A hipoglicemia ocorre quando a glicose no sangue fica abaixo do necessário para o corpo funcionar bem; tremores, suor frio, tontura e fraqueza estão entre os sintomas mais comuns
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Em caso de hipoglicemia, a pessoa acordada e que consegue engolir deve consumir uma fonte de açúcar de ação rápida, e a glicemia deve ser medida depois de 15 minutos. Esse quadro acontece quando a glicose no sangue fica abaixo de 70 mg/dL.
Os sintomas mais comuns incluem tremores, suor, fome, irritabilidade, confusão e coração acelerado. Quando a glicose cai muito, podem ocorrer perda da consciência, convulsões e até coma. Nesses casos, a pessoa deve ser levada ao pronto-socorro com urgência.
Agora, quando o paciente não consegue engolir ou está inconsciente, não se deve oferecer comida ou bebida pela boca. O glucagon é um hormônio que aumenta a glicose no sangue e pode ser usado nesses casos, sendo que o atendimento médico também é necessário.
Endocrinologistas são os médicos que podem atender, orientar e tratar pacientes com quadros de hipoglicemia. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A hipoglicemia acontece quando a glicose no sangue fica abaixo de 70 mg/dL. Para a American Diabetes Association (ADA), valores entre 54 e 69 mg/dL correspondem ao nível 1, enquanto abaixo de 54 mg/dL indicam nível 2. O nível 3 ocorre quando o paciente precisa da ajuda de outra pessoa, independentemente do valor da glicose.
Em geral, as causas mais comuns do quadro incluem:
Em diabéticos, o risco aumenta com o uso de insulina e de outros medicamentos. Episódios repetidos também podem diminuir a percepção dos sinais da hipoglicemia, fazendo com que a pessoa não perceba a queda da glicose até que ela esteja muito baixa.
Os sinais de hipoglicemia podem aparecer rápido, como tremores, palidez, suor, fome, palpitações, irritabilidade e fraqueza. Esses sintomas são respostas do organismo à queda da glicose e podem variar entre os pacientes.
Familiares e cuidadores podem ajudar a perceber essas alterações, principalmente quando a pessoa tem episódios frequentes. Se a glicose continuar caindo, podem aparecer tontura, confusão, sonolência, dificuldade para pensar e fala arrastada.
Quando tiver um aparelho disponível, a glicose pode ser medida com uma gota de sangue retirada da ponta do dedo. Esse teste é feito com um glicosímetro e ajuda a identificar uma possível queda da glicose.
A regra dos 15 é indicada para pessoas que estão acordadas e conseguem engolir. A recomendação é consumir 15 gramas de açúcar de ação rápida, esperar 15 minutos e medir a glicose de novo. Se o valor continuar abaixo de 70 mg/dL, a dose deve ser repetida.
Para seguir a regra, o paciente pode consumir comidas e bebidas como:
Quando a glicose continua muito baixa, podem aparecer confusão, dificuldade para falar, perda de coordenação e alterações da consciência. Em casos graves, a hipoglicemia pode causar convulsões, coma e até levar à morte.
A regra dos 15 corrige a queda da glicose, mas o açúcar usado nesse momento é absorvido rápido pelo organismo. Depois da recuperação, alimentos com carboidratos de absorção mais lenta ajudam a manter a glicose estável, reduzindo o risco de uma nova queda.
Quando a glicose estiver acima de 70 mg/dL e a pessoa estiver bem, um lanche leve pode ajudar a manter os níveis estáveis. Nesse caso, pão, bolachas salgadas e leite são opções que fornecem carboidratos de absorção mais lenta.
Agora, se o almoço ou o jantar estiver próximo, a refeição principal pode ser antecipada, já que um prato com carboidratos, proteínas e gorduras fornece energia por mais tempo, o que ajuda a manter a glicose estável depois do episódio.
A hipoglicemia grave pode afetar o funcionamento do cérebro e causar desmaio ou convulsões. Nessa situação, a pessoa não deve receber alimentos, líquidos ou doces pela boca, porque isso pode causar engasgo e sufocamento.
Se a pessoa estiver desacordada ou muito sonolenta, deve ser colocada de lado, na posição lateral de segurança, para manter as vias respiratórias livres. Além disso, os familiares ou cuidadores devem levar o paciente ao pronto-socorro com urgência.
Se houver glucagon prescrito para a pessoa, a medicação pode ser aplicada conforme a orientação médica, já que ela faz o fígado liberar glicose no sangue e pode ajudar a recuperar a consciência enquanto o atendimento de emergência é feito.
Episódios isolados podem acontecer durante o uso de insulina ou de alguns remédios para diabetes. Quando as quedas de glicose se tornam frequentes, o tratamento precisa ser reavaliado, já que o controle certo ajuda a reduzir o risco de complicações e internações.
Crises recorrentes devem ser avaliadas por um endocrinologista, que pode investigar as possíveis causas, como doses erradas de medicamentos, longos períodos sem comer, consumo de álcool e aumento da atividade física.
A prevenção depende do acompanhamento da glicose e de orientações sobre alimentação. Mesmo assim, mudanças nas doses de insulina ou nos remédios só devem ser feitas com orientação médica, e o acompanhamento regular ajuda a reduzir o risco de novas quedas.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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