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Saiba como diferenciar as medidas para aliviar os sintomas daquelas que tratam a causa e quando a avaliação médica é indispensável.

Aquela sensação de arranhado na garganta que evolui rapidamente para uma dor aguda ao engolir. Acompanhada de febre e mal-estar, essa pode ser a descrição clássica de um quadro de amigdalite. Diante do desconforto, a primeira pergunta que surge é: o que é bom para amigdalite e como acelerar a recuperação?
Entender as opções de tratamento é fundamental, pois elas variam conforme a origem da inflamação. Enquanto algumas medidas trazem alívio imediato dos sintomas, outras são essenciais para combater a causa do problema e evitar complicações.
Para entender o tratamento ideal e aliviar os sintomas, é fundamental buscar avaliação médica. A inflamação nas amígdalas gera um desequilíbrio no sistema imunológico que exige um diagnóstico preciso para guiar o tratamento adequado.
Otorrinolaringologistas são os especialistas indicados para esse tipo de acompanhamento. A Rede Américas conta com médicos renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A amigdalite, também conhecida como tonsilite, é a inflamação das amígdalas, dois pequenos órgãos de tecido linfoide localizados no fundo da garganta. Elas funcionam como a primeira barreira de defesa do sistema imunológico contra agentes infecciosos que entram pela boca ou nariz.
Quando vírus ou bactérias superam essa defesa, as amígdalas podem inflamar, resultando em inchaço, vermelhidão e dor. Essa reação inflamatória é a causa da dificuldade para engolir, da febre e do mal-estar geral associados ao quadro.
Essa intensa dor, comum na amigdalite, é causada pela reação inflamatória do sistema de defesa do corpo. Por isso, o uso de medicamentos que controlem essa resposta biológica é essencial para o alívio dos sintomas.
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Enquanto o corpo combate a infecção, algumas práticas podem oferecer alívio significativo do desconforto. Essas medidas são focadas em mitigar os sintomas e criar um ambiente favorável para a recuperação do organismo.
Manter o corpo hidratado é crucial. A ingestão de líquidos, como água, chás mornos e sopas, ajuda a umedecer a mucosa da garganta, o que pode diminuir a sensação de irritação. Além disso, o repouso permite que o sistema imunológico concentre suas energias no combate à infecção.
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Uma solução simples e eficaz, recomendada inclusive por órgãos como a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, é o gargarejo. Misturar meia colher de chá de sal em um copo de água morna e gargarejar algumas vezes ao dia pode ajudar a reduzir o inchaço e limpar a garganta, proporcionando um alívio temporário da dor.
Com a garganta dolorida, comer pode se tornar um desafio. A escolha dos alimentos certos evita maior irritação e garante a nutrição necessária para a recuperação.
O tratamento medicamentoso visa controlar os sintomas e, quando necessário, eliminar o agente causador da infecção. A automedicação é perigosa e pode mascarar sintomas importantes ou levar a complicações. Por isso, a orientação médica é indispensável.
Medicamentos como paracetamol ou dipirona podem ser recomendados para aliviar a dor de garganta e controlar a febre. Eles atuam diretamente no alívio desses sintomas, melhorando o bem-estar do paciente durante o curso da doença.
Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno, ajudam a reduzir a inflamação, o inchaço e a dor nas amígdalas. Seu uso deve ser feito sob prescrição, pois possuem contraindicações e podem causar efeitos adversos se utilizados de forma inadequada.
Esta é uma das distinções mais importantes no tratamento. Os antibióticos combatem exclusivamente bactérias. Assim, seu uso só é indicado em casos de amigdalite bacteriana, diagnosticada por um médico. Utilizar antibióticos para uma infecção viral é ineficaz e contribui para o problema global de resistência bacteriana.
Alguns hábitos e condições podem agravar a inflamação e retardar a recuperação. É importante evitá-los:
A abordagem terapêutica depende diretamente do agente causador. Identificar a origem é papel do médico, que pode se basear em exame clínico e, se necessário, testes laboratoriais.
Na amigdalite viral, que corresponde à maioria dos casos, o tratamento é sintomático. O foco é aliviar a dor, a febre e o desconforto com repouso, hidratação e analgésicos, enquanto o próprio sistema imune combate o vírus. O quadro geralmente melhora em até 7 dias.
Já na amigdalite bacteriana, além do controle dos sintomas, é essencial o uso de antibióticos para eliminar a bactéria. O tratamento costuma durar de 7 a 10 dias e deve ser seguido à risca para evitar complicações como a febre reumática.
Em casos de amigdalite que se tornam crônicas ou recorrentes, a avaliação médica pode indicar abordagens mais específicas. O tratamento ideal, seja com medicamentos ou cirurgia, dependerá da análise se a inflamação é frequente ou se as amígdalas estão aumentadas.
Para pacientes que sofrem com amigdalites muito frequentes, a cirurgia de remoção das amígdalas pode ser recomendada por médicos. Essa intervenção busca proporcionar alívio definitivo e evitar novas infecções.
No contexto da amigdalite crônica, a remoção cirúrgica completa é vista como a solução mais definitiva. Isso ocorre porque a inflamação, nesses casos, tende a se espalhar por toda a estrutura das amígdalas, e a cirurgia elimina essa fonte de problema.
Embora muitos casos se resolvam com cuidados de suporte, a avaliação de um profissional de saúde é fundamental. Procure um médico, preferencialmente um otorrinolaringologista, se você apresentar:
O inchaço das amígdalas durante uma crise aguda pode estreitar a passagem de ar na garganta. Essa obstrução parcial pode levar ao ronco ou piorá-lo em quem já tem essa condição. Geralmente, o sintoma desaparece conforme a inflamação regride.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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