidade óssea e à diminuição da força muscular, incluindo a força de preensão.
Alguns grupos populacionais são mais vulneráveis à deficiência de vitamina D e devem ter atenção redobrada aos seus níveis.
Fatores de risco incluem:
O diagnóstico da deficiência de vitamina D é simples e feito por meio de um exame de sangue que mede a concentração de 25-hidroxivitamina D. Apenas um médico pode interpretar o resultado e indicar a necessidade de tratamento.
O tratamento visa normalizar os níveis do nutriente no corpo e geralmente envolve uma combinação de estratégias:
Se você se identifica com vários dos sintomas descritos e pertence a um dos grupos de risco, é fundamental buscar avaliação médica. Não inicie a suplementação por conta própria, pois o excesso de vitamina D também é prejudicial à saúde.
A deficiência de vitamina D está associada a riscos sérios para a saúde, como o aumento da probabilidade de desenvolver diabetes e acidente vascular cerebral (AVC).
Marque uma consulta se você apresenta:
Um especialista poderá solicitar os exames necessários e, se confirmada a carência, indicar o plano de tratamento mais seguro e adequado para você, restaurando seu bem-estar e qualidade de vida.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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